BLOG VOLTADO PARA A INTEGRAÇÃO LATINO AMERICANA, A DISCUSSÃO E O DEBATE SOBRE O BRASIL QUE QUEREMOS, ARTIGOS, COMENTÁRIOS DIÁRIOS SOBRE ESSES ASSUNTOS. A IMPORTÂNCIA DA PARTICIPAÇÃO POPULAR NO PROCESSO POLÍTICO, A LUTA POR TRANSFORMAÇÕES ESTRUTURAIS. SE SOMOS A BASE DA PIRÂMIDE NOS CABE O DIREITO LEGÍTIMO DE DEFINIR O QUE VAMOS CARREGAR. VAMOS DISCUTIR E DEBATER, POIS JUNTOS SOMOS FORTES
Drogas Uma Guerra Perdida? Para que esta realidade sujeita a todos nós tenha fim ou redução Assista
A Primeira condição para se mudar a realidade é conhece-la - Eduardo Galeano. -' Só a Participação Cidada é Capaz de Mudar o paí'. Betinho . Não fique fora desta, participe, UM OUTRO MUNDO É POSSIVEL e Juntos Somos Fortes. Este PPS faz parte do PROJETO COMPAIXÃO E Cidadania que agora abraçamos e divulgamos sugerindo a todos repetir o feito.
sábado, 10 de abril de 2010
Mídia
Para isso que deveria servir a igreja: Conscientizar o POVO.
Esse padre é 10.
Sobre a decisão de retirarem a Cruz dos lugares públicos. Resposta bem dada de um padre consciente.
Espalhe que esta é boa....
Comentado por Jorge Costa-J C:
Sou Padre católico e concordo plenamente com o Ministério Público de São Paulo, por querer retirar os símbolos religiosos das repartições públicas.
Nosso Estado é laico e não deve favorecer esta ou aquela religião.
A Cruz deve ser retirada!
Nunca gostei de ver a Cruz em tribunais,onde os pobres têm menos direitos que os ricos e onde sentenças são vendidas e compradas.
Não quero ver a Cruz nas Câmaras Legislativas, onde a corrupção é a moeda mais forte.
Não quero ver a Cruz em delegacias,cadeias e quartéis,onde os pequenos são constrangidos e torturados.
Não quero ver a Cruz em prontos-socorros e hospitais, onde pessoas (pobres) morrem sem atendimento.
É preciso retirar a Cruz das repartições públicas, porque Cristo não abençoa a sórdida política
brasileira,causa da desgraça dos pequenos e pobres.
Frade Demetrius dos Santos Silva - São Paulo/SP
Contraponto 1870 - "Dilma e o Terrorismo"

Airton de Farias
Fábio Campos, colunista de O Povo [jornal cearense], entrou na cantilena dos jornaizões do sudeste contra Dilma, ressaltando o passado “terrorista” da candidata de Lula. É um jogo perigoso, pois Fábio faz analises históricas totalmente descontextualizadas. Jornalista não é Historiador. Trabalhar com história requer conhecimentos sobre teorias e metodologias da área, coisas que certamente não se ensina na faculdade de jornalismo. E nem se aprende lendo a Veja. Um dos erros maiores dos historiadores é o anacronismo, ou seja, levar valores de uma época para outra. Esse é o erro recorrente de Fábio e do resto da imprensa brasileira quando fala do passado.
Fabio Campo ressalta na coluna de O Povo o discurso de que Dilma era uma “terrorista, antidemocrática e que pretendia implantar uma ditadura comunista no Brasil”. Caro Fábio, nos anos 1960 e 70, ninguém estava muito preocupado com democracia, nem as esquerdas, nem as direitas, e nem a sociedade, em virtude da radicalização do jogo político e da Guerra Fria (tanto que os Estados Unidos e a União Soviética apoiaram regimes os mais nefastos). O que movia o sonho das pessoas naquele contexto era o da revolução e de como resolver os graves problemas sociais do mundo – uma prova é que no Brasil os militares chamaram o Golpe de 64 de “revolução”. Na conjuntura política dos anos 60 (marcada pela lutas antiimperialistas na África e Ásia, a exemplo da Guerra do Vietnã e da Independência da Argélia, processos violentíssimos e pelo impacto da Revolução da Revolução Cubana de 1959), a luta armada fazia parte das opções políticas existentes. Exemplo disso é Nélson Mandela, que defendia a luta armada e realizou até treinamento militar de guerrilha, episódio que a mídia hoje curiosamente esquece, pois interessa ressaltar o líder negro pacifista. Ora, Mandela mudou de posição. Muitas das pessoas (de esquerda), que pegaram em armas mudaram de posição, sobretudo no final dos anos 1970, quando em nova conjuntura, passou-se a valorizar a democracia como conhecemos hoje.
