Como participar da campanha pela DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA?

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sábado, 10 de abril de 2010

Mídia

Paixão conservadora pelo obscurantismo Por Washington Araújo - de Brasília Jornais e revistas de grande circulação, redes de TV e rádio com os maiores índices de audiência continuam se alinhando com as forças do atraso, mesmo em seu momento de maior refluxo. Em um tempo em que o mercado demonstra ser incapaz de prover solução aos graves problemas que afligem a maior parte da população, esses veículos parecem inteiramente desnorteados ao ver seu prestígio, poder de influência e capacidade de influenciar opiniões em franco declínio. Se há dez ou quinze anos um escândalo tinha sempre sobrevida para freqüentar as capas das revistas semanais, primeiras páginas dos jornalões e lugar de destaque na escalada dos maiores telejornais da noite, hoje os escândalos têm vida curta, começam como pequenas ondas e, como elas, terminam sem nunca alcançarem o apogeu. Acontece que escândalos fabricados nascem com prazo de validade vencido. E se conseguem repercutir por três dias, uma ou duas semanas, já é um feito e tanto. O expediente, de tão usado, perdeu o impacto; as pessoas comuns torcem a boca, esboçam sorriso maroto e nem se dão mais ao trabalho de acompanhar a história. Tema vital O conservadorismo mostra sua cara quando insiste em menosprezar a legitimidade de, por exemplo, o Bolsa Família. E o rotula como Bolsa Esmola, Bolsa Mendicância e Bolsa Vagabundagem. E apresenta-se de corpo inteiro quando rechaça políticas de ação afirmativa como a de garantir aos afrodescendentes, aos índios, aos ciganos, facilidades para o acesso à educação universitária. Como muitos medicamentos, o conservadorismo tem como princípio ativo o olhar de soberba, de cima para baixo, a não aceitação que o pessoal do andar de baixo tem os mesmos direitos que os do andar de cima, que a lei é soberana para todos e que a esta todos devem se submeter. O conservadorismo chega a ser um estilo de vida, uma forma de lutar contra qualquer forma de inclusão, seja social, cultural, digital. A mídia potencializa o conservadorismo quando criminaliza movimentos sociais e interdita o debate sobre liberdade de expressão criando cortinas de fumaça em torno do que deseja, realmente, preservar. E o que ela anseia com todas as suas forças e meios nada mais é que perpetuar a concentração da propriedade dos meios de comunicação, mantendo como cláusula pétrea de sua atividade a compreensão de que, ao contrário do que reza a Constituição federal, não compete ao Estado lançar seus olhos sobre os meios de comunicação que atuam no segmento do rádio e da televisão. Em outras palavras, pode-se afirmar que qualquer mudança no modus operandi do Estado em relação a este tema vital para a sociedade seria visto como crime de lesa-pátria. Há que se manter aquele conceito de propriedade vigente por tanto tempo à época do Brasil Colônia – o das sesmarias. Interesses ocultos Não podemos esquecer que a grande mídia sente uma atração fatal pelas forças do atraso, pelo endeusamento do mercado, pela negligência dos direitos dos oprimidos. No caso do Brasil, estou bem convencido que a grande mídia brasileira é... ► ... a mesma mídia que foi contra o governo de Getúlio Vargas e seu projeto nacionalista e popular, levando-o ao suicídio; ►... a mesma mídia que se posicionou fortemente contra o governo de Juscelino Kubitschek; ►... a mesma mídia que apoiou o golpe militar de 1964; ►... a mesma mídia que apoiou a ditadura (e hoje tenta reescrever a história dizendo que foi contra a ditadura ou ocultando que lhe foi favorável); ►... a mesma mídia que abafou a inspiradora campanha das "Diretas já!", engolfando o Brasil de norte a sul; ►... a mesma mídia que na eleição de 1989 tentou convencer a população que o Lula e o PT eram responsáveis pelo seqüestro do empresário Abílio Diniz; ►... a mesma mídia que apoiou Fernando Collor e editou o debate final naquela eleição em favor dele; ►... a mesma mídia que abafou a crise econômica e o fato de que o Brasil estava quebrado durante a eleição de 1998, favorecendo decisivamente a reeleição do presidente; ►... a mesma mídia que publicou ficha apócrifa de Dilma Rousseff como se fosse original dos arquivos da ditadura; ►... a mesma mídia que assacou de forma impiedosa contra a honra e os valores morais do presidente da República no sórdido episódio protagonizado por Cesar Benjamin; ►... a mesma mídia que boicotou solenemente (e desmereceu) a 1ª Conferência Nacional da Comunicação, e que apoiou de maneira irrestrita e apaixonada o 1º Fórum Democracia & Liberdade de Expressão, patrocinado por seu Instituto Millenium; ►... a mesma mídia que se aproveita da liberdade democrática para servir a interesses ocultos, geralmente manipulando as informações e o conhecimento, visando produzir apenas indivíduos dotados de opiniões, não de conhecimento, nem de sabedoria. Estrago irremediável O debate que interessa às massas da humanidade mudou de eixo há mais de 20 anos. Enquanto corpos editoriais foram conservados no formol do falso intelectualismo, o mundo girou e a Lusitana – aquela famosa empresa carioca de mudanças – rodou muito. Só a mídia não viu. Ou não quis ver. Ou se fez de rogada. O leitor escolhe a situação. A grande imprensa divulgou o momento mesmo em que foi derrubado o muro de Berlim, mas não captou o evento em sua inteireza, em sua magnitude. Com a queda do reboco do infausto muro o mundo se libertou da opressão ideológica e mesmo que o capitalismo tenha se autodeclarado vencedor, a verdade é que não houve vencedores, apenas vencidos. Há muito que o capitalismo deixou de prover soluções duradouras para a manutenção da paz no mundo, há muito que o sistema renunciou à missão de saciar a fome que aprisiona 2/3 da espécie humana, há muito que se esvaziou o papel da Organização das Nações Unidas como símbolo de equilíbrio da ordem mundial. Nada disso foi manchete porque nada disso foi notícia para um jornalismo ávido por sensação e alheio a percepções; para uma mídia ciosa por manter seu próprio muro de Berlim, tão bem simbolizado por seu extremo partidarismo, por sua cruel parcialidade na hora de decidir o que pode e o que não pode ser tratado como notícia. Essa mídia, que tantas vezes avocou para si a missão de tribunal plenipotenciário e que deveria ter por obrigação informar a população, assume a missão de julgar e condenar desafetos políticos, lançando na fogueira da cobertura jornalística precária e tendenciosa pessoas que deram o melhor de si para construir um país mais justo. Do mesmo jeito como atuaram no escabroso caso da Escola de Base, em São Paulo. Ali tudo teve início, é bom recordar, para não esquecermos do quão abusiva pode ser a mídia, quando "duas mães de alunos dessa escola deram queixa na delegacia de que seus filhos de quatro e cinco anos estariam sendo molestados sexualmente na escola, e talvez, levados numa Kombi para orgias num motel, onde seriam fotografados e filmados". O delegado de plantão, não apenas acolheu a denúncia como teve a iniciativa de alardear junto à imprensa o teor da denúncia demolidora, antecipando uma condenação dos donos da Escola Base, Maria Aparecida Shimada e seu marido, Icushiro Shimada. Resumo da história: só no final do inquérito, dez anos depois, os proprietários foram declarados inocentes. Neste caso específico com exceção do jornal Diário Popular, fizeram parte da onda acusatória contra os proprietários e funcionários da Escola Base a Folha de S.Paulo, O Estado de S.Paulo, SBT, TV Globo, Veja, TV Record, Rádio e TV Bandeirantes e IstoÉ. Escrevendo sobre o caso, o psicanalista Raimundo de Lima destacou que "as indenizações obtidas por danos psicológicos, morais e materiais não conseguirão reverter o que eles perderam de saúde, de dignidade, de imagem pessoal e profissional limpa perante a sociedade. Não conseguirão reaproximar casais, pais e filhos e amigos, todos afastados pela contaminação do veneno da delação e da acusação vazia". Lições de Reich A execração pública dos proprietários da Escola Base foi um dos episódios mais perversos protagonizados pela grande imprensa brasileira. O caso mostrou à larga quão insidiosa pode ser a imprensa quando descuida de seu dever básico – a busca da verdade. Guardando-se as proporções, o sofrimento causado aos donos da Escola Base guarda paralelos com aquele sofrido pelo capitão Alfred Dreyffus, na França, no limiar do século 19. Neste episódio as honras da justiça foram feitas por um cidadão extraordinário, o escritor Émile Zola. A ele, tão somente, coube a missão de reconstruir os pilares da justiça e seu libelo "J´Accuse!" (Eu acuso!) é uma das mais instigantes peças jamais escritas em defesa da justiça e da liberdade humana. Conta-se que, ao insurgir-se contra a imprensa francesa e contra as forças armadas da França, Zola dedicou o melhor dos seus talentos, seu tempo, suas finanças, sua saúde. E é fato que enquanto na fria madrugada parisiense uma luz bruxuleava (sempre quis usar esta palavra!) no andar térreo da casa do notável escritor, isso era sinal de que a consciência da França estava acesa. Deixemos São Paulo e Paris de lado e voltemos ao tema. Pois bem, não se trata de ser de direita ou de esquerda porque essa discussão há muito passou a se assemelhar àquelas infindáveis discussões para saber qual era o sexo dos anjos. O debate atual – e aquele que realmente importa – é o existente entre os que têm (educação superior, cargos, títulos, riqueza) e os que não têm (saneamento básico, educação formal, emprego). Neste debate o papel da imprensa é crucial. Porque precisamos tratar mais do mundo que queremos do que do mundo que temos. Pensar hoje nas gerações futuras. Mas como fazer isso se, lamentavelmente, sabemos quão conservadora é a nossa grande imprensa, quão imediatista, quão dissociada da defesa dos valores humanos ela vem se mostrando? O austríaco Wilhelm Reich (1897-1957), considerado gênio por alguns e louco por outros, foi o maior revolucionário da Psicologia do século 20. Pioneiro da revolução sexual, precursor dos movimentos ecológicos e da psiquiatria biossocial, Reich desenvolveu também artefatos usados na cura do câncer e na diminuição dos efeitos negativos da energia nuclear. É dele uma frase que tem me incendiado a imaginação sempre que me ponho a pensar sobre a mídia que temos e aquela que gostaríamos de ter. Eis a frase: "Cada ato mesquinho nosso faz retroceder mil passos qualquer esperança que possa restar quanto ao nosso futuro". Washington Araújo é jornalista e escritor. Mestre em Comunicação pela UNB, tem livros sobre mídia, direitos humanos e ética publicados no Brasil, Argentina, Espanha, México. Tem o blog http://www.cidadaodomundo.org E-mail - wlaraujo9@gmail.com (Correio do Brasil)

