Por Gilberto Felisberto Vasconcellos no site da revista Caros Amigos
Agora todo mundo capitalista deu para ser verde.
AGeneral Eletric prega a “ecoimaginação”, ou este oxímoro insano:“carvão limpo”. Na propaganda ela põe um elefantão cantando “Singing inthe rain”.
O barão da mídia, Murdoch, que está louquinho para derrubar Chávez, declarou: “sinto orgulho de ser verde”.
É impossível existir capitalismo sem toxina.
Amistificação do capitalismo verde é reproduzida por aqui com Gabeira eMarina. Como é que alguém a favor do lucro capitalista evangélico podefalar em natureza? A única coisa verdecoevangélica que existe é a notaverde do dólar.
Marina é pró-capitalismo, portanto éantiecológica. Seus assessores almofadinhas e janotas são udenistas etucanos de corpo e finanças, portanto contra a minhoca, o aradonatural, Eles são entusiastas da Monsanto que inventou o herbicidaround up devastador da natureza e que financia a biotecnologia e aengenharia genética.
Marina, me dizia Marcelo Guimarães, nãomoveu uma palha pelo projeto das micro-destilarias a álcool em pequenaspropriedades; agora ela se diz devota do álcool e óleos vegetais, sóque produzidos em economia de escala com plantation latifundiária paraexportação multinacional.
Marina é adversária da reformaagrária radical, portanto joga no time do ecocídio, Serra batalhou pelaaprovação da lei das patentes para felicidade das grandes corporaçõesmultinacionais na Câmara e Senado.
A agricultura capitalistamultinacional arruína a terra e envenena as pessoas. Tudo isso sob ocomando dos grãos geneticamente manipulados pela Monsanto, que é a RedeGlobo da agricultura.
A juventude não poderá cair na esparrelaagrobiocancerigenotucano. O descalabro da natureza é causado peloregime social chamado capitalismo, por conseguinte crítica ecológicaque não seja anticapitalista é conversa de urubu com bode.
EGabeira? É a ideologia pós-moderna do Banco Mundial em ação, que no Riode Janeiro é a expressão da burguesia comercial e imobiliária, de ondeprovêm Carlos Lacerda e César Maia.
Nunca entendi a notoriedadede Gabeira. Chegou da Suécia de tanguinha de crochê na praia pousandode “candidato jovem” pré-Collor para destruir os CIEPs de Darcy Ribeiro.
GlauberRocha tinha a maior bronca dele porque queria tacar fogo no filme Terraem Transe. Glauber dizia que a ambição de Gabeira era freqüentar a casade Caetano Veloso, que convenhamos não é o barraco de Goethe.
Glauber escreveu: “traíram Jango em 1964 e 1974, destruíram o projeto de nação que ficou no esqueleto do Gabeira”.
Sobreas flores do estilo, pergunto quem foi o gênio linguista que bolou omote gerundiano da campanha de Dilma? Refiro-me à palavra de ordem:“Para o Brasil seguir mudando”. Que coisa feia. É isso que dá colocarcampanha política em agência de publicidade.
Agora todo mundo capitalista deu para ser verde.
AGeneral Eletric prega a “ecoimaginação”, ou este oxímoro insano:“carvão limpo”. Na propaganda ela põe um elefantão cantando “Singing inthe rain”.
O barão da mídia, Murdoch, que está louquinho para derrubar Chávez, declarou: “sinto orgulho de ser verde”.
É impossível existir capitalismo sem toxina.
Amistificação do capitalismo verde é reproduzida por aqui com Gabeira eMarina. Como é que alguém a favor do lucro capitalista evangélico podefalar em natureza? A única coisa verdecoevangélica que existe é a notaverde do dólar.
Marina é pró-capitalismo, portanto éantiecológica. Seus assessores almofadinhas e janotas são udenistas etucanos de corpo e finanças, portanto contra a minhoca, o aradonatural, Eles são entusiastas da Monsanto que inventou o herbicidaround up devastador da natureza e que financia a biotecnologia e aengenharia genética.
Marina, me dizia Marcelo Guimarães, nãomoveu uma palha pelo projeto das micro-destilarias a álcool em pequenaspropriedades; agora ela se diz devota do álcool e óleos vegetais, sóque produzidos em economia de escala com plantation latifundiária paraexportação multinacional.
Marina é adversária da reformaagrária radical, portanto joga no time do ecocídio, Serra batalhou pelaaprovação da lei das patentes para felicidade das grandes corporaçõesmultinacionais na Câmara e Senado.
A agricultura capitalistamultinacional arruína a terra e envenena as pessoas. Tudo isso sob ocomando dos grãos geneticamente manipulados pela Monsanto, que é a RedeGlobo da agricultura.
A juventude não poderá cair na esparrelaagrobiocancerigenotucano. O descalabro da natureza é causado peloregime social chamado capitalismo, por conseguinte crítica ecológicaque não seja anticapitalista é conversa de urubu com bode.
EGabeira? É a ideologia pós-moderna do Banco Mundial em ação, que no Riode Janeiro é a expressão da burguesia comercial e imobiliária, de ondeprovêm Carlos Lacerda e César Maia.
Nunca entendi a notoriedadede Gabeira. Chegou da Suécia de tanguinha de crochê na praia pousandode “candidato jovem” pré-Collor para destruir os CIEPs de Darcy Ribeiro.
GlauberRocha tinha a maior bronca dele porque queria tacar fogo no filme Terraem Transe. Glauber dizia que a ambição de Gabeira era freqüentar a casade Caetano Veloso, que convenhamos não é o barraco de Goethe.
Glauber escreveu: “traíram Jango em 1964 e 1974, destruíram o projeto de nação que ficou no esqueleto do Gabeira”.
Sobreas flores do estilo, pergunto quem foi o gênio linguista que bolou omote gerundiano da campanha de Dilma? Refiro-me à palavra de ordem:“Para o Brasil seguir mudando”. Que coisa feia. É isso que dá colocarcampanha política em agência de publicidade.
Gilberto Felisberto Vasconcellos é sociólogo, jornalista e escritor.
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