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Drogas Uma Guerra Perdida? Para que esta realidade sujeita a todos nós tenha fim ou redução Assista

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A Primeira condição para se mudar a realidade é conhece-la - Eduardo Galeano. -' Só a Participação Cidada é Capaz de Mudar o paí'. Betinho . Não fique fora desta, participe, UM OUTRO MUNDO É POSSIVEL e Juntos Somos Fortes. Este PPS faz parte do PROJETO COMPAIXÃO E Cidadania que agora abraçamos e divulgamos sugerindo a todos repetir o feito.

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Audiência Pública: Os crimes de lesa-humanidade da ditadura.

Saudações a realização da Audiência Pública: Os crimes de lesa-humanidade da ditadura.
Num primeiro momento gostaria de registrar a honra que é para o Espirito Santo ter, na Assembleia Legislativa, reunidos nomes como do advogado Modesto da Silveira e Jarbas Marques, que também foi meu companheiro de cárcere. O debate sobre os crimes da ditadura vem sendo ampliado hoje, graças a coragem e determinação de homens como estes.
Não podemos esquecer jamais os 21 anos da mais longa e cruel das ditaduras e um dos piores momentos de nossa história política recente, que realizou sequestros, torturas e assassinatos, desaparecimentos, exílios e banimentos. Temos que lembrar sempre que o povo brasileiro em momento algum deixou de lutar, por liberdade e democracia.
Hoje, 35 anos da Lei da Anistia Politica que não foi ampla, nem geral nem irrestrita, mas foi uma conquista que assegurou, ainda que parcialmente o retorno a vida política brasileira milhares de cassados, banidos, exilados ex presos que readquiriram seus direitos políticos, e pudemos iniciar a reconstrução do nosso país.
A Anistia foi incompleta, ela não foi fruto de um Acordo Politico Nacional, os presos políticos continuaram presos, como se reféns fossem, o Projeto de Lei foi contestado nas ruas, e nos presídios políticos com a Greve de Fome Nacional, e o Projeto de Lei enviado ao Congresso foi aprovado com uma pequena margem de 6 votos.
A Lei tenta anistiar a ditadura, mas perante o mundo jurídico e político, não existe auto-anistia, e assim o movimento das Comissões da Verdade e da Memoria em todos os níveis e em todos os poderes e categorias profissionais e movimentos sociais, estão, cumprindo o papel histórico de reunir fatos, documentos, depoimentos, que comprovem as violações de direitos humanos praticados contra nosso povo em especial contra os opositores políticos, que recorreram legitimamente a todas as formas de luta incluindo a luta armada, para por fim a sanguinária Ditadura Civil e Militar.
Quero com esse pequeno texto parabenizar a iniciativa das ALES, dos movimentos sociais, principalmente o deputado Claudio Vereza e, Chico Celso pela Rede Brasil Memória, Verdade e Justiça, das demais entidades que tomaram a iniciativa desta importante tarefa.
A ditadura civil militar acabou mas existem ainda na sociedade, no poder publica e nas instituições da sociedade civil muitos resquícios deixados pela ditadura. A luta para conquistar a plena democratização de todos os espaços continua agora e sempre.
Ditadura nunca mais! Democracia e liberdade sempre mais!
Perly Cipriano

Valter Pomar: Marina não é a 3ª via, "ela é uma forte alternativa para o grande capital, especialmente o financeiro"


Valter Pomar: Marina não é a 3ª via, "ela é uma forte alternativa para o grande capital, especialmente o financeiro" 

agosto 27th, 2014 by mariafro

Texto de leitura obrigatória, como todos do Valter Pomar. A ilustração é de Vitor Teixeira

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As hienas exultam

Por Valter Pomar em seu blog

27/08/2014

Como já foi dito noutro lugar, para a oposição de direita, a morte de Eduardo Campos foi uma grande oportunidade.

Com a morte de Eduardo Campos e a escolha de Marina, a direita percebeu a possibilidade de resolver uma contradição expressa nas pesquisas até 13 de agosto: por um lado, um eleitorado desejoso de mudanças; por outro lado, a vitória de Dilma no primeiro turno.

Claro que não faltou a mão amiga do oligopólio da mídia, que manipulou eleitoralmente a cobertura do desastre aéreo e do velório de Eduardo Campos.

