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domingo, 20 de abril de 2014

- DIRCEU NA COMISSÃO DA VERDADE Brutalidade contra Dirceu é uma tentativa de nos convencer de que não adianta reagir

Atualização de status
De Luiz Claudio Souza
Paulo Moreira Leite - DIRCEU NA COMISSÃO DA VERDADE
Brutalidade contra Dirceu é uma tentativa de nos convencer de que não adianta reagir

Num país que levou um mais de 40 anos para constituir uma Comissão da Verdade para apurar os crimes do passado do regime militar, talvez seja o caso de pedir a abertura de um novo item de sua pauta para investigar ataques aos direitos humanos que tem sido cometidos nos dias de hoje. O primeiro nome é José Dirceu.

O caso é exemplar.Embora nunca tenha recebido, em forma definitiva, uma sentença em regime fechado, o esforço para impedir Dirceu de respirar o oxigênio que só se encontra fora de uma prisão foi reforçado. Tudo se move para impedir que ele possa sair à rua, caminhar como uma pessoa durante oito horas por dia, trabalhar como um cidadão, conversar com homens e mulheres que não são nem carcereiros, nem advogados, nem parentes tensos, de olhos úmidos, nas horas tensas de visita.

Como se fosse um delírio, assistimos a um ato de terrorismo que não ousa dizer o seu nome, mas não pode ser definido de outra forma.

Ou como você vai definir um pedido de grampo telefônico que envolve o palácio da Presidência da República, o Congresso? Vamos fingir que não é um ataque à privacidade de Dilma Rousseff, constranger 513 parlamentares, humilhar onze ministros, apenas para maltratar os direitos de Dirceu?

Vamos encarar os fatos. É um esforço -- delirante? quem sabe? -- para rir do regime democrático, gargalhar sobre a divisão de poderes, atingir um dos poderes emanam do povo e em seu nome são exercidos.

Pensando em nossos prazos históricos, eu me pergunto se vale à pena deixar para homens e mulheres de 2050 a responsabilidade de coletar informações para apurar fatos desconhecidos e definir responsabilidades pelo tratamento abusivo e injusto que tem sido cometido contra Dirceu.

Sim, Dirceu foi um entre tantos combatentes que a maioria de nós não pode conhecer pelo nome nem pelo rosto, lutadores corajosos daquele Brasil da ditadura.

Depois de ajudar a liderar um movimento de estudantes que impediu, por exemplo, que o ensino brasileiro fosse administrado por pedagogos do governo norte-americano, Dirceu tomou parte da vitória do país inteiro pela democracia. Sem abandonar jamais uma ternura pelo regime de Fidel Castro que ninguém é obrigado a partilhar, mostrou-se um líder político capaz de negociar com empresários, lideranças da oposição e governantes estrangeiros.

Hoje ele se encontra no presídio da Papuda, impedido de exercer direitos elementares que já foram reconhecidos pelo ministério público e até pelo serviço Psicossocial. Trabalha na biblioteca. Já se ofereceu para ajudar na limpeza.

Sua situação é dramática mas ninguém precisa esperar até 2050 para tentar descobrir que há alguma coisa errada, certo?

Basta caráter. Em situações políticas determinadas, este pode ser o dado decisivo da situação politica. Pode favorecer ou pode prejudicar os direitos das vítimas e também iluminar a formação das novas gerações. Os direitos humanos elementares, as garantias sobre a vida e a liberdade, costumam depender disso com frequência.

Vejam o que aconteceu com o general José Antônio Belham. Em 1971, ele exibia a mais alta patente na repartição militar onde Rubens Paiva foi morto sob torturas.

Quando precisou explicar-se, 43 anos mais tarde, Belham afirmou que não se encontrava ali. Estava de ferias. Acabou desmentido de forma vergonhosa. Consultando suas folhas de serviços, a Comissão da Verdade concluiu que o general não era verdade. Ele não só estava lá como recebera os proventos devidos pelo serviço daqueles dias.

Esse é o problema. Ninguém é obrigado a ser herói. Como ensina Hanna Arendt, basta cumprir seu dever. Caso contrário, a pessoa se deixa apanhar numa situação que envergonha a mulher, os filhos, os netos – sem falar nos amigos dos filhos, nos amigos dos netos. Nem sempre é possível livrar-se do vexame de prestar contas pela própria história.