História é conjuntura. Fazer análises das pessoas sem levar em conta o contexto em que elas viveram é desonestidade intelectual ou tremenda falta de conhecimentos. As pessoas que chamam Dilma de “terroristas” esquecem, por exemplo, que boa parte do empresariado brasileiro, e cearense, contribuíram com a Operação Bandeirante, que formou um grupo paramilitar o qual surrava, prendia e eliminava os opositores, fossem guerrilheiros ou não. È esquecer que a imprensa apoiava, justificava e se auto-censurava pelo que estava acontecendo no Brasil. Foi o caso do jornal O Povo, que apresentava grandes relações com o ex-coronel e governador Cearense Virgilio Távora e com a Ditadura Militar, como se pode ver no anexo, um editorial do jornal de 11 de novembro de 1970 e uma propaganda de 4 de novembro do mesmo ano, em que se pede votos para a Arena, partido de sustentação do regime (atual Dem e que apóia o candidato José Serra). O Povo e Dilma defendiam regimes autoritários, caro Fábio – e agora, você vai condenar a empresa em que trabalha e seus patrões pelo passado “autoritário”?
Há ainda, caro Fábio, uma separação entre guerrilha, terrorismo e terror, termos que o senhor e o resto da imprensa confundem ou usam de forma inapropriada. Ao mencionar guerrilha, referimo-nos à forma de luta armada revolucionária cujo objetivo é a conquista do poder, destruindo as instituições existentes e emancipando socialmente as populações – como desejavam os grupos armados brasileiros dos anos 1960 e 1970 –, e não a uma simples tática militar. Conforme Noberto Bobbio, essa nova acepção de guerrilha vincula-se diretamente à experiência vitoriosa da revolução Cubana de 1959. A expressão não deve ser usada da maneira pela qual faziam a Ditadura Militar, a imprensa e seus aliados, como sinônimo de terrorismo, entendendo-se por este, conforme ainda aquele pensador, a prática política que recorre sistematicamente à violência contras as pessoas ou às coisas provocando o terror, isso de forma indiscriminada, ou seja, atingindo não somente o inimigo de classe, mas quaisquer pessoas próximas. O terrorismo, assim, não pode ser considerado uma forma de luta de classe, embora os grupos guerrilheiros eventualmente também recorram a ações terroristas contra pessoas ou grupos diretamente ligados à classe que se mantém no poder – não com freqüência, pois poderiam provocar vítimas inocentes e uma reação contrária da população, daí sua condenação por líderes como Lênin e Ernesto Che Guevara. Por fim, ainda seguindo o pensamento de Bobbio, compete distinguir terrorismo de terror, compreendido no sentido do instrumento de força e violência usado por parte de quem já detém o poder dentro do Estado para combater seus questionadores – é novamente o caso da Ditadura Militar brasileira, que sistematicamente recorria ao terror para reprimir as oposições de esquerdas, fossem armadas ou não. BOBBIO, Noberto. Dicionário de Política. Brasília: Editora Universidade de Brasília: São Paulo: Imprensa Oficial de São Paulo, 2000. p. 152, 577, 578, 1242 e 1243.
O fato de a esquerda desejar o socialismo e ter pegue em armas não diminui seu papel na resistência à Ditadura e sua contribuição para a democratização do Brasil – durante a II Guerra Mundial, por exemplo, vários comunistas, a exemplo dos italianos, que defendiam o sistema soviético, foram fundamentais na luta armadas contra o regime fascista de Mussolini. A questão de o projeto político das esquerdas ter fracassado ou não ter condições de materializar-se de forma nenhuma inviabiliza ou desmerece quem ousou lutar contra o que estava acontecendo no País.