As pesquisas publicadas no dia 26 de agosto deixaram exultantes as hienas.

Segundo tais pesquisas, Marina teria ultrapassado Aécio Neves e inclusive venceria Dilma no segundo turno.

Desde 2012 já estava claro, para quem analisasse com seriedade (ou seja, observando as classes sociais) o quadro político-eleitoral do Brasil, que as eleições de 2014 tendiam a ser disputadas no segundo turno (como 2002, 2006 e 2010); que este segundo turno seria mais “fácil” caso disputado contra o PSDB; e que seria mais “difícil” caso disputado por uma candidatura de “terceira via”.

Vale dizer: “terceira via” entre muitas aspas. Pois não se deve confundir a polarização entre PT e PSDB, com a polarização entre projetos de país e blocos de classe.

Como está mais do que claro, Marina Silva é porta-voz de um projeto de país equivalente ao de Aécio Neves. Neste sentido, que é o que de fato interessa, ela não é terceira via.

Marina Silva converteu-se ao neoliberalismo (apoio ao “tripé” e à independência do Banco Central) e converteu-se à política externa subalterna (vide a crítica que fez ao “chavismo do PT”).

Aliás, quem prestar atenção às críticas que ela faz ao agronegócio, perceberá que sua ênfase hoje está em pedir “aumento da produtividade”. Uma linguagem verde dólar.

Fosse apenas pelo conteúdo programático, Marina seria tão “fácil” de enfrentar quanto o PSDB.

Acontece que sua candidatura não expressa, como Aécio, os setores que fizeram oposição desde 2003. A candidatura Marina foi produto de setores que em algum momento fizeram parte ou apoiaram os governos Lula e Dilma.

Esta origem permite enganar os setores do eleitorado que não apoiam os tucanos, mas são críticos ao petismo. Que antigos militantes de esquerda, como o presidente do PSB Roberto Amaral, se prestem de escada para isto não muda a natureza dos fatos.

Além disso, Marina disputa com vantagem o eleitorado evangélico e, num aparente paradoxo, também o eleitorado crítico à política tradicional. O aparente paradoxo deve-se ao fato de que a crítica à “política tradicional”, hoje e sempre, não vem apenas da esquerda.

Em resumo, as pesquisas divulgadas dia 26 de agosto apenas confirmam o que já se sabia possível e, também, confirmam o êxito da operação político-midiática iniciada dia 13 de agosto.

Portanto, se nada mudar, se o plano da oposição de direita tiver êxito, vai ter segundo turno e será contra Marina.
O que seria o cenário eleitoralmente mais “difícil” para o PT, Lula e Dilma. E um desastre imenso para o PSDB aecista, que terá que fazer um grande esforço para desconstruir Marina.

O cenário eleitoral tornou-se, portanto, mais difícil do que aquele habitado por “anões” e por “vitórias no primeiro turno”.

Mais difícil, mas nada surpreendente. Aliás, em 2006 e em 2010 também houve quem acreditasse que a eleição presidencial seria decidida no primeiro turno. Nos dois casos, a ficha destes crédulos só caiu durante a apuração. Desta vez, portanto, estamos com sorte: a ficha está caindo várias semanas antes.

Frente a possibilidade de segundo turno e frente a possibilidade de um segundo turno contra Marina, a solução é mais programa, mais disputa política, mais polarização, mais mobilização de nossa base social.

Um pequeno exemplo disto: a presidenta Dilma foi a única que, no debate realizado na TV Bandeirantes dia 26 de agosto, fez referência ao cenário internacional, à crise e aos Brics. Este é um bom caminho: politizar, ou seja, mostrar os grandes conflitos do nosso tempo e apontar por onde passa a defesa dos interesses da classe trabalhadora.

É preciso falar do passado e do presente, mas colocá-los em função do futuro. Deixar claro que mudanças vamos fazer, no segundo mandato. Falar do passado contra Aécio é muito importante, falar do passado contra Marina é arma secundária.

A ênfase no futuro, embora tenha sido oficialmente aceita, ainda não se traduziu adequadamente nas diretrizes programáticas, nos materiais de campanha, nem mesmo nos principais pronunciamentos da presidenta Dilma Rousseff.