Lembra daquele frase comum em filmes de gangster, quando o herói recebe uma advertência criminosa: “você vai se arrepender de estar vivo?” Isso também pode acontecer com pessoas que não tem caráter.

Imagine como vai ser difícil, para homens e mulheres de 2050, explicar seu silêncio diante de tantos fatos que envolvem o tratamento dispensado a Dirceu. Ele foi cassado em 2005 por “quebra de decoro parlamentar”, essa acusação que, sabemos há mais de meio século, é tão subjetiva que costuma ser empregada para casos de vingança e raramente serviu para fazer justiça -- porque dispensa provas e fatos, vale-se apenas de impressões e convenções sociais que, como se sabe, variam em função de tempo e lugar, de pessoa, de geração e até classe social.

Em 2012, não se encontrou nenhuma prova capaz de envolver Dirceu no esquema de arrecadação e distribuição de recursos financeiros para as campanhas do PT. A necessidade de garantir sua punição de qualquer maneira explica a importação da teoria do domínio do fato. Inventaram uma quadrilha porque era preciso condenar Dirceu como seu chefe mas o argumento não durou dois anos. Depois que o STF concluiu que não havia crime de quadrilha, ficou difícil saber qual era a atuação real de Dirceu nessa fantasia.

Pensa que o Estado brasileiro pediu desculpas, numa daquelas solenidades que nunca receberão a atenção merecida, com as vítimas dos torturadores do pós-64? Pelo contrário. O sofrimento imposto a Dirceu aumentou, numa forma perversa de punição.

Numa sequencia da doutrina Luiz Fux, que disse no STF que os acusados devem provar sua inocência, coube-lhe tentar provar o que não falou ao celular com um Secretário de Estado da Bahia.

Foi invadido em sua privacidade, desrespeitado em seus direitos humanos. Para que? É um espetáculo didático.

Como cidadão, tenta-se fazer Dirceu cumprir a função de ser humilhado em publico – ainda que boa parte do público não se dê conta de que ele próprio também está sendo ultrajado. Através desse espetáculo, tenta-se enfraquecer quem reconhece seu papel político, quem reconhece uma injustiça – e precisa ser convencido de que não adianta reagir para tentar modificar essa situação.

Não poderia haver lição mais reacionária, própría daqueles homens que fogem da Comissão da Verdade com mentirinhas e desculpas vergonhosas.

Não se engane: o esforço para inocular um sentimento de fraqueza em cidadãos e homens do povo é próprio das ditaduras. Fazem isso pela força -- e pela demonstração de força, também.

Outra razão é política. Tenta-se demonstrar que o sistema penitenciário do governo do Distrito Federal – cujo governador é do PT, como Dirceu e todos os principais réus políticos dessa história, você sabe -- não é capaz de cuidar dele, argumento sob medida para que seja conduzido a uma prisão federal, onde não poderá cumprir o regime semiaberto.

Este é o objetivo. Vai ser alcançado? Não se sabe.

Animal consciente dos estados de opressão, o que distingue os homens dos vegetais – e de alguns animais inferiores – é o reconhecimento da liberdade.

O que se quer é encontrar uma falta disciplinar grave, qualquer uma, que sirva como pretexto para revogar os direitos de Dirceu. Pretende-se obter uma regressão de sua pena e conseguir aquilo que a Justiça não lhe deu, apesar do show – o regime fechado.

Isso acontece porque o projeto, meus amigos, é o ostracismo – punição arcaica, típica dos regimes absolutistas. Você lembra o que disse Joaquim Barbosa:

"Acho que a imprensa brasileira presta um grande desserviço ao país ao abrir suas páginas nobres a pessoas condenadas por corrupção. Pessoas condenadas por corrupção devem ficar no ostracismo. Faz parte da pena".

Imagine a maldade que é deixar tudo isso para os homens e mulheres de 2040. Imagine as páginas nobres da imprensa, dos jornais, das revistas. Pense como vai ser difícil, para os leitores do futuro, entender o que Joaquim Barbosa quis dizer com isso.

Mais uma vez teremos uma página horrenda da história e cidadãos perplexos a perguntar: como foi possível? O que se queria com tudo aquilo?