E mais, caro Fábio, esse jogo dos serristas e Ciristas de lembrarem do passado “terrorista” de Dilma pode ser um tiro no pé. Explico. Um dos poucos atos de fato terrorista, atingindo civis inocentes, praticados pela esquerda brasileira foi realizada pela Ação Popular, grupo no qual militava José Serra!! Foi o desastroso atentado à bomba contra o então candidato a presidência Costa e Silva, no aeroporto Guararapes de Recife, a 25 de julho de 1966, no qual morreram duas pessoas e saíram feridas outras 14. Não vejo a imprensa em nenhum momento responsabilizando Serra ou o chamando de “terrorista” por esse episódio...
Quanto a Ciro Gomes, não há muitas polêmicas. Ciro pertence a uma oligarquia que governa Sobral há décadas. Ciro apoiava a Ditadura e tem uma vida caracterizada pelo oportunismo e incoerência. Foi cesista, depois apoiou Virgílio, depois Tasso, depois foi tucano, depois freirista, depois lulista e agora socialista!!! Que político! É cômico ver como Ciro é tratado no Ceará – poucos têm coragem de apontar o absurdo que é a trajetória política desse sujeito!
É muito fácil ficar falando sozinho numa coluna de um jornal, caro Fábio. Democracia pressupõe debate. Abra o debate e vamos discutir democraticamente.
http://contrapontopig.blogspot.com/2010/04/contraponto-1870-dilma-e-o-terrorismo.html
*Airton de Farias - Professor e Historiador (Mestre em História Social pela Universidade Federal do Ceará), autor de HISTÓRIA DO CEARÁ, DA PRÉ-HISTÓRIA AO GOVERNO CID GOMES e ALÉM DAS ARMAS, GUERRILHEIROS DE ESQUERDA NO CEARÁ DURANTE A DITADURA MILITAR (1968-72).
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PITACO DO ContrapontoPIG
Artigo do Professor Airton de Farias dirigido ao colunista Fábio Campos do Jornal O Povo (CE)
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Ilustração: AIPC - Atrocious International Piracy of Cartoons
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PressAA
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http://santanadoipanema.blogspot.com/
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Dilema de um líder
"Serra tem muita experiência e é um grande líder [Nota Assaz Atroz: Fernandinho Beira-Mar também é um líder]. Mas tem um problema sério. Vou formulá-lo de maneira abrupta: e se Serra for um blefe? [...]Serra está confrontado a um impasse. Não pode elogiar Fernando Henrique e não pode atacar Lula. Que candidato ele pode ser? Qual é seu terreno? Ele pode ser um blefe nesse sentido. Na campanha, vai ter de prometer continuidade para os programas do PT. Quando Sérgio Guerra disse que o PSDB faria tudo diferente, foi um desastre [... Isso pode fazer com que a campanha se torne virulenta?] ... na blogosfera, já começou... É terrível, a começar pelo episódio da ficha policial falsa de Dilma... É um sinal do que está por vir... Vai ser um vale-tudo monumental... (Luiz Felipe de Alencastro, no Valor, explicita a metáfora utilizada por Dilma para caracterizar os tucanos nesta eleição: lobos em pele de cordeiro; 09-04)"http://www.cartamaior.com.br/templates/index.cfm?alterarHomeAtual=1&home=S
Ilustração: AIPC - Atrocious International Piracy of Cartoons
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PressAA
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Caos presidio feminino do ES inspira MG a criar creche em presidio feminino
domingo, 28 de março de 2010
Creche no presídio: sofrimento das presas de Tucum "inspirou" criação em Minas

O presidio mineiro, inaugurado em janeiro, é a primeira unidade do País em condições de receber presas com filhos de até 1 ano. Iniciativa que faz o estado pioneiro de um movimento pela humanização dentro do sistema prisional brasileiro, com cerca de 30 mil mulheres num universo de 470 mil confinados.