Para isso que deveria servir a igreja: Conscientizar o POVO.

Esse padre é 10.
Sobre a decisão de retirarem a Cruz dos lugares públicos. Resposta bem dada de um padre consciente.
Espalhe que esta é boa....


Comentado por  Jorge Costa-J C:



Sou Padre católico e concordo plenamente com o Ministério Público de São Paulo, por querer retirar os símbolos religiosos das repartições públicas.
Nosso Estado é laico e não deve favorecer esta ou aquela religião.
A Cruz deve ser retirada!
Nunca gostei de ver a Cruz em tribunais,onde os pobres têm menos direitos que os ricos e onde sentenças são vendidas e compradas.

Não quero ver a Cruz nas Câmaras Legislativas, onde a corrupção é a moeda mais forte.

Não quero ver a Cruz em delegacias,cadeias e quartéis,onde os pequenos são constrangidos e torturados.

Não quero ver a Cruz em prontos-socorros e hospitais, onde pessoas (pobres) morrem sem atendimento.

É preciso retirar a Cruz das repartições públicas, porque Cristo não abençoa a sórdida política
brasileira,causa da desgraça dos pequenos e pobres.



Frade Demetrius dos Santos Silva - São Paulo/SP

Contraponto 1870 - "Dilma e o Terrorismo"

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Airton de Farias

Fábio Campos, colunista de O Povo [jornal cearense], entrou na cantilena dos jornaizões do sudeste contra Dilma, ressaltando o passado “terrorista” da candidata de Lula. É um jogo perigoso, pois Fábio faz analises históricas totalmente descontextualizadas. Jornalista não é Historiador. Trabalhar com história requer conhecimentos sobre teorias e metodologias da área, coisas que certamente não se ensina na faculdade de jornalismo. E nem se aprende lendo a Veja. Um dos erros maiores dos historiadores é o anacronismo, ou seja, levar valores de uma época para outra. Esse é o erro recorrente de Fábio e do resto da imprensa brasileira quando fala do passado.

Fabio Campo ressalta na coluna de O Povo o discurso de que Dilma era uma “terrorista, antidemocrática e que pretendia implantar uma ditadura comunista no Brasil”. Caro Fábio, nos anos 1960 e 70, ninguém estava muito preocupado com democracia, nem as esquerdas, nem as direitas, e nem a sociedade, em virtude da radicalização do jogo político e da Guerra Fria (tanto que os Estados Unidos e a União Soviética apoiaram regimes os mais nefastos). O que movia o sonho das pessoas naquele contexto era o da revolução e de como resolver os graves problemas sociais do mundo – uma prova é que no Brasil os militares chamaram o Golpe de 64 de “revolução”. Na conjuntura política dos anos 60 (marcada pela lutas antiimperialistas na África e Ásia, a exemplo da Guerra do Vietnã e da Independência da Argélia, processos violentíssimos e pelo impacto da Revolução da Revolução Cubana de 1959), a luta armada fazia parte das opções políticas existentes. Exemplo disso é Nélson Mandela, que defendia a luta armada e realizou até treinamento militar de guerrilha, episódio que a mídia hoje curiosamente esquece, pois interessa ressaltar o líder negro pacifista. Ora, Mandela mudou de posição. Muitas das pessoas (de esquerda), que pegaram em armas mudaram de posição, sobretudo no final dos anos 1970, quando em nova conjuntura, passou-se a valorizar a democracia como conhecemos hoje.

História é conjuntura. Fazer análises das pessoas sem levar em conta o contexto em que elas viveram é desonestidade intelectual ou tremenda falta de conhecimentos. As pessoas que chamam Dilma de “terroristas” esquecem, por exemplo, que boa parte do empresariado brasileiro, e cearense, contribuíram com a Operação Bandeirante, que formou um grupo paramilitar o qual surrava, prendia e eliminava os opositores, fossem guerrilheiros ou não. È esquecer que a imprensa apoiava, justificava e se auto-censurava pelo que estava acontecendo no Brasil. Foi o caso do jornal O Povo, que apresentava grandes relações com o ex-coronel e governador Cearense Virgilio Távora e com a Ditadura Militar, como se pode ver no anexo, um editorial do jornal de 11 de novembro de 1970 e uma propaganda de 4 de novembro do mesmo ano, em que se pede votos para a Arena, partido de sustentação do regime (atual Dem e que apóia o candidato José Serra). O Povo e Dilma defendiam regimes autoritários, caro Fábio – e agora, você vai condenar a empresa em que trabalha e seus patrões pelo passado “autoritário”?


