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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Líder do PT: governo tucano é desmonte social e privatização

Líder do PT: governo tucano é desmonte social e privatização
O líder do PT na Assembleia Legislativa de São Paulo, Rui Falcão, afirmou que o legado tucano após 15 anos no governo estadual foi o desmonte das “redes de proteção social e de fomento”. “Tudo foi privatizado e o papel do Estado se enfraqueceu”, ressaltou, referindo-se à escandalosa entrega do patrimônio público imposta a pretexto de “sanear” as contas públicas para investir na área social.
“É uma gestão que se sustenta à custa de muita propaganda”, ressaltou Falcão, lembrando que desde o primeiro governo de Mario Covas, iniciado em 1995, o estado entregou a particulares – a maioria monopólios estrangeiros – o grosso das empresas públicas na área de transportes, energia elétrica, gás natural, abastecimento, além do Banespa, que era o maior banco estadual do país.
Mesmo com o patrimônio das empresas estatais subavaliado - e muito - no processo de privatização, o governo estadual arrecadou cerca de R$ 35,5 bilhões, segundo dados da Secretaria Estadual da Fazenda. No entanto, a dívida pública paulista, que era de R$ 34 bilhões no início dos governos tucanos, chegou a R$ 146,3 bilhões no ano passado, conforme registrou a revista CartaCapital, em matéria da edição de 25 de agosto de 2009.
Os investimentos nas áreas educação, saúde, segurança e habitação despencaram. Houve queda de um terço nos investimentos na área social desde o início da gestão tucana até 2004. De acordo com reportagem da Agência Carta Maior (agosto/2006), as áreas de saúde, habitação, educação e assistência social receberam R$ 4,5 bilhões entre 1991 e 1994 e pouco mais de R$ 2,4 bilhões entre 1995 e 1998. Entre 1999 e 2002, período imediatamente posterior à maioria das privatizações, o investimento foi de apenas R$ 1,9 bilhão.
Na educação, a superlotação das salas de aula, escolas de lata, desvalorização do magistério e aprovação automática levaram a resultados vexatórios nas avaliações de qualidade. O desempenho dos alunos da rede pública em língua portuguesa, que tinha a média mais alta em 1995, caiu para o 6º lugar em 2007.
A marca tucana na Saúde é a terceirização, que entregou a gestão de vários hospitais públicos para as OSSs (Organizações Sociais de Saúde). O atendimento à população piorou e o número de servidores do setor caiu de 69 mil para 64 mil. Na segurança, a população ficou refém do crime organizado. No transporte, o exemplo, ou melhor, o mau exemplo, é o caos no trãnsito das marginais do Tietê. Além de metrô e trens superlotados nos horários de pico. Obra tucana profícua no setor é a espantosa proliferação dos pedágios caros nas estradas paulistas, que tem rendido superlucros às concessionárias.
Para o atual governador tucano, José Serra, essa trajetória tem um saldo: “Uma característica importante de todos os governos do PSDB é que ninguém quebrou o Estado para fazer seu sucessor”. Pois foi justamente nos governos tucanos que o Estado paulista foi arrebentado, como se pode ver acima.

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