Com 47 mulheres acompanhadas de seus bebês, o Centro de Referência não tem celas e grades nos seus quatro mil metros quadrados cercados por árvores. São alojamentos com até oito camas e oito berços, de portas abertas, dando acesso à brinquedoteca, banheiros, área para banho de sol, espaço com tevê. A ROSA TECNOLÓGICA
PELEGUISMO: UGT um sindicato patronal laranja da FIESP/DASLU
From: André Lux
09/04/2010 às 00:05
Fotos: André Michiles
Na véspera da audiência pública do chanceler Celso Amorim na Comissão de Relações Exteriores do Senado sobre a política externa brasileira, no último dia 06 de abril, o Consulado Cubano e os órgãos de imprensa receberam um release da União Geral dos Trabalhadores (UGT), anunciando que iriam organizar um ato de suposta ?solidariedade ao povo cubano?, em frente ao Consulado de Cuba em São Paulo. A convocatória da manifestação organizada pela UGT, que foi repercutida favoravelmente no site da revista Veja, indicava que se tratava de um apoio direitista ao movimento das chamadas ?Damas de Branco?, incentivado pela comunidade ?gusana? em Miami.
Em menos de 24 horas, várias entidades se articularam junto ao Movimento Paulista de Solidariedade à Cuba e convocaram um ato de defesa do povo cubano contra a manifestação da UGT. Mesmo com a surpresa e a dificuldade de mobilização, em pouco tempo, na manhã de quarta-feira, 07, cerca de 150 ativistas de inúmeras organizações e movimentos sociais se colocaram na calçada em frente ao Consulado de Cuba em São Paulo, em Perdizes.
Em solidariedade à ilha socialista, estavam presentes representações de diversos partidos e organizações da esquerda, de apoiadores explícitos aos mais críticos ao regime do Partido Comunista Cubano, como o PSOL, PCB, PT, PCdoB, Liga Estratégia Revolucionária, PCR, Consulta Popular e PCML, alem da CUT, Intersindical, CTB, Uneafro, MST e vários ativistas dos direitos humanos, como o vereador Jamil Murad (PCdoB), o advogado Aton Fon Filho e representantes do mandato do deputado estadual Raul Marcelo (PSOL).
Ato factóide
A UGT chegou logo depois, com pouco mais de 300 pessoas ligadas aos sindicatos dos Comerciários e dos Padeiros de São Paulo. Com exceção dos líderes, ninguém ali sabia os motivos do ato. Manifestantes pagos, que estariam recebendo entre R$ 50,00 (as mulheres) e R$ 100,00 (os homens) não escondiam que estavam ali ?trabalhando?. Alguns chegavam a falar frases como ?não estou nem aí para Cuba e sim para o meu bolso?. As mulheres estavam vestidas com as camisetas brancas distribuídas pela UGT, e seguravam uma rosa vermelha representando as ?Mulheres de Branco?. E os homens, conhecidos como ?bate-paus?, vieram para fazer provocações, criar tumulto e agredir os defensores de Cuba, que estavam no outro lado da rua, na calçada do Consulado.
A Policia Militar interveio para garantir a integridade do corpo consular, usando muitas vezes a força para separar os bate-paus que tentavam atravessar a rua, invadir a calçada do Consulado e agredir os ativistas defensores de Cuba. Gás pimenta chegou a ser usado pela força policial, enquanto fechava o trânsito da residencial Cardoso de Almeida, provocando trânsito na região. O comerciante Ricardo Patah, presidente da UGT, e Canindé Pegado, secretário geral dessa central, e o presidente do Sindicato dos Padeiros Chiquinho Pereira, ordenavam que os ?manifestantes de aluguel? provocassem e atacassem os ativistas pró-Cuba.
Enquanto ocorria o ato durante a manhã, a assessoria de imprensa da UGT se apressava a espalhar nota à imprensa dizendo que um ato pacífico ocorria sem nenhum tumulto no consulado cubano. Por volta do meio-dia, o ato terminou como se fosse o final de algum expediente, com a explícita distribuição do pagamento aos contratados na frente de todo mundo, com direito à exibição de notas por parte de alguns dos supostos "manifestantes?.