E, mais uma vez, num sinal de que se perdeu todo limite, vamos pedir desculpas. As futuras gerações merecem um pouco mais, concorda?

Não precisam encarar esta derrota colossal de todos que lutaram com tanta coragem pela democracia. -http://www.istoe.com.br/colunas-e-blogs/coluna/358746_DIRCEU+NA+COMISSAO+DA+VERDADE#.U1LA16tgZNF.twitter

A Páscoa de Jesus



Via Murilo Goulard

Brics avançam na criação de FMI próprio



Via Jacob Blinder
Brics avançam na criação de FMI próprio
 
14/04/2014 Olga Samofálova, Vzgliad Gazeta Russa
 
Os países do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) estão fazendo progresso na criação de alternativas ao Fundo Monetário Internacional e ao Banco Mundial, cujo domínio está concentrado em estruturas dos Estados Unidos e da União Europeia. Em um futuro próximo, órgão atual não será mais o único capaz de fornecer assistência financeira internacional.
 
Outra promessa dos Brics é a criação de um Banco de Desenvolvimento como alternativa ao Banco Mundial Foto: Reuters
 
Tudo indica que um pool de reservas cambiais, substituto do FMI, e um Banco de Desenvolvimento dos Brics, como alternativa para o Banco Mundial, irão funcionar já em 2015, garantiu o embaixador para missões especiais do Ministério dos Negócios Estrangeiros russo, Vadim Lukov, em coletiva de imprensa na semana passada.
 
“O Brasil já preparou o projeto do estatuto do Banco de Desenvolvimento, enquanto a Rússia está desenvolvendo o acordo intergovernamental sobre a criação do banco”, disse o diplomata.
 
Os países do Brics já chegaram a um acordo sobre o montante do capital das novas estruturas, que será de US$ 100 bilhões para cada uma. “Estamos atualmente negociando a distribuição do capital inicial de US$ 50 bilhões entre os parceiros e a localização da sede”, continuou o diplomata, acrescentando que todos os membros do grupo manifestaram interesse em sediar as instituições.
 
Para compor o pool de reservas cambiais, a China entrará com US$ 41 bilhões, o Brasil, a Índia e a Rússia, com 18 bilhões cada, e a África do Sul, com US$ 5 bilhões. O volume das quantias entregues está correlacionado com o volume das economias nacionais.
 
O montante atual de recursos do FMI, que é determinado por regras especiais de empréstimos (SDR), gira em torno de US$ 369,52 bilhões. No entanto, fazem parte FMI 188 países que, a qualquer momento, podem necessitar de assistência financeira.
 
Banco político
 
Outra promessa dos Brics é a criação de um Banco de Desenvolvimento como alternativa ao Banco Mundial para financiar projetos que não são de interesse dos EUA nem da UE. O objetivo principal da instituição, porém, é fornecer financiamento de projetos externos ao grupo e ajudar países que necessitam de ajuda para desenvolvimento de suas estruturas.
 
“Imaginemos que seja do interesse do Brics conceder um empréstimo a um país africano para o seu programa de desenvolvimento de energia hidrelétrica, no âmbito do qual os países do grupo poderão fornecer o seu equipamento ou atuarem como executantes dos trabalhos”, explica o especialista do Grupo de Peritos Econômicos, Iliá Prilepski. “Se o empréstimo for concedido pelo FMI, o equipamento será fornecido pelos países ocidentais, que irão também controlar o seu funcionamento.”
 
A criação do Banco de Desenvolvimento ganha, assim, conotação política, pois permite aos países do Brics avançar com seus interesses no exterior. “Esta é uma jogada de certa forma política, que pode enfatizar o fortalecimento crescente dos países cuja opinião não é muitas vezes levada em conta pelos países desenvolvidos”, ressalta a diretora do departamento de análise do Golden Hill Capital, Natália Samoilov.
Proteção entre iguais
 
O pool de reservas cambiais dos países do Brics será uma proteção para o caso de surgirem problemas financeiros e déficit orçamentário em algum dos países-membros, como a recente queda brusca do rublo, por exemplo. A ajuda poderá ser obtida quando se verificar uma indesejada desvalorização abrupta da moeda nacional ou em caso de grande saída de capital devido ao abrandamento da política monetária da Reserva Federal dos EUA, que leva ao surgimento de problemas internos de crise no sistema bancário.
 