Há ainda, caro Fábio, uma separação entre guerrilha, terrorismo e terror, termos que o senhor e o resto da imprensa confundem ou usam de forma inapropriada. Ao mencionar guerrilha, referimo-nos à forma de luta armada revolucionária cujo objetivo é a conquista do poder, destruindo as instituições existentes e emancipando socialmente as populações – como desejavam os grupos armados brasileiros dos anos 1960 e 1970 –, e não a uma simples tática militar. Conforme Noberto Bobbio, essa nova acepção de guerrilha vincula-se diretamente à experiência vitoriosa da revolução Cubana de 1959. A expressão não deve ser usada da maneira pela qual faziam a Ditadura Militar, a imprensa e seus aliados, como sinônimo de terrorismo, entendendo-se por este, conforme ainda aquele pensador, a prática política que recorre sistematicamente à violência contras as pessoas ou às coisas provocando o terror, isso de forma indiscriminada, ou seja, atingindo não somente o inimigo de classe, mas quaisquer pessoas próximas. O terrorismo, assim, não pode ser considerado uma forma de luta de classe, embora os grupos guerrilheiros eventualmente também recorram a ações terroristas contra pessoas ou grupos diretamente ligados à classe que se mantém no poder – não com freqüência, pois poderiam provocar vítimas inocentes e uma reação contrária da população, daí sua condenação por líderes como Lênin e Ernesto Che Guevara. Por fim, ainda seguindo o pensamento de Bobbio, compete distinguir terrorismo de terror, compreendido no sentido do instrumento de força e violência usado por parte de quem já detém o poder dentro do Estado para combater seus questionadores – é novamente o caso da Ditadura Militar brasileira, que sistematicamente recorria ao terror para reprimir as oposições de esquerdas, fossem armadas ou não. BOBBIO, Noberto. Dicionário de Política. Brasília: Editora Universidade de Brasília: São Paulo: Imprensa Oficial de São Paulo, 2000. p. 152, 577, 578, 1242 e 1243.

O fato de a esquerda desejar o socialismo e ter pegue em armas não diminui seu papel na resistência à Ditadura e sua contribuição para a democratização do Brasil – durante a II Guerra Mundial, por exemplo, vários comunistas, a exemplo dos italianos, que defendiam o sistema soviético, foram fundamentais na luta armadas contra o regime fascista de Mussolini. A questão de o projeto político das esquerdas ter fracassado ou não ter condições de materializar-se de forma nenhuma inviabiliza ou desmerece quem ousou lutar contra o que estava acontecendo no País.

E mais, caro Fábio, esse jogo dos serristas e Ciristas de lembrarem do passado “terrorista” de Dilma pode ser um tiro no pé. Explico. Um dos poucos atos de fato terrorista, atingindo civis inocentes, praticados pela esquerda brasileira foi realizada pela Ação Popular, grupo no qual militava José Serra!! Foi o desastroso atentado à bomba contra o então candidato a presidência Costa e Silva, no aeroporto Guararapes de Recife, a 25 de julho de 1966, no qual morreram duas pessoas e saíram feridas outras 14. Não vejo a imprensa em nenhum momento responsabilizando Serra ou o chamando de “terrorista” por esse episódio...

Quanto a Ciro Gomes, não há muitas polêmicas. Ciro pertence a uma oligarquia que governa Sobral há décadas. Ciro apoiava a Ditadura e tem uma vida caracterizada pelo oportunismo e incoerência. Foi cesista, depois apoiou Virgílio, depois Tasso, depois foi tucano, depois freirista, depois lulista e agora socialista!!! Que político! É cômico ver como Ciro é tratado no Ceará – poucos têm coragem de apontar o absurdo que é a trajetória política desse sujeito!

É muito fácil ficar falando sozinho numa coluna de um jornal, caro Fábio. Democracia pressupõe debate. Abra o debate e vamos discutir democraticamente.

http://contrapontopig.blogspot.com/2010/04/contraponto-1870-dilma-e-o-terrorismo.html

*Airton de Farias - Professor e Historiador (Mestre em História Social pela Universidade Federal do Ceará), autor de HISTÓRIA DO CEARÁ, DA PRÉ-HISTÓRIA AO GOVERNO CID GOMES e ALÉM DAS ARMAS, GUERRILHEIROS DE ESQUERDA NO CEARÁ DURANTE A DITADURA MILITAR (1968-72).

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PITACO DO ContrapontoPIG

Artigo do Professor Airton de Farias dirigido ao colunista Fábio Campos do Jornal O Povo (CE)

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Ilustração: AIPC - Atrocious International Piracy of Cartoons

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http://santanadoipanema.blogspot.com/

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Dilema de um líder

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"Serra tem muita experiência e é um grande líder [Nota Assaz Atroz: Fernandinho Beira-Mar também é um líder]. Mas tem um problema sério. Vou formulá-lo de maneira abrupta: e se Serra for um blefe? [...]Serra está confrontado a um impasse. Não pode elogiar Fernando Henrique e não pode atacar Lula. Que candidato ele pode ser? Qual é seu terreno? Ele pode ser um blefe nesse sentido. Na campanha, vai ter de prometer continuidade para os programas do PT. Quando Sérgio Guerra disse que o PSDB faria tudo diferente, foi um desastre [... Isso pode fazer com que a campanha se torne virulenta?] ... na blogosfera, já começou... É terrível, a começar pelo episódio da ficha policial falsa de Dilma... É um sinal do que está por vir... Vai ser um vale-tudo monumental... (Luiz Felipe de Alencastro, no Valor, explicita a metáfora utilizada por Dilma para caracterizar os tucanos nesta eleição: lobos em pele de cordeiro; 09-04)"

http://www.cartamaior.com.br/templates/index.cfm?alterarHomeAtual=1&home=S


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Caos presidio feminino do ES inspira MG a criar creche em presidio feminino

domingo, 28 de março de 2010

Creche no presídio: sofrimento das presas de Tucum "inspirou" criação em Minas


Matéria da IstoÉ sobre a vida no presídio modelo de Minas Gerais, o Centro de Referência à Gestante Privada de Liberdade, em Vespasiano, região metropolitana de Belo Horizonte, diz que a precária situação das presas de Tucum, no Espírito Santo, serve de inspiração a outros estados para evitar o mesmo erro.

O presidio mineiro, inaugurado em janeiro, é a primeira unidade do País em condições de receber presas com filhos de até 1 ano. Iniciativa que faz o estado pioneiro de um movimento pela humanização dentro do sistema prisional brasileiro, com cerca de 30 mil mulheres num universo de 470 mil confinados.

O número de presas cresce 11% ao ano, enquanto o de homens aumenta 4%. A expansão da população carcerária feminina trouxe o desafio evidente de lidar com cada vez mais detentas grávidas ou com filhos pequenos.

Com 47 mulheres acompanhadas de seus bebês, o Centro de Referência não tem celas e grades nos seus quatro mil metros quadrados cercados por árvores. São alojamentos com até oito camas e oito berços, de portas abertas, dando acesso à brinquedoteca, banheiros, área para banho de sol, espaço com tevê.

O espaço alugado era uma clínica psiquiátrica. A reforma custou ao governo R$ 150 mil. A demanda é tão expressiva que as gestantes nem vão mais para lá (apesar do nome). Permanecem em uma ala no Complexo Penitenciário Feminino Estevão Pinto, em Belo Horizonte, até darem à luz e seguirem com suas crianças para o centro.

A ideia é ampliar o local no ano que vem, oferecer 100 vagas e ter capacidade para as grávidas. "Começamos a pensar o projeto em 2007", diz Maurício Campos Júnior, secretário de Defesa Social do Estado. "No ano seguinte, percebemos o aumento no número de mulheres presas e que precisavam urgentemente de uma unidade adequada às necessidades da maternidade."

Enquanto isso, no resto do País, muitos meninos e meninas passam a infância em presídios e cadeias, pois não têm quem possa cuidar deles. A maioria nem tem infraestrutura para abrigar adultos, o que dirá crianças, diz a IstoÉ.

A  revista lembra que "no final de outubro, por exemplo, uma denúncia mostrou que 88 mulheres viviam presas em quatro contêineres no Presídio Feminino de Tucum, no Espírito Santo " e observa, "são fatores que fazem da unidade de Vespasiano um sonho perfeito dentro do sistema prisional".