Com o fim da manifestação anti revolução cubana, o Cônsul de Cuba em São Paulo, Carlos Trejo, abriu as portas do consulado para os ativistas, que foram recepcionados pelos funcionários do corpo consular e saudados pelos representantes da República de Cuba.
Via rede do Castor
Os políticos corruptos e seus pares: Os donos da mídia são os que ...
Stedile: “A mídia critica nossas ocupações, mas faz vista grossa às terras griladas pela Cutrale e Daniel Dantas”
http://www.viomundo.com.br/entrevistas/stedile-a-midia-e-as-elites-criticam-as-nossas-ocupacoes-mas-faz-vista-grossa-as-terras-griladas-pela-cutrale-e-por-daniel-dantas.html
Enviada por Paulo Avila
Agora saiba o porque:
- Organizações Globo – família Marinho
- Rede Record – Igreja Universal - Edir Macedo
- Sistema Bandeirantes de Comunicação – família Saad
- Sistema Brasileiro de Televisão–SBT – Silvio Santos
- Grupo O Estado de São Paulo (Estadão)– família Mesquita
- Grupo Folha de São Paulo – família Frias
- Grupo Abril – família Civita (responsável por 70% do mercado de revistas do país, incuindo a Veja).
É importante ressaltar que alguns desses grupos possuem também portais na internet e agências de notícias (ex. UOL, da folha; globo.com; agência Estado; agência globo).
família Maia (do Senador Jose Agripino Maia - DEM) e
família Alves (do Senador Garibaldi Alves Filho - PMDB)
família Magalhães (do deputado ACM Neto - DEM)
família Sarney (do Senador José Sarney - PMDB)
família Collor (do Senador Fernando Collor de Mello - PRTB)
família Franco (do Senador Albano Franco - PSDB)
família Pires (do Deputado Vic Pires - DEM)
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Epidemia de base militares em Nuestra America: EUA e Honduras inauguram uma na fronteira com Managua e planeja novas bases para o Brasil e Peru
Boletim nº205 , 09 de Abril de 2010 | |||||||||||
É a segunda base dos EUA em Honduras, além de Soto Cano, que era usada na década de 1981 para combater os revolucionários da América Central. Esta seria fechada pelo presidente deposto, Manuel Zelaya, para virar um aeroporto civil. leia na íntegra
Adital - Na véspera da primeira visita do Primeiro Ministro da Rússia, Vladimir Putin, a Venezuela e à assinatura de acordos para incrementar as capacidades de defesa do governo venezuelano, Washington move suas peças para recuperar sua dominação militar na região. Enquanto a Venezuela se prepara para receber a Vladimir Putin, que vem para concretizar vários convênios que incluem a entrega de helicópteros Mi-17 e a aquisição de 92 tanques russos T-72 e do lança-mísseis múltiplo Smerch, o porta-aviões estadunidense "USS Carl Vinson" navega pelas costas do Peru, realizando manobras conjuntas com a Força Aérea e a Armada peruanas. O porta-aviões -o terceiro em tamanho do pentágono- está acompanhado por uma frota de ataque composta por vários navios de assalto, destruidores, componentes aéreos e helicópteros antissubmarinos. Apesar de que portavozes do Pentágono afirmaram que Washington realiza essas manobras na região de forma rotineira, a presença militar estadunidense tem se incrementado de maneira alarmante no hemisfério desde 2006, quando a Venezuela começou negociações em matéria de defesa com a Rússia. Foi naquele momento que o governo dos Estados Unidos classificou a Venezuela como um país "que não colaborava suficientemente com as lutas contra o terrorismo" e impôs uma proibição de venda de armamento e equipamentos de defesa a esse país sulamericano. Como consequência, o governo de Hugo Chávez teve que buscar outros sócios que não estavam sujeitos às pressões de Washington. A Venezuela, país então dependente dos Estados Unidos em matéria de defesa, tinha duas opções: deixar que suas Forças Armadas se debilitassem e que o país ficasse sem capacidade de defesa, ou encontrar outros países não subordinados à agenda de Washington que também possuíam a capacidade tecnológica para satisfazer suas necessidades de defesa. Até a data, a Venezuela comprou armas russas por um total de 4 bilhões de dólares e mantém projetos em matéria de energia e transferência tecnológica com o governo russo, que busca estreitar as relações entre dois megaprodutores de petróleo e gás. MAIS BASES MILITARES DOS ESTADOS UNIDOS NA REGIÃO O Secretário de Defesa dos Estados Unidos, Robert Gates, anunciou uma visita ao Brasil, em abril de 2010 para concretizar planos de criar no Rio de Janeiro uma base militar conjunta