“A maior parte do FMI vai para o resgate do euro ou das moedas nacionais dos países desenvolvidos. Em caso de necessidade, e levando em conta que a gestão do FMI está nas mãos dos países ocidentais, a esperança de ajuda por parte desta organização é pouca”, destacou o embaixador russo.
 
O pool de reservas também ajudará os países do Brics a interagir gradualmente sem a mediação do dólar norte-americano, segundo Natália Samoilova, embora tenha sido decidido repor o capital social do Banco de Desenvolvimento e do pool das reservas de divisas dos países do Brics com a moeda americana. “Não podemos excluir que em um futuro muito próximo, tendo em conta as ameaças de sanções econômicas contra a Rússia por parte dos EUA e da UE, o dólar possa vir a ser substituído pelo rublo e por outras moedas nacionais dos membros do grupo”, diz a economista.
 
 
O G-20, os BRICS e a reforma do FMI
 
"Em seu comunicado final, ao fim da reunião da semana passada, os ministros das finanças e presidentes dos bancoscentrais da maioria dos países do G-20, mandaram um recado a Washington, declarando-se “profundamente decepcionados” com os Estados Unidos pela demora na ratificação dos acordos de reforma do FMI, aprovados em 2010.
  
Mauro Santayana, Blog: Mauro Santayana  18/04/2014
 
A reforma do Fundo Monetário internacional pretende dar maior peso aos países emergentes na instituição, diminuindo a importância, as cotas e o poder de decisão de nações europeias cuja economia perdeu importância relativa nos últimos anos.
 
A reforma, nos moldes em que está, precisa ser aprovada pelo legislativo dos países membros, e se encontra  travada no Congresso dos Estados Unidos, há quatro anos, embora já tenha recebido o aval de 144 países, ou 76% do total de votos da organização.
Por causa disso, autoridades como o Presidente do G-20 financeiro, o ministro australiano do Tesouro, Joe Hockey, e o próprio ministro brasileiro da Fazenda, Guido Mantega, disseram que, se nos próximos meses, não se superar o impasse, “alternativas” seriam buscadas, juridicamente, para superar o bloqueio do Congresso dos EUA.
 
Não é apenas a paciência do G-20 que se está esgotando com a posição norte-americana quanto ao FMI, mas, principalmente a do BRICS, cujos países serão beneficiados com um aumento em seu poder de voto equivalente a 6% das cotas da instituição, fazendo com que chegue a 14,1%, se aproximando do peso dos próprios EUA.
 
Nos dias 15 e 16 de junho, logo após a Copa, os líderes do Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, se reunirão, no Brasil, em Fortaleza, no Ceará, para sua cúpula presidencial de 2014.
 
No encontro devem ser discutidos dois temas: a criação de um Banco de Desenvolvimento para o BRICS, com um capital inicial de 50 bilhões de dólares; e de um fundo de reservas, que, na verdade, funcionaria como um embrião de um futuro FMI comandado pelos países emergentes, com capital também inicial de 100 bilhões de dólares.
 
Embora o fim dos BRICS esteja sendo cantado, há anos, em verso e prosa, pela imprensa ocidental - e por países que não tem nenhuma condição de  entrar para o grupo, como o México - o fato é que Brasil, Rússia, Índia e África do Sul, crescem na média, mais que os EUA e a Europa; têm, juntos, um PIB de 16,2 trilhões de dólares, superior ao da Zona do Euro; e até 2018, segundo o próprio FMI, a renda per capita de seus 3 bilhões de habitantes deve crescer 37%.    
    
Começando como uma sigla econômica, imaginada por um economista da Goldman Sachs, Jim O´Neill, o BRICS é, hoje, por mais que isso não agrade a alguns, uma aliança estratégica de alcance global, que mudará a história do mundo nos próximos anos."



Fortaleza vai sediar encontro do Brics em 15 e 16 de julho

 

Encontro terá representantes do Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.Cúpula será realizada no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza

 

Do G1 CE

 

Os chefes de estado do grupo Brics - potências emergentes da economia global, formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul - estarão reunidos em Fortaleza em 15 e 16 de julho no Centro de Eventos doCeará. O encontro, geralmente organizado entre os meses março e abril, será realizado neste ano depois da Copa do Mundo no Brasil. De acordo com o governo do Ceará, a data foi informada pelo Ministério das Relações Exteriores. A cúpula do Brics também vai reunir ministros, secretários e empresários. O evento ocorre dois dias após a final da Copa do Mundo.