Por isto, insistimos:

*no papel positivo e indispensável dos movimentos e das lutas sociais, para nossas vitórias eleitorais e principalmente para o êxito dos nossos governos;

*é preciso encampar urgente e efetivamente a “pauta da classe trabalhadora”, tal como apresentada pela CUT, inclusive o fim do favor previdenciário e a jornada de 40 horas;

*coerente com o que pensa e reafirmou no debate realizado na TV Bandeirantes dia 26 de agosto, a presidenta Dilma Rousseff deve convidar a população a votar no Plebiscito Popular. Aliás, a este respeito, é incrível que Dilma tenha sido a única a corajosamente defender o plebiscito como um dos instrumentos para a reforma;

*é preciso tomar medidas imediatas no sentido da democratização da comunicação e dar destaque a isto no programa de governo 2015-2018. Falar de “regulação econômica” não basta, nem impede os ataques da direita;

*é preciso abandonar o discurso equivocado que insiste em chamar de “classe média” os setores da classe trabalhadora que, graças às nossas políticas, ampliaram sua capacidade de consumo;

*é preciso enfatizar a defesa das reformas estruturais. Temas como a reforma política e e tributária devem ser ainda mais destacados.

Por fim: não devemos cair na esparrela de tentar carimbar a Marina como uma “incógnita” ou como “inexperiente”.

Ela não é incógnita. Ela é, hoje, uma forte alternativa para o grande capital, especialmente financeiro.

Ela não é inexperiente. Ela se preparou habilmente para ser instrumento da direita neste momento, contra o PT. Aliás, seu giro à direita não começou em 2010, começou quando era senadora e ministra.

Por decorrência, devemos recusar o raciocínio extremamente perigoso dos que acreditam que o grande capital vai recusar a “imprevisibilidade” de Marina.

Quem acredita nesta fantasia, vai acabar caindo na armadilha de tentar derrotar Marina com argumentos de “direita”. Entre outros, o de que nós seríamos mais “confiáveis”, capazes por exemplo de fazer um ajuste fiscal em 2015 e coisas do gênero.

Adotar esta linha seria o caminho certo para uma tripla derrota: eleitoral, política e ideológica.

O caminho para nossa vitória, contra Aécio & Marina, é outro: mobilização, militância, política, programa de esquerda, apontando para um segundo mandato superior, ou seja, que amplie a democracia, o bem-estar, a soberania, a integração e o desenvolvimento, em benefício da ampla maioria da população brasileira, que é trabalhadora.

Agindo assim, derrotaremos mais uma vez o “espírito animal” das hienas.


 

SÁBADO, NA BIENAL: O TRIBUTO DE UMA FILHA CUJO PAI FOI SUBMETIDO A TRIBUNAL REVOLUCIONÁRIO.

Quando Adriana Tanese Nogueira começou a escrever um livro sobre a corajosa ajuda que seu pai prestou à Vanguarda Popular Revolucionária no pior momento da ditadura militar, o preço que ele pagou por sua disposição sincera de contribuir para a resistência e como sua desdita afetou os entes queridos, era natural que me contatasse, pois os sites ultradireitistas me citavam como um dos três membros do tribunal revolucionário que julgou Antônio Silva Nogueira Filho, juntamente com Ladislas Dowbor e Carlos Alberto Soares de Freitas.

Era falso. Eu não chegara sequer a ser informado do episódio, que certamente foi encaminhado em nível de Comando Nacional, já que nunca veio à baila nas reuniões do Comando Estadual de São Paulo, do qual eu fazia parte.

Foi só em 2004 ou 2005 que, dando uma olhada no que aparecia quando teclava meu nome na busca do Google, fiquei sabendo que me imputavam tal papel.  E não estranhei, porque os Ternumas da vida também me davam como autor de um comunicado da VPR que jamais redigi --para minha irritação, pois não só era mentiroso, como pessimamente escrito, com erros que nem no ginásio eu cometia. 