A iniciativa do governo mineiro se adiantou à lei sancionada em maio, que obriga os Estados a oferecer espaços adequados para as presas mães poderem criar seus filhos. O projeto é de autoria da deputada federal Fátima Pelaes (PMDB), do Amapá.

São Paulo é um dos primeiros Estados a se adequar. Já estão em construção dois presídios femininos, um em Tupi Paulista e outro em Tremembé, com alas especiais. Outras cinco penitenciárias estão em processo de licitação. O Ceará também estuda licitações.

"Quando o homem é preso, é a mulher que mantém a unidade familiar em casa", afirma Andréa Neves, presidente do Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas) e irmã do governador Aécio Neves. "Se a presa for ela, o mais comum é que os filhos sejam entregues aos parentes e o marido a abandone. Fortalecendo a relação mãe-bebê, o risco e o impacto são menores".

C/ a revista IstoÉ

A ROSA TECNOLÓGICA



Laerte Braga


Um dos participantes do BBB vestiu-se de coelho e pôs-se a distribuir ovos de páscoa doados por um diretor da GLOBO a crianças da AMICCA (AMIGOS DA CRIANÇA COM CÂNCER). Às doações juntou-se um empresário e a sister Anamara, a pós silicone. O fato foi registrado pelo site da própria GLOBO e lá está o nome da loja que cedeu a fantasia de coelho ao brother.

 A empolgação foi tanta que o distinto decidiu sair do hotel onde se encontra hospedado já com a fantasia.

A UNESCO revelou hoje que Cuba é o país com melhor desempenho na educação em toda a América Latina. O relatório divulgado anualmente sobre o assunto afirma que em termos de cumprimento das metas de acesso e qualidade de ensino Cuba deixa para trás todos os países latino-americanos e está à frente de países do chamado primeiro mundo como Suíça, Bélgica e Espanha.

O Brasil está em octagésimo oitavo lugar, atrás da Argentina (38º), Uruguai (39º) e Venezuela (59º). O ensino básico e o médio são responsabilidade de estados e municípios. O governo de São Paulo desde os primeiro momentos de José Collor Arruda Serra optou por impor livros da Editora Abril (que edita VEJA), sem concorrência, licitação, tanto quanto por enquadrar professores movidos a salários de fome através de borduna da Polícia Militar.

Não faz diferente o governador, ex-governador, tucano de Minas Gerais Aécio Neves.

Em compensação a Editora Abril através de seu carro chefe VEJA somou-se à coligação GLOBO/PSDB/PPS com o firme propósito de eleger Arruda Serra presidente da República.

Já Cuba, onde a saúde pública é modelo em todo o mundo, bom, aí é querer demais que o JORNAL NACIONAL noticie um fato desses. Escondem, lógico.

Quando era presidente da República FHC iniciou um processo de sucateamento da universidade pública, através de seu ministro da Educação, Paulo Renato. O negócio era transformar a educação de terceiro grau em grande negócio. Privatizar. O processo de recuperação é difícil, árduo, mas segue em curso desde que o atual presidente assumiu o governo.

Essa turma ameaça voltar.

O principal problema de José Collor Arruda Serra não é necessariamente ser funcionário de uma fundação norte-americana, ou ser corrupto. É só ter visto vaca ao vivo com mais de cinqüenta anos de idade. Duvido que FHC já tenha visto alguma. Só se cerca de espelhos.

E espelhos côncavos esféricos. Ou seja, aqueles que um feixe de luz paralelo ao eixo ótico desvia tudo para um ponto comum sobre esse eixo, na verdade o foco. Traz a sensação de ser a luz de uma estrela.

Fellini certa feita perguntou a um ator que pretendia um papel num de seus filmes se tinha alguma opinião sobre flores, rosas especificamente. Enquanto ia conversando ia desenhando uma caricatura do ator. Colocou-lhe um chifre à testa e disparou mostrando o desenho feito num guardanapo – “está disposto a um papel assim?” –  

Noutro de seus filmes o personagem subia uma escada do lado de fora de um celeiro conduzindo uma vela. Os técnicos, na edição, entendiam que a luz da vela não gerava sombra e Fellini exigiu a sombra. Colocaram-na a contragosto. Lançado o filme a crítica passou uma semana discutindo o significado da vela e da sombra.

Fez um desenho dos técnicos num guardanapo e entregou-lhe dizendo – “por isso é que o gênio sou eu e os técnicos são vocês” –. Não havia arrogância, Fellini não tinha nada de arrogante, nem rompantes de estrelismo, apenas risos.

“Toda luz gera uma sombra” disse o diretor. “Ou vice versa, pelo menos deveria ser assim”.

Do caos nasce a ordem? Deve ser. Mas de Arrruda Serra não nasce nada. É como Átila, o rei dos Hunos. “Por onde o cavalo de Átila passa não medra grama”.

Não sei o efeito que a visão da vaca causou a Arruda Serra. Mas existe o risco, não pode ser descartado, o de termos um novo Incitatus.

Segundo Foucault os avanços foram produzidos pelos desatinados. Atinados acordam sempre no mesmo horário, fazem suas ablações sempre do mesmo jeito, tomam o mesmo café eternamente e olham as rosas como se nada significassem. Flores bah!

“As rosas simplesmente exalam o perfume que roubam de ti”. Cartola. Não freqüentou escolas requintadas. Só o Morro da Mangueira. Não sabia o princípio da física que faz com que a garrafa térmica mantenha o café aquecido durante um determinado tempo, mas entendia de cachaça e alma. 

E de dor.

No Japão cientistas produzem rosas com tecnologia de ponta que de tal forma se assemelham às rosas reais que trazem perfume. Sem os “inconvenientes” dos espinhos.

É uma sombra da qual não vai nascer luz alguma, em momento algum. Não devem ter ouvido Vinícius de Moraes e a “rosa de Hiroshima”. São especialistas em caçar baleias e golfinhos.     

Uma vez Fellini infernizou a vida de uma atriz norte-americana. Foi posta no filme pelo produtor, era amante do produtor. Toda a sua participação foi filmada numa só semana. Federico esculachou a mulher em todos os momentos. Chamava-a de amante. Não gostava de norte-americanos e de quem falasse inglês.

Meia hora depois de ter deixado o estúdio para pegar o avião de volta para casa a moça voltou, mas para os braços de Fellini. “Você desvendou minha alma”. Prorrompeu em prantos e se disse pronta a ser atriz e a ser mulher.

Donald Sutherland, o filme era CASANOVA, nunca entendeu direito a situação, mesmo porque, estava filmando sem falas e o diretor lhe disse que ainda não as havia feito, que falasse qualquer coisa, o que lhe viesse à cabeça.

“Ela continua tendo um defeito, fala inglês e é americana, acha que pizza com frango é pizza. Isso é imperdoável”.

A obsessão pela loba amamentando Rômulo e Remo.

Os caras hoje entendem de jatos estonteantes cruzando os céus e campos de golfe. Ah! De cintos italianos também. Compram rosas tecnológicas.

Não têm a menor idéia da arquitetura de uma estrada escura ou da existência de Filgueiras. Uma escuridão que termina em luz dourada.

Senhoras e senhores, a vida em tecnologia (anos atrás era em tecnicolor e cinemascope).

Aécio vai fazer o discurso de lançamento da candidatura de Arruda Serra com o propósito de desmentir a fama de infiel. Pois é. É de Tancredo, seu avô, a frase “dá uma vontade danada de trair em determinados momentos”.

Cinco jornalistas e vários camponeses foram assassinados pelo governo de Honduras nesta semana que termina. É a democracia. Obama já anuncia que vai reforçar a base militar norte-americana em Tegucigalpa para evitar contratempos. E segundo Hilary Clinton os EUA querem suspender o embargo contra Cuba, Fidel e Raul é que não querem.