 

Durante esta semana, uma comitiva do Itamaraty esteve na capital cearense para reuniões e visitas ao Centro de Eventos do Ceará. O local do evento foi definido em 2013 pela presidente Dilma Rousseff. A previsão de participação é de 750 pessoas, além das representações das cinco maiores empresas de cada um dos cinco países, bancos de desenvolvimento e cerca de 1.500 jornalistas de todo o mundo. A última cúpula do Brics foi realizada em março de 2013, em Durban, na África do Sul.

 

Reunião do Brics

 

A ideia do Brics foi formulada pelo economista-chefe da Goldman Sachs, Jim O'Neil, em estudo de 2001, intitulado “Building Better Global Economic BRICs”. Fixou-se como categoria da análise nos meios econômico-financeiros, empresariais, acadêmicos e de comunicação. Em 2006, o conceito deu origem a um agrupamento, propriamente dito, incorporado à política externa de Brasil, Rússia, Índia e China. Em 2011, a África do Sul passou a fazer parte do agrupamento, que adotou a sigla BRICS.

 

Entre 2003 e 2007, o crescimento dos quatro países fundadores representou 65% da expansão do PIB mundial. Em 2010, o PIB conjunto dos cinco países (incluindo a África do Sul), totalizou US$ 11 trilhões, ou 18% da economia mundial. Considerando o PIB pela paridade de poder de compra, esse índice é ainda maior: US$ 19 trilhões, ou 25%.

 

Segundo o assessor especial de Assuntos Internacionais do Governo do Estado, Hélio Leitão, no fim do mês de abril acontecerá um seminário, na Universidade de Fortaleza (Unifor), com os representantes dos países que integram o BRICS, onde serão discutidos os pontos do encontro e as expectativas.

FARC - EP : Gabriel García Márquez, in memoriam

La Habana, Cuba, sede de los diálogos de paz, abril 17 de 2014

Gabriel García Márquez, in memoriam

Gabriel José de la Concordia García Márquez, el ‘Gabo’, Premio Nobel de literatura y escritor insigne de Colombia, tomó hoy la senda de la eternidad a los 87 años de una vida prolífica en creatividad, que ha dejado para el mundo una obra maravillosa, que con realismo mágico refleja la presencia de estas tierras de Nuestra América, a las que amó y dedicó su ingenio como narrador y cronista de sus desventuras, esperanzas y sueños.
Con profundo respeto, la Delegación de Paz de las FARC-EP, desde La Habana, se abraza en sentimientos de pesar con sus familiares, parientes, amigos y la patria toda que se llena de luto por la partida del más grande escritor de nuestra historia. Van de manera especial nuestras condolencias para su esposa doña Mercedes Barcha y sus hijos Rodrigo y Gonzalo.
La partida de este gigante de las letras, ha congregado en un solo manojo de identidad, solidaridad y luto a Colombia, y ello trae a nuestras mentes la certeza de que en cada claro abierto en la selva de nuestra sobrevivencia agreste, seguirá surgiendo la perseverancia que necesitamos para continuar hacia una era de reconciliación, con nuestros José Arcadios y Úrsulas que se repiten sin cesar entre cosas de adivinos, entre conjuros y presagios, muriendo y reviviendo como Melquiades, mientras ingeniamos la existencia, sumergiéndonos muchas veces en la peste del insomnio, desmemoriados de nuestro pasado, pero volviendo de algún modo también como el gitano de la alquimia, desde la muerte, consumiendo el brebaje milagroso que devuelve los recuerdos que remozan la confianza en el mañana.
Con la despedida de este hombre magnífico, reiteramos hoy, que como Aureliano Buendía soñamos y haremos la paz, un país donde podamos tranquilos fabricar pescaditos de oro sin acabar con nuestro medioambiente; con el emprendimiento de Aureliano Triste, pero sin aquellos que sofocan huelgas a tiros; releyendo nuestro devenir en los pergaminos del Gabo, pero ahora sí con la experiencia de haber soportado los peores huracanes de la vida, sin que nos pueda arrasar el viento, sin que nos pueda borrar más de la memoria humana, ni en la recurrencia de las tragedias, porque aunque estemos condenados a cien años de soledad, haremos con nuestras luchas y nuestra infinita capacidad de amar y perdonar, que exista una segunda oportunidad sobre la tierra.
Con certeza Gabo, lograremos con nuestro pueblo, que Macondo no sea ya un pavoroso remolino de polvo y escombros. Y que ese delicado viento de luz que es la paz, arrulle nuestro presente, mientras tomas el camino de Remedios la Bella. Con certeza Gabo, repetiremos en tu nombre, con compromiso inquebrantable, que "todavía no es demasiado tarde para construir una utopía que nos permita compartir la tierra".
DELEGACIÓN DE PAZ DE LAS FARC-EP