Expliquei à Adriana que a rede virtual fascista era abastecida com informações dos órgãos de repressão --os tais arquivos secretos que o governo nunca foi capaz de localizar. Evidentemente, os torturadores conservaram consigo boa parte dos registros emporcalhados de sangue de interrogatórios dos DOI-Codi's, Dops, etc., utilizando-os depois para produzirem a interpretação inquisitorial da História

E, como era mais cômodo para os torturados confirmarem as suposições dos torturadores quando se tratava de assunto de menor importância, alguém deve ter relacionado meu nome ao tal julgamento, ou por não saber quem realmente dele participou, ou porque não quisesse identificar os reais participantes.

Abri portas e indiquei caminhos para que a Adriana pudesse levar a bom termo sua empreitada, superando a dificuldade natural de tentar apurar, desde os EUA, algo que aconteceu aqui. E acompanhei, durante certo tempo, seu labor de ir escrevendo e tornando pública sua obra, capítulo por capítulo, num blogue que criou.especialmente para tal finalidade.

Depois, o Caso Battisti me absorveu tanto que perdi o hábito de visitar o blogue dela. Daí a minha agradável surpresa com o livro resultante, de 740 páginas, dividido em dois volumes: Acorda, amor (Editora Biblioteca 24 horas, 2014), que será lançado na Bienal Internacional do Livro amanhã (sábado, 30), entre 12 e 14 horas, no estande F698.

Como passei a vida inteira tentando melhorar minha carpintaria de textos, é sempre gratificante para mim ler obras com narrativa fluente e empolgante como a da Adriana, cuja formação psicanalítica ajuda muito a desenvolver o lado humano dos personagens. Infelizmente, muitos livros sobre os anos de chumbo são áridos e de difícil compreensão para os leigos, afugentando leitores.

Conheço bem demais as agruras e sofrimento das famílias dos que lutamos contra a ditadura, então este lado de Acorda, amor não me surpreendeu. Mas, a dramaticidade e o horror de certas situações deverá calar fundo em quem veio depois de nós e não está familiarizado com tais vias crucis.
Eremias: retalhado com 35 tiros.

Para mim, são lembranças dolorosas. Não gosto nem de pensar que meus saudosos pais foram despertados de madrugada por uma avalanche de bárbaros que, depois de virarem a casa do avesso, ainda tiveram a petulância de pedir que me aconselhassem a rendição, pois só com a ajuda deles eu escaparia com vida. Meu pai, homem que nunca gostou de correr riscos desnecessários, daquela vez não se conteve: "E é para ajudar meu filho que vocês estão aqui com toda essa artilharia pesada?". Quase o levaram preso.

Assim como foi intimidado o pai do meu amigo e companheiro Eremias Delizoicov, retalhado com 35 balaços pelos gorilas da PE da Vila Militar, aos 18 anos de idade (vide aqui). Como a imprensa noticiara inicialmente a morte de outro militante --a repressão só conseguiu identificá-lo pelas digitais, a tal ponto o havia desfigurado!--, o pobre homem ansiava desesperadamente por ver o corpo e tirar dúvidas. 

Até isto lhe foi negado; ameaçaram-no de prisão, se insistisse, Como consequência, o velho casal continuou alimentando por muito tempo a esperança de que o falecido fosse mesmo José Araujo Nobrega, e não seu amado filho. Duas vezes passei horas ouvindo pacientemente suas hipóteses fantasiosas, sem saber se seria melhor desmenti-las ou deixá-los sonhando que o Eremias estaria são e salvo no exterior. 

UM EPISÓDIO CONSTRANGEDOR, MAS QUE DEVE
SER CONHECIDO, POIS DEIXOU LIÇÕES VALIOSAS.

Então, o que mais me interessou no livro foi mesmo a parte referente ao tribunal revolucionário. Para não estragar o prazer dos possíveis leitores, evitarei antecipar o desfecho (podem continuar lendo sem receios...).
A lição de Rosa: "A verdade é revolucionária".

Apenas informarei que Adriana, como eu, não vilifica quem cometeu erros em circunstâncias tão extremas. Como eu, ela ressalta a justeza da luta e tenta compreender quem foi zeloso demais ou traído pelos nervos.