A moça está ainda sob o efeito Lewinsky. Blow job no salão oval da Casa Branca.

É como dizia Jânio Quadros ao ser chamado de Jânio por uma estudante durante uma palestra, no momento das perguntas. “Alto lá senhorita! Senhor Jânio Quadros. Não dormimos juntos, não lhe dei essa intimidade. Não trocamos carícias”.

“Fi-lo porque qui-lo”.

As rosas tecnológicas são como corpos que caem a cada esquina.

Vem aí um monte de novos shoppings…

E levas de brothers e sisters distribuindo ovos.    

PELEGUISMO: UGT um sindicato patronal laranja da FIESP/DASLU

----- Original Message -----
From: André Lux


 09/04/2010 às 00:05


Por Valério Paiva
Fotos: André Michiles

Na véspera da audiência pública do chanceler Celso Amorim na Comissão de Relações Exteriores do Senado sobre a política externa brasileira, no último dia 06 de abril, o Consulado Cubano e os órgãos de imprensa receberam um release da União Geral dos Trabalhadores (UGT), anunciando que iriam organizar um ato de suposta ?solidariedade ao povo cubano?, em frente ao Consulado de Cuba em São Paulo. A convocatória da manifestação organizada pela UGT, que foi repercutida favoravelmente no site da revista Veja, indicava que se tratava de um apoio direitista ao movimento das chamadas ?Damas de Branco?, incentivado pela comunidade ?gusana? em Miami.

Em menos de 24 horas, várias entidades se articularam junto ao Movimento Paulista de Solidariedade à Cuba e convocaram um ato de defesa do povo cubano contra a manifestação da UGT. Mesmo com a surpresa e a dificuldade de mobilização, em pouco tempo, na manhã de quarta-feira, 07, cerca de 150 ativistas de inúmeras organizações e movimentos sociais se colocaram na calçada em frente ao Consulado de Cuba em São Paulo, em Perdizes.

Em solidariedade à ilha socialista, estavam presentes representações de diversos partidos e organizações da esquerda, de apoiadores explícitos aos mais críticos ao regime do Partido Comunista Cubano, como o PSOL, PCB, PT, PCdoB, Liga Estratégia Revolucionária, PCR, Consulta Popular e PCML, alem da CUT, Intersindical, CTB, Uneafro, MST e vários ativistas dos direitos humanos, como o vereador Jamil Murad (PCdoB), o advogado Aton Fon Filho e representantes do mandato do deputado estadual Raul Marcelo (PSOL).

Ato factóide
A UGT chegou logo depois, com pouco mais de 300 pessoas ligadas aos sindicatos dos Comerciários e dos Padeiros de São Paulo. Com exceção dos líderes, ninguém ali sabia os motivos do ato. Manifestantes pagos, que estariam recebendo entre R$ 50,00 (as mulheres) e R$ 100,00 (os homens) não escondiam que estavam ali ?trabalhando?. Alguns chegavam a falar frases como ?não estou nem aí para Cuba e sim para o meu bolso?. As mulheres estavam vestidas com as camisetas brancas distribuídas pela UGT, e seguravam uma rosa vermelha representando as ?Mulheres de Branco?. E os homens, conhecidos como ?bate-paus?, vieram para fazer provocações, criar tumulto e agredir os defensores de Cuba, que estavam no outro lado da rua, na calçada do Consulado.


A Policia Militar interveio para garantir a integridade do corpo consular, usando muitas vezes a força para separar os bate-paus que tentavam atravessar a rua, invadir a calçada do Consulado e agredir os ativistas defensores de Cuba. Gás pimenta chegou a ser usado pela força policial, enquanto fechava o trânsito da residencial Cardoso de Almeida, provocando trânsito na região. O comerciante Ricardo Patah, presidente da UGT, e Canindé Pegado, secretário geral dessa central, e o presidente do Sindicato dos Padeiros Chiquinho Pereira, ordenavam que os ?manifestantes de aluguel? provocassem e atacassem os ativistas pró-Cuba.

Enquanto ocorria o ato durante a manhã, a assessoria de imprensa da UGT se apressava a espalhar nota à imprensa dizendo que um ato pacífico ocorria sem nenhum tumulto no consulado cubano. Por volta do meio-dia, o ato terminou como se fosse o final de algum expediente, com a explícita distribuição do pagamento aos contratados na frente de todo mundo, com direito à exibição de notas por parte de alguns dos supostos "manifestantes?.

Com o fim da manifestação anti revolução cubana, o Cônsul de Cuba em São Paulo, Carlos Trejo, abriu as portas do consulado para os ativistas, que foram recepcionados pelos funcionários do corpo consular e saudados pelos representantes da República de Cuba.
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2010/04/469388.shtml
Via rede do Castor

Os políticos corruptos e seus pares: Os donos da mídia são os que ...

A Criminalização dos movimentos de defesa da sociedade pela  Mídia:

Stedile: “A mídia critica nossas ocupações, mas faz vista grossa às terras griladas pela Cutrale e Daniel Dantas”
http://www.viomundo.com.br/entrevistas/stedile-a-midia-e-as-elites-criticam-as-nossas-ocupacoes-mas-faz-vista-grossa-as-terras-griladas-pela-cutrale-e-por-daniel-dantas.html

Enviada por Paulo Avila


Agora saiba o porque:


OS DONOS DA MÍDIA NO BRASIL
 
 
GRUPO 1

 
O primeiro grupo – os “cabeças-de-rede” – são as famílias que controlam as redes de nacionais de comunicação, de TVs, rádios, e jornais de circulação nacional.

- Organizações Globofamília Marinho

- Rede Record – Igreja Universal - Edir Macedo

- Sistema Bandeirantes de Comunicação – família Saad

- Sistema Brasileiro de Televisão–SBTSilvio Santos

- Grupo O Estado de São Paulo (Estadão)– família Mesquita

- Grupo Folha de São Paulofamília Frias

- Grupo Abrilfamília Civita (responsável por 70% do mercado de revistas do país, incuindo a Veja).

É importante ressaltar que alguns desses grupos possuem também portais na internet e agências de notícias (ex. UOL, da folha; globo.com; agência Estado; agência globo).
 
 
 
GRUPO 2
O segundo grupo de “donos da mídia” é composto por grupos nacionais e regionais com presença econômica expressiva e alguns fortes grupos regionais.
 
Entre estes grupos estão:
 
o Grupo RBS da família Sirostski no RS
as Organizações Jaime Câmara em Goiás e Tocantins
o Jornal do Brasil, no DF
a Gazeta Mercantil, em SP
 
 
 
GRUPO 3
O terceiro grupo é composto por grupos regionais de afiliados às redes nacionais de TV.
 
Neste grupo estão presentes as oligarquias regionais que, obviamente, controlam tanto o poder econômico, quanto o político.
 
Outra questão importante a ressaltar é que, embora vinculados às redes nacionais de TV, esses grupo locais controlam todo o sistema de comunicação regional por meio de inúmeras rádios e jornais.
Exemplos em alguns estados:
 
Ceará
família Jereissati (do Senador Tasso Jereissati - PSDB)
 
Rio Grande do Norte
família Maia (do Senador Jose Agripino Maia - DEM) e
família Alves  (do Senador Garibaldi Alves Filho - PMDB)
 
Bahia
família Magalhães (do deputado ACM Neto - DEM)
 
Maranhão
família Sarney (do Senador José Sarney - PMDB)
 
Alagoas
família Collor (do Senador Fernando Collor de Mello - PRTB)
 
Sergipe
família Franco (do Senador Albano Franco - PSDB)
 
Pará
família Pires (do Deputado Vic Pires - DEM)
Mais detalhes no quadro 5 do arquivo anexo.
 
 
GRUPO 4
O quarto grupo é composto por pequenos grupos regionais de TV, rádio e jornais ou ainda por veículos de pequena participação no mercado de mídia, mas que muitas vezes são apêndices de fortes grupos que atuam em outros ramos da economia.
 