sábado, 19 de abril de 2014

Testamento de JB Judas Iscariotes. Queima Elle , senhor!

PUTZ que Pariu........ Marluzio Ferreira Dantas esse Testamento nos representa.

'vamos malhar'  QUEIMA ELLES , SENHOR!

Marlúzio F. Dantas, Nascido para Viver, Vivi...

Testamento de JB Judas Iscariotes.

Antes de mais nada quero que fique bem claro, embora eu prefira o escuro, que sou responsável pela morte de todos aqueles(as) que morreram ou vierem a morrer em nome de o Caminho, (assim eram conhecidos os seguidores de Jesus o Nazareu na Galileia, Nazaré e arredores no inicio da era Cristã).

1 – Para meu parente mais próximo o farol (FHC), não tenho o que deixar, mas deixo a História de vida de José Dirceu, para FHC sempre lembrar, das maldades que fez e faz para que o Brasil não melhorar.

2 – Para meu primo Aécio Neves (Tukaninho) não tenho o que deixar, mas como sei que ele gosta e gosta muito, deixo a farinha do helicóptero dos Perrelas para ele cheirar, que cheirado contar pru povo, realmente, como "pensa" o Brasil governar.

3 – Para meu mano padin padi Cerra não tenho o que deixar, mas, deixo as trintas moedas de ouro que ganhei a Jesus entregar, para que com isso ele possa explicar a riqueza da sua filha e de seus familiares.

4 – Para meu irmão Alckmin não tenho muito o que deixar, mas deixo no meu testamento que quem assinou os contratos do Metrô de São Paulo fui eu, para ele não se lascar, mas sei que mesmo assim não vai adiantar.

5 – Para os primos Gomes do Ceará (Ciro e Cid) não tenho o que deixar, deixo a popularidade e o trabalho da Dilma para eles sempre se lembrar que sem ela o Ceará seria igual a São Paulo com muito agua a faltar.

6 – Para meu rival ACM neto não tenho o que deixar, deixo todos os petistas da Bahia para ele sempre se lembrar que os governos do seu avô foi tão bom que entregou o estado "dele" para o PT governar.

7 – Para o Zé Agripino não tenho o que deixar, deixo as palavras da Dilma quando questionada se mentiu quando foi tortura pela ditadura civil militar, e que ele apoiou, e que os gritos de todos os torturados, os mortos e desaparecidos possam seus sonhos acalentar.

8 – Para meu mais promissor candidato a Judas Ranolfo do PSTU, não tenho o que deixar, deixo o meu próprio exemplo de vida, que quem trai, trai a se mesmo, para que não tenha o mesmo fim que eu tive e que viva morrendo em vida.

9 – Para meu tio Eduardo Campos não tenho o que deixar, deixo recado para gravar em sua lápide política: O suicídio não vem da depressão, mas sim, da traição e mesmo quando traindo não se consegui o seu intento, pois, mesmo traído o Nazareu ressuscitou.

10 – Para a Marina Silva não tenho o que deixar, deixo a certeza de que ela usou a rede errada, pois, Simão Pedro foi convidado por Jesus para com sua rede ser pescar homens, a rede da marina tem pescado porcos e quem com porco se mistura farelo vai comer.