para "vigiar o tráfico de drogas na região". A base, que fará parte de um eixo entre os EUA, Portugal e Brasil, cobrirá a zona do Atlântico Sul e servirá para a cooperação multinacional "contra o tráfico de drogas e o terrorismo". Na semana passada, o Embaixador de Washington na Colômbia, William Brownfield, revelou que seu país já estava assinando acordos militares com dois outros países latinoamericanos. Brownfield negou-se a revelar os nomes dos dois países com os quais, segundo ele, "já estavam prontos" os acordos que permitiriam uma expansão militarista dos Estados Unidos na região. Um acordo militar entre a Colômbia e Washington causou graves preocupações na região quando foi anunciado no ano passado. Além de permitir a ocupação de sete bases militares na Colômbia, o acordo também autoriza o uso de todo o território colombiano para realizar operações militares. Um documento oficial da Força Aérea dos Estados Unidos, de maio de 2009, explicava que Washington necessitava assegurar a presença na Colômbia para realizar operações militares de "amplo espectro" por toda América do Sul e para "combater a constante ameaça... dos governos antiestadunidenses na região". O documento também explicava que através das bases militares na Colômbia, as Forças Armadas estadunidenses "melhorariam sua capacidade de executar uma guerra expedita" na região. Também foi concretizado, no final de 2009, um acordo entre Washington e o Panamá para estabelecer 11 bases militares operativas para "lutar contra o narcotráfico". Os Estados Unidos ocuparam a base aera Howard, no Panamá, até 1999, quando finalizou o contrato militar entre os dois países. Em vez de abrir outra base militar grande na região, e com a desculpa de lutar contra o narcotráfico, Washington optou por estabelecer vários lugares de operações de avançada (Foward Operating Location "FOL", em inglês) em El Salvador (Comalapa), no Equador (Manta), Aruba e Curaçao. Em 2009, todos os contratos para essas bases militares foram renovados, menos no Equador. No entanto, a presença militar dos Estados Unidos em Manta foi facilmente trasladada para a Colômbia, apenas com a assinatura de um novo acordo com Washington. Essas bases permitem aos Estados Unidos um alcance regional no âmbito aéreo e marítimo. A HOLANDA PREPARA A GUERRA COM A VENEZUELA As bases de Washington em Aruba e Curaçao, ilhas que fazem parte do Reino da Holanda, têm sido utilizadas durante os últimos anos para intimidar e provocar a Venezuela. Entre visitas de porta-aviões, submarinos nucleares, aviões de guerra e milhares de tropas e forças especiais estadunidenses, essas pequenas ilhas localizadas a poucos quilômetros da costa venezuelana foram metidas em um conflito crescente entre Washington e a Venezuela. Ao mesmo tempo, o governo holandês promoveu uma campanha contra o governo de Hugo Chávez, na tentativa de demonstrar que a Venezuela tem planos de invadir as ilhas holandesas (Aruba, Bonaire e Curaçao). O governo venezuelano rechaçou tais acusações de maneira contundente. No entanto, um dos jornais mais lidos na Holanda, De Telegraaf, publicou um artigo intitulado "Venezuela ameaça com guerra", que revelava que "O Departamento de Defesa da Holanda está considerando seriamente que poderia declarar guerra a Venezuela devido suas intenções de invadir as Antilhas holandesas". A Holanda, aliada próxima de Washington e membro da OTAN, permitiu a expansão militarista dos Estados Unidos em Aruba e Curaçao durante os últimos anos para tentar contrapor a influência regional da Venezuela. Após o trágico terremoto no Haiti, em janeiro passado, Washington aproveitou a situação para enviar mais de 20 mil tropas ao Caribe, com modernos equipamentos militares. A crescente presença militar dos Estados Unidos na América Latina evidencia as intenções de recuperar seu poder e dominação em uma das regiões mais ricas em recursos estratégicos do mundo. | |||||||||||
COMUNICACION URGENTE DEL COFADEH e o retrato do GOLPISTA LOBO: 254 violaciones a los derechos humanos ha cometido el régimen de Pepe Lobo
El comunicado sobre armas, en términos reales, es una acusación a las fuerzas sociales y políticas que rechazan la criminalización de los conflictos en Honduras, un típico comportamiento de la secretaría de seguridad interior, que actúa en alianza con las Fuerzas Armadas hondureñas, claro reflejo de la ausencia de control del gobierno civil en los asuntos del Estado.