Um bom exemplo dessa situação  é a TV Brasília, que durante um bom tempo foi propriedade do Grupo Paulo Octávio.
 
Ou seja, os pequenos grupos de mídia estão também, em sua maioria, sob controle do poder local.
 
É por isso que nos municípios do interior do país, o dono da rádio local é também o chefe político municipal.
 
Jornal do Brasil
 
O Jornal do Brasil é publicado na cidade do Rio de Janeiro e atualmente pertence ao empresário Nelson Tanure, do grupo Docas Investimentos, que também administra  a revista Forbes no Brasil e agência de notícias InvestNews.
 
É tradicionalmente voltado para uma elite diminuta da classe alta que se concentra na Zona Sul do Rio de Janeiro e que se pretende formadora de opinião, a nível nacional.
 
Gazeta Mercantil
 
Apesar de haver fechado em maio de 2009, o jornal Gazeta Mercantil continua sob o controle acionário do grupo Docas Investimentos, do empresário Nelson Tanure, e conta com uma redação unificada com os demais produtos jornalísticos da empresa  (JB, a Forbes e a agência de notícias InvestNews).
 
Histórico
 
A crise que deflagrou na transferência do controle acionário da família Levy para Nelson Tanure ocorreu no final da década de 90 e início dos anos 2000. Após anos de liderança absoluta no mercado, as contas da empresa se deterioraram e, ao mesmo tempo, a direção do jornal decidiu ampliar as áreas de atuação, com investimentos em internet e televisão.
 
As novas áreas contaram com parceiros que foram a Portugal Telecom, antiga controladora da Telesp Celular - atualmente Vivo, na web e a TV Bandeirantes e a TV Gazeta, controlada pela Fundação Cásper Líbero, na televisão.
 
O jornal passou pela crise e uma drástica reestruturação nos últimos anos.
Tinha uma tiragem de 70 mil exemplares de acordo com levantamento do IVC de julho/2007.
 
Em 25 de maio de 2009, Nelson Tanure anunciou que devolveria a administração do jornal aos proprietários anteriores, não se responsabilizando mais pela publicação a partir de 1 de junho.
Alegou que herdou dívidas de mais de 200 milhões de reais em processos trabalhistas.
 
Dessa forma, a última edição do jornal foi a de 29 de maio de 2009.
 
O grupo português Ongoing negou interesse em comprar o jornal "porque o título tem uma dívida muito grande", mas animou-se com a possibilidade de ingressar na imprensa econômica brasileira, aproveitando o vácuo deixado pela interrupção.
 
O grupo Ongoing estreou o jornal Brasil Econômico em 8 de outubro de 2009.

Enviado por jacob Blinder e Arthur Gonçalves

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Epidemia de base militares em Nuestra America: EUA e Honduras inauguram uma na fronteira com Managua e planeja novas bases para o Brasil e Peru

Boletim nº205 , 09 de Abril de 2010

É a segunda base dos EUA em Honduras, além de Soto Cano, que era usada na década de 1981 para combater os revolucionários da América Central. Esta seria fechada pelo presidente deposto, Manuel Zelaya, para virar um aeroporto civil.
leia na íntegra

 No ADITAL:


Adital -
Desde a Holanda, ameaçam guerra com a Venezuela.
Na véspera da primeira visita do Primeiro Ministro da Rússia, Vladimir Putin, a Venezuela e à assinatura de acordos para incrementar as capacidades de defesa do governo venezuelano, Washington move suas peças para recuperar sua dominação militar na região.
Enquanto a Venezuela se prepara para receber a Vladimir Putin, que vem para concretizar vários convênios que incluem a entrega de helicópteros Mi-17 e a aquisição de 92 tanques russos T-72 e do lança-mísseis múltiplo Smerch, o porta-aviões estadunidense "USS Carl Vinson" navega pelas costas do Peru, realizando manobras conjuntas com a Força Aérea e a Armada peruanas. O porta-aviões -o terceiro em tamanho do pentágono- está acompanhado por uma frota de ataque composta por vários navios de assalto, destruidores, componentes aéreos e helicópteros antissubmarinos.

Apesar de que portavozes do Pentágono afirmaram que Washington realiza essas manobras na região de forma rotineira, a presença militar estadunidense tem se incrementado de maneira alarmante no hemisfério desde 2006, quando a Venezuela começou negociações em matéria de defesa com a Rússia.

Foi naquele momento que o governo dos Estados Unidos classificou a Venezuela como um país "que não colaborava suficientemente com as lutas contra o terrorismo" e impôs uma proibição de venda de armamento e equipamentos de defesa a esse país sulamericano. Como consequência, o governo de Hugo Chávez teve que buscar outros sócios que não estavam sujeitos às pressões de Washington. A Venezuela, país então dependente dos Estados Unidos em matéria de defesa, tinha duas opções: deixar que suas Forças Armadas se debilitassem e que o país ficasse sem capacidade de defesa, ou encontrar outros países não subordinados à agenda de Washington que também possuíam a capacidade tecnológica para satisfazer suas necessidades de defesa.
Até a data, a Venezuela comprou armas russas por um total de 4 bilhões de dólares e mantém projetos em matéria de energia e transferência tecnológica com o governo russo, que busca estreitar as relações entre dois megaprodutores de petróleo e gás.
MAIS BASES MILITARES DOS ESTADOS UNIDOS NA REGIÃO
O Secretário de Defesa dos Estados Unidos, Robert Gates, anunciou uma visita ao Brasil, em abril de 2010 para concretizar planos de criar no Rio de Janeiro uma base militar conjunta para "vigiar o tráfico de drogas na região". A base, que fará parte de um eixo entre os EUA, Portugal e Brasil, cobrirá a zona do Atlântico Sul e servirá para a cooperação multinacional "contra o tráfico de drogas e o terrorismo".
Na semana passada, o Embaixador de Washington na Colômbia, William Brownfield, revelou que seu país já estava assinando acordos militares com dois outros países latinoamericanos. Brownfield negou-se a revelar os nomes dos dois países com os quais, segundo ele, "já estavam prontos" os acordos que permitiriam uma expansão militarista dos Estados Unidos na região.
Um acordo militar entre a Colômbia e Washington causou graves preocupações na região quando foi anunciado no ano passado. Além de permitir a ocupação de sete bases militares na Colômbia, o acordo também autoriza o uso de todo o território colombiano para realizar operações militares. Um documento oficial da Força Aérea dos Estados Unidos, de maio de 2009, explicava que Washington necessitava assegurar a presença na Colômbia para realizar operações militares de "amplo espectro" por toda América do Sul e para "combater a constante ameaça... dos governos antiestadunidenses na região". O documento também explicava que através das bases militares na Colômbia, as Forças Armadas estadunidenses "melhorariam sua capacidade de executar uma guerra expedita" na região.
Também foi concretizado, no final de 2009, um acordo entre Washington e o Panamá para estabelecer 11 bases militares operativas para "lutar contra o narcotráfico". Os Estados Unidos ocuparam a base aera Howard, no Panamá, até 1999, quando finalizou o contrato militar entre os dois países. Em vez de abrir outra base militar grande na região, e com a desculpa de lutar contra o narcotráfico, Washington optou por estabelecer vários lugares de operações de avançada (Foward Operating Location "FOL", em inglês) em El Salvador (Comalapa), no Equador (Manta), Aruba e Curaçao. Em 2009, todos os contratos para essas bases militares foram renovados, menos no Equador. No entanto, a presença militar dos Estados Unidos em Manta foi facilmente trasladada para a Colômbia, apenas com a assinatura de um novo acordo com Washington.
Essas bases permitem aos Estados Unidos um alcance regional no âmbito aéreo e marítimo.
A HOLANDA PREPARA A GUERRA COM A VENEZUELA
As bases de Washington em Aruba e Curaçao, ilhas que fazem parte do Reino da Holanda, têm sido utilizadas durante os últimos anos para intimidar e provocar a Venezuela. Entre visitas de porta-aviões, submarinos nucleares, aviões de guerra e milhares de tropas e forças especiais estadunidenses, essas pequenas ilhas localizadas a poucos quilômetros da costa venezuelana foram metidas em um conflito crescente entre Washington e a Venezuela. Ao mesmo tempo, o governo holandês promoveu uma campanha contra o governo de Hugo Chávez, na tentativa de demonstrar que a Venezuela tem planos de invadir as ilhas holandesas (Aruba, Bonaire e Curaçao).
O governo venezuelano rechaçou tais acusações de maneira contundente. No entanto, um dos jornais mais lidos na Holanda, De Telegraaf, publicou um artigo intitulado "Venezuela ameaça com guerra", que revelava que "O Departamento de Defesa da Holanda está considerando seriamente que poderia declarar guerra a Venezuela devido suas intenções de invadir as Antilhas holandesas".
A Holanda, aliada próxima de Washington e membro da OTAN, permitiu a expansão militarista dos Estados Unidos em Aruba e Curaçao durante os últimos anos para tentar contrapor a influência regional da Venezuela. Após o trágico terremoto no Haiti, em janeiro passado, Washington aproveitou a situação para enviar mais de 20 mil tropas ao Caribe, com modernos equipamentos militares.
A crescente presença militar dos Estados Unidos na América Latina evidencia as intenções de recuperar seu poder e dominação em uma das regiões mais ricas em recursos estratégicos do mundo.