11 – A minha "nova" linhagem familiar os "coxinhas" do Não vai ter Copa, não tenho o que deixar, mas deixo as minhas lembranças ressentes para eles meditarem:

a ) vejo a imagem de todos vocês nas areias de Copacabana no Rio de Janeiro, comemorando com vibração, feitos marionetes da rede PIG quando foi anunciado o Brasil como sede da Copa de 2014.

b) Lembro também de todos, eu disse, todos, os políticos de todos os partidos nos seus 10 s de fama na TV do PIG, enaltecendo o grande feito do presidente LULA e seu governo que além da Copa 2014, veio a Olimpíada de 2016 para o Rio de Janeiro.

c) mas vocês não sabem e vou agora mostrar que o que mais pesou para a FIFA o Brasil agraciar foi a quebradeira geral do capitalismo mundo e no Brasil só uma marolinha.

Termino meu humilde testamento agora mesmo sem ressalvas e digo com medo de ser feliz:

Vai ter Copa Sim e o Brasil vai ser campeão!!!

Cruz Credo.

Direto do Céu, e a direita de São Pedro, 18 de Abril de 2014.

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Gabriel Garcia Marquez, Presente!

Altamiro Borges: Jato do Aécio e aparelhamento da estatal

Altamiro Borges: Jato do Aécio e aparelhamento da estatal
altamiroborges.blogspot.com
E o Aécio vai ser candidato a presidente, e ninguém está sabendo o que está acontecendo.O Brasil tem que fica mais esperto com os futuros candidatos...Saiba mais em http://palavradeumhomemso.blogspot.com

Stédile: Economia que sustentou Lula e Dilma bateu no teto -


O copo quando enche transborda e ele só transborda por que encheu, nada mais natural.
Lutar, Construir Reforma Agrária Popular...

Nota a um 'colega' comprado : apoiamos a Vania


Minha mensagem ao "colega" Juremir: Sinceramente Juremir, tem gente que viaja e ao regressar traz a mesma bagagem de ida. Que só vê ruínas, e que vai a Cuba ignorando a verdadeira miséria levada do próprio país de origem ou de outros por onde circulou.
No pouco tempo em que estivestes em Cuba foi possível te capacitar para apontar a “miséria” na Ilha, e ao mesmo tempo mascarar o brutal bloqueio imposto há décadas pelo imperialismo estadunidense?
Também te capacitastes para ignorar o forte protagonismo da população cubana, quando desde 2010 participa das discussões e decisões sobre o realinhamento econômico e social e que visa a melhorar a vida dos cubanos, sem abrir mão da sua soberania e autodeterminação?
Ou para ignorar os sistemáticos ataques ocorridos por grupos terroristas de Miami, desde a Revolução de 1959, e que acabaram com as plantações de cana-de-açúcar, principal fonte de trabalho e renda em várias províncias da Ilha? Ou que os cubanos – anti-castristas se infiltraram em território cubano para ingressar explosivos e prejudicar o turismo no seu próprio país? Ou ainda, que em apenas cinco anos – e com o consentimento de Washington – os terroristas mataram 3.478 pessoas e deixaram 2.099 feridas? E tem muito mais Juremir!
Quando apontas a miséria na Ilha é correto ignorar o porquê, por exemplo, de a Organização Mundial da Saúde reconhecer os excelentes índices cubanos? É justo escamotear os dados sobre o progresso em biotecnologia em Cuba, ainda que tenhas feito uma breve radiografia de um pedaço da Ilha, e sem ao menos identificar melhor as tuas fontes?
Sinceramente também não consigo te imaginar comunista, pois a tua visão é vaidosa e certamente retrata a fantasia e o desejo de alguém que sempre se coloca como o principio, o meio e o fim de uma história a ser contada.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

"Luíses - Solrealismo Maranhense" : filme denuncia Maranhão dos Sarneys





Filme coletivo feito sem recursos, sobre a situação política/anti-social da capital maranhense (e por extensão do Estado do Maranhão). Mesclando depoimentos sobre o caos da saúde e da situação agrária, um manifesto contra os podres poderes do clã dos Sarneys (que governam o estado há mais de 40 anos),o diretor coloca em xeque de forma inventiva o caos e a absurda situação histórica da região.

Filme: Luíses - Solrealismo Maranhense

Ano: 2013

Produção: Éguas Coletivo Audiovisual

Site oficial: Solrealismo.com

Leia mais sobre o filme em nosso site aqui.