De los hechos y de los hechores, Ni olvido ni perdón
Periódico digital especializado en Derechos Humanos, producido por el Cofadeh.-Comente la noticia o escríbanos a defensoresenlineacofadeh@gmail.com254 violaciones a los derechos humanos ha cometido el régimen de Pepe Lobo
UGT apoia campanha dos EUA contra Cuba
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Enviado por Evaldo Chaves
CUBA: O MELHOR DA AMÉRICA LATINA EM EDUCAÇÃO, DIZ UNESCO
Relatório da Unesco classifica Cuba em 1º lugar
(entre todos os países da América Latina) no cumprimento das metas
de acesso e qualidade de ensino.
Na lista de 128 países, Cuba está em 14º lugar, à frente de países ricos
como Espanha (17º), Suíça (20º) e Bélgica (23º).
No ensino básico o desempenho foi extremamente bom; 85% dos alunos têm
habilidade de leitura além do básico; mais de 40% alcançaram o nível mais alto.
Argentina (38º), Uruguai (39º) e Venezuela (59º) também se aproximam da
“Educação Para Todos” (100% dos alunos concluindo o ensino básico).
O Brasil: 88º lugar.
As causas, diz a Unesco: a alta taxa de repetência e o baixo índice
de conclusão da educação básica, principalmente.
O MEC relatava (2007): 4,8% dos alunos abandonaram
o ensino fundamental; no ensino médio a taxa subiu para 13,2%.
Ajudar os pais, exploração do trabalho infantil e falta de interesse,
são os motivos principais destes números.
Carta ao Ministro do STF Cesar Peluzzo
![]() | ||
| Ministro Cezar Peluzzo | ||
| gabmtoffoli@stf.jus.br; gabinete-lewandowski@stf.gov.br; marcoaurelio@stf.gov.br; gabminjoaquim@stf.gov.br; gaberosgrau@stf.gov.br; ellengracie@stf.gov.br; carlak@stf.gov.br; mcelso@stf.gov.br; anavt@stf.gov.br; gabcarlosbritto@stf.gov.br; webmaster@unog.ch; llo@unog.ch; cidhoea@oas.org... mais |
- Saber o que eleva o custo da segurança pública ,
Então, visando conceder a V.Exa detalhes e esclarecer de fato a sociedade brasileira, colocamos aqui um exemplo em forma de anexos e de artigo, onde nas palavras de Laerte Braga, fizemos a denuncia representativa, aguardando que o ministro Cezar Peluzzo, Presidente do Supremo Tribunal Federal , Responda com ações, se de fato vai modificar o sistema judiciário no país, e gerar no Congresso da ONU , sob pena de invalidar mais uma vez, com um discurso bonito, pois não podemos seguir ouvindo discursos manipulados, mascarados e permitir a continuidade dos crimes de Lesa Humanidade cometidos pelos donos do poder: Executivo, Legislativo, Judiciário e a mídia, como claramente visto e comprovado nos recentes casos de SP, DF e muito mais fortemente exemplificado no ES.
referente ao assunto uma representação feita anteriormente ao Senado Brasileiro, com importantes dados que pedimos a apreciação de V.Exa:http://protogenesco ntraacorrupcao. ning.com/ profiles/ blogs/2806036: BlogPost: 118890 (Mandaremos integra em anexo 1 e anexo 1A)