COMUNICACION URGENTE DEL COFADEH e o retrato do GOLPISTA LOBO: 254 violaciones a los derechos humanos ha cometido el régimen de Pepe Lobo

COMUNICACION URGENTE DEL COFADEH

De carácter urgente el Comité de Familiares de Detenidos Desaparecidos en Honduras Cofadeh, se dirige a la comunidad nacional e internacional, para expresar nuestra profunda preocupación ante la comunicación oficial del gobierno emitida a través de cadena nacional, que en tono intimidatorio, similar al utilizado por locutores oficiales durante las cadenas de radio y televisión tras el golpe político militar de junio 2009, el llamado “Gobierno de Reconciliación y Unidad Nacional” utilizó esta tarde las frecuencias privadas y estatales de radio y televisión para recordar varias veces las sanciones penales por la fabricación, almacenamiento, transporte, uso, ingreso, adquisición o suministro de armas, explosivos o material de guerra o combate, destacando los fusiles AK47, subametralladoras, pistolas y chimbas (arma de fabricación casera).

El sorprendente anuncio en cadena es lanzado en momentos cuando han sido reportados por la población varios movimientos de tropas militares y aproximadamente 2,500 policías hacia la zona del Bajo Aguán, donde actualmente el Movimiento Unificado Campesino del Aguán (MUCA) discute con sus bases una propuesta de los empresarios René Morales (nicaragüense), Canales (salvadoreño) y Miguel Facussé Barjum (palestino), misma que ha hecho suya el “gobierno” que preside Porfirio Lobo Sosa.

El comunicado oficial no alude en forma directa al conflicto agrario del Aguán, pero es obvio que coincide con las advertencias hechas por el “ministro” de seguridad, Oscar Álvarez, durante la última reunión de negociación del conflicto en Casa Presidencial, el lunes pasado, cuando repetía que la Policía Nacional no podía negarse a la ejecución de la orden de desalojo emitida por jueces de la zona ante la toma de las tierras por el MUCA.
A la comunidad internacional alertamos que, mientras el señor Lobo Sosa hace esfuerzos políticos en la Capital por encontrar soluciones a la crisis agraria y busca su reconocimiento regional en Managua y Guatemala, su gobierno lanza al mismo tiempo las tropas militares y policiales hacia la zona, como una medida de presión y chantaje hacia más de 3,500 familias campesinas que discuten si aceptan o rechazan los ofrecimientos oficiales para ponerle fin al diferendo con los tres empresarios agroindustriales citados antes.

El comunicado sobre armas, en términos reales, es una acusación a las fuerzas sociales y políticas que rechazan la criminalización de los conflictos en Honduras, un típico comportamiento de la secretaría de seguridad
interior, que actúa en alianza con las Fuerzas Armadas hondureñas, claro reflejo de la ausencia de control del gobierno civil en los asuntos del Estado.

 De los hechos y de los hechores
, Ni  olvido ni perdón
Comité de Familiares de Detenidos Desaparecidos en Honduras, COFADEH
 
Tegucigalpa, M.D.C., 09 de abril de 2010
 


Banner Periódico digital especializado en Derechos Humanos, producido por el Cofadeh.-Comente la noticia o escríbanos a defensoresenlineacofadeh@gmail.com
 
 

254 violaciones a los derechos humanos ha cometido el régimen de Pepe Lobo

 
 
 
 La conferencia de prensa se desarrolló en la sede del Cofadeh
 
En menos de un mes de la llegada al poder del régimen de Porfirio Lobo Sosa,  se han cometido 254 violaciones a los derechos humanos, unos nueve casos diarios, lo que contradice el discurso de respeto a los derechos fundamentales, que a diario pregona ante la comunidad internacional.
Lo anterior fue informado a través de una conferencia de prensa del Frente Nacional de Resistencia Popular, FNRP, donde participó como invitado un delegado de la Plataforma de Derechos Humanos.Leer Más
 
 
 Enviado pela FIAN Internacional

UGT apoia campanha dos EUA contra Cuba



A tentativa da União Geral dos Trabalhadores (UGT) 
de endossar a ofensiva orquestrada pelos EUA contra
Cuba foi rechaçada, na quarta-feira (7), por 
manifestantes que levaram apoio à revolução cubana,
em ato realizado em frente ao consulado do país na c
apital paulista. O integrante da Secretaria de Relações 
Internacionais do PT, Max Altman, afirmou que a 
manifestação foi uma resposta àqueles que pretendiam
agredir a revolução.

“Este ato de apoio à revolução cubana 
é uma pequena recompensa a essa imensa 
solidariedade do povo e governo da ilha c
aribenha com os mais humildes deste planeta”, 
ressaltou o Max Altman.
O ato teve a presença de membros do 
Movimento Paulista de Solidariedade a Cuba, 
da Associação de Cubanos Residentes no Brasil (Ancreb),
da Marcha Mundial de Mulheres, 
da Central Única dos Trabalhadores (CUT), 
da Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) e 
do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), 
além de parlamentares e dirigentes de partidos políticos.

A suposta defesa dos direitos humanos pela UGT se restringe ao apoio à chacrinha direitista que busca promover um movimento autodenominado “Damas de Branco”, formado por agentes próamericanos sob orientação da CIA. O secretário de Relações Internacionais do PCdoB, Ricardo Abreu, lembrou que o grupo “representa uma minoria pouco expressiva”.
Ao mesmo tempo que fala de liberdade em Cuba, a UGT ignorou o vídeo secreto do Pentágono que veio a público nesta semana, mostrando o frio assassinato de iraquianos por um ataque de dois helicópteros Apache em Bagdá, ocorrido em 12 de julho de 2007.
http://www.horadopovo.com.br/ModelosNovaEdicao/P3/pag3d.htm

Enviado por Evaldo Chaves

CUBA: O MELHOR DA AMÉRICA LATINA EM EDUCAÇÃO, DIZ UNESCO

CUBA: O MELHOR DA AMÉRICA LATINA EM EDUCAÇÃO, DIZ UNESCO

Relatório da Unesco classifica Cuba em 1º lugar
(entre todos os países da América Latina) no cumprimento das metas
de acesso e qualidade de ensino.
Na lista de 128 países, Cuba está em 14º lugar, à frente de países ricos
como Espanha (17º), Suíça (20º) e Bélgica (23º).
No ensino básico o desempenho foi extremamente bom; 85% dos alunos têm
habilidade de leitura além do básico; mais de 40% alcançaram o nível mais alto.
Argentina (38º), Uruguai (39º) e Venezuela (59º) também se aproximam da
“Educação Para Todos” (100% dos alunos concluindo o ensino básico).

O Brasil: 88º lugar.
As causas, diz a Unesco: a alta taxa de repetência e o baixo índice
de conclusão da educação básica, principalmente.
O MEC relatava (2007): 4,8% dos alunos abandonaram
o ensino fundamental; no ensino médio a taxa subiu para 13,2%.
Ajudar os pais, exploração do trabalho infantil e falta de interesse,
são os motivos principais destes números.

Carta ao Ministro do STF Cesar Peluzzo

Quinta-feira, 8 de Abril de 2010 16:35:51 [reformapoliticanobrasil] Ao Presidente do STF - Relatorio da situação da Segurança Publica e violações de DH no estado do ES [4 Anexos]
De:
Fernanda Tardin  
Exibir contato
Para: Ministro Cezar Peluzzo
Cc: gabmtoffoli@stf.jus.br; gabinete-lewandowski@stf.gov.br; marcoaurelio@stf.gov.br; gabminjoaquim@stf.gov.br; gaberosgrau@stf.gov.br; ellengracie@stf.gov.br; carlak@stf.gov.br; mcelso@stf.gov.br; anavt@stf.gov.br; gabcarlosbritto@stf.gov.br; webmaster@unog.ch; llo@unog.ch; cidhoea@oas.org... mais


Excelentíssimo Senhor Ministro Cezar Peluzzo

D.D Presidente do Supremo Tribunal Federal








À propósito do Seminário de Direitos Humanos promovido pela Comissão de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas em Salvador, BA, do qual V.Exa. é o anfitrião, encaminho anexos a este documento, dando conta de situações deploráveis em termos de Direitos Humanos em nosso País, sobretudo no estado do Espírito Santo, certa que V.Exa. lhes dispensará o tratamento adequado, tanto em termos de estudo, exame e conhecimento, como no encaminhar de soluções.

Essa dedução decorre da entrevista concedida por V.Exa. e publicada em vários veículos da mídia nacional, onde de forma precisa, correta e com diagnóstico que demonstra profundo conhecimento de causa e preocupação com os Direitos Humanos, entrevista que, a meu ver, pode ser tomada como marco delimitatório de uma nova era no campo desses Direitos.

Pelos anexos V.Exa. terá a visão de uma realidade já conhecida e da urgência de se modificar o sistema prisional, carcerário, com responsabilidades que transcendem ao Poder Judiciário, mas se inserem no Estado como um todo, incluindo Legislativo e Executivo, cada qual no limite de suas respectivas competências.

Aproveito a oportunidade para destacar que dentre as propostas surgidas e debates preliminares se inclui a da adoção da pena de morte em nosso Código Penal.

Trata-se, a meu ver, de um retrocesso visto que os dados levantados em países que adotam essa pena não revelam diminuição dos índices de violência e criminalidade. Ao contrário, recentemente, os avanços da genética permitiram provar que muitos dos condenados eram inocentes, fatos constatados através de um simples exame de DNA.

Uma sociedade se constrói e V.Exa. se insere entre os que pensam dessa forma, tomo como referência seus votos no STF, ao abrigo do Direito em seu sentido pleno, em sua essência e dessa forma é que chegaremos a um processo de constante e desejável aperfeiçoamento do processo democrático.

Nem sempre a condenação constitui-se instrumento democrático, mas sempre a Justiça com seu véu bem mais amplo, transforma-se em alavanca do ideal perseguido.

O que buscamos é Justiça.

Isso significa dizer respeito aos direitos humanos, reformas profundas no sistema carcerário, prisional, retomada dos ideais de recuperação dos transgressores e respeito ao outro, à medida que criminosos ou não somos seres humanos cobertos por um manto do Direito e da Justiça.

As denúncias que V.Exa. verá nos documentos anexos muitas vezes chocam, ou sempre chocam e nos fazem refletir sobre os caminhos e rumos tomados, tanto quanto mostram a imperiosa necessidade de buscarmos em reformas já delineadas por V.Exa. em sua entrevista, trilhas que signifiquem a prevalência dos Direitos Humanos como base, pilar de uma sociedade democrática e sociedade democrática implica em não excluir quem quer que seja dos direitos básicos e fundamentais.

Vivemos um mundo numa etapa de reconstrução de valores, de princípios, de caminhos, mas tendo como alicerces os valores e princípios básicos que, em suma, são os da vida, os que justificam e dão sentido a vida.

É o momento de chamarmos à responsabilidade aqueles que se omitiram e o de ousar buscar transformações capazes de nos colocar numa rota que reflita os sentimentos e ideais de todos os brasileiros.  

Que V.Exa. assim entenda as denúncias e fatos anexos, os comentários e artigos, que refletem a posição de uma humanista que sentiu na própria pele os efeitos da violência e nem por isso carrega o ódio ou se deixou cegar por sentimentos menores, passionais, mas busca, na percepção da realidade e da luta o primado do direito.

Com respeito e acatamento.


Fernanda Maria Tardin Waichert Pinheiro
CI 786 709 – SSP-ES
              nanda-igrat@ hotmail.com


É dessa maneira que acho que a sociedade precisa ver a questão da segurança pública:

- Precisa de saber o que gera a violência,
- Saber qual a conseqüência desse sistema penitenciário caótico.
- Saber o que eleva o custo da segurança pública ,




Então, visando conceder a V.Exa detalhes  e esclarecer de fato a sociedade brasileira,  colocamos aqui um exemplo em forma de anexos e de artigo, onde nas palavras de Laerte Braga, fizemos a denuncia representativa, aguardando que o ministro
Cezar Peluzzo, Presidente do Supremo Tribunal Federal , Responda com ações, se de fato vai modificar o sistema judiciário no país, e gerar no Congresso da ONU , sob pena de invalidar mais uma vez, com um discurso bonito,   pois não podemos seguir ouvindo discursos manipulados, mascarados  e permitir a continuidade dos crimes de Lesa Humanidade cometidos pelos donos do poder: Executivo, Legislativo, Judiciário e a mídia, como claramente visto e comprovado  nos recentes casos de SP, DF e muito mais fortemente exemplificado no ES.
Nessa matéria o ministro Peluzzo, coloca uma transformação ( o que nos faz esperançosos) mas essa transformação se não aliada a uma satisfação social e um banimento das colocações abaixo, servirão para que?
; ONU atualizará direitos básicos de detentos http://www.estadao. com.br/estadaode hoje/20100330/ not_imp531115, 0.php
esse importante debate :

Artigo Denuncia:


referente ao assunto uma representação feita anteriormente ao Senado Brasileiro, com importantes dados que pedimos a apreciação de V.Exa:
http://protogenesco ntraacorrupcao. ning.com/ profiles/ blogs/2806036: BlogPost: 118890 (Mandaremos integra em anexo 1 e anexo 1A)

Artigo denuncia que complementa o anterior link postado acimahttp:// juntosomos- fortes.blogspot. com/2010/ 04/hipocrisia- como-voce- conceituaria- no.html
A HIPOCRISIA. COMO VOCÊ A CONCEITUARIA NO CASO DA SEGURANÇA PÚBLICA E DO SISTEMA CARCERÁRIO – OS DIREITOS HUMANOS segue no link http://juntosomos- fortes.blogspot.com/2010/ 04/hipocrisia-como-voce-conceituaria-no.html



Descaso da mídia e porque: (anexo 2)
Exemplo 1 - Artigo de Março de 2010 De Elio Gaspari:
Exemplo 2 - Mail trocado com o Diretor Presidente da Rede gazeta de Comunicações
Porque: ONG ES em Ação  : Anexo 3