Esforçávamo-nos  para manter a chama acesa apesar da extrema desigualdade de forças. Não havia semana em que não ficássemos sabendo da morte ou prisão (leia-se torturas bestiais) de companheiros próximos ou, mesmo distantes, igualmente estimados. As confissões arrancadas a ferro e fogo, bem como a faina incansável de espiões, faziam nossos melhores projetos ruírem como castelos de cartas. Por mais que tentássemos nos iludir, lá no fundo percebíamos que nos encaminhávamos para a derrota e, provavelmente, para a morte.

Neste contexto, aliado que manifestasse o desejo de sair da Organização era logo visto como um traidor em potencial. Se já não acreditava na causa, como conseguiria resistir às torturas? Se estaria descontatado, quanto tempo levaria para sua eventual prisão chegar ao conhecimento da O.? Quantos prejuízos ele poderia causar nesse intervalo, antes de as medidas defensivas começarem a ser tomadas?

Recuso-me a acreditar que qualquer um dos meus companheiros --aqueles seres humanos capazes de assumir riscos tão extremos em nome de ideais generosos e solidários!-- raciocinasse, cinicamente, que "o Nogueira nada fez de errado, mas só ficaremos tranquilos quando ele se tornar um arquivo morto".

Contudo, em meio à compreensível paranoia que grassava entre nós (espiões existiam sim, começando pelo cabo Anselmo), alguém deixou a imaginação correr solta e acabou tomando vagas suspeitas como provas irrefutáveis de que o Nogueira  estaria trocando de lado. E um tribunal revolucionário acabou sendo constituído.

Por último: o episódio encerra muitas lições valiosas para todos os que travam o bom combate, no sentido de que tais erros jamais sejam cometidos novamente. Então, mesmo sendo constrangedor para nós, deve ser encarado e discutido, sem medo do uso demagógico que os detratores da luta armada possam dele fazer.

Temos de ser melhores do que essa gente, guiando-nos pela afirmação lapidar de Rosa Luxemburgo: "A verdade é revolucionária". O outro lado tudo faz para esconder seus esqueletos nos armários --e eles eram tantos, e foi tão terrível o martírio infligido a nossos companheiros! Cabe-nos mostrar que também nisto somos infinitamente superiores a eles, em termos morais.

Não há equivalência ou igualação possível entre a regra e a exceção. Nem motivo para escondermos debaixo do tapete o que ocorreu, mas gostaríamos que não tivesse ocorrido. Nenhuma luta de resistência à tirania é isenta de enganos e excessos, mas estes devem ser avaliados com pesos diferentes: os idealistas têm direito à compreensão, enquanto os déspotas e seus esbirros só merecem o opróbrio.

"...nós, que queríamos preparar o terreno para a amizade, não pudemos ser, nós mesmos, bons amigos. Mas vocês, quando chegar o tempo em que o homem seja amigo do homem, pensem em nós com um pouco de compreensão." (Brecht)

DEPOIMENTO DA AUTORA
"VOU ABRIR A MINHA VOZ E CONTAR MINHA VERDADE. 
NÃO QUERO MANTER ESCONDIDA UMA PARTE DE MIM" 

"Um dia saiu um artigo sobre mim num jornal local [ela mora e trabalha nos EUA]. No final de minha apresentação, após citar as minhas diversas atividades, o jornalista deu algumas referências biográficas. Quando li o artigo meu coração descompassou. Foi citada uma frase que eu mesma escrevi: 'Filha de mãe italiana imigrante e de pai brasileiro revolucionário', acrescentada pela informação que meu pai pertencia ao grupo de Carlos Lamarca.
Adriana: nada do que se envergonhar.

Gelei. Sim, eu tinha dito isso, mas uma coisa é você comentar uma coisa dessas com alguém, outra é você ler suas palavras numa folha de jornal. Senti-me exposta. Fiquei com medo. Mas dissimulei comigo mesma. Estava acostumada a deixar passar, disfarçar, conviver com a história colocando-a de lado.

Ao longo daquele dia, pensamentos soltos atravessaram minha mente. Aquela era uma referência histórica, algo conhecido que explicitamente revelava a atividade política de meu pai no passado. No passado.

Mas será que era passado? Não na minha alma. O medo, que por tanto tempo dominou nossas vidas e que estava aparentemente esquecido e sonolento num canto, acordou. Apesar de ter tentado 'não pensar' o dia todo e 'racionalizar', passei a noite assustadíssima. Não consegui dormir e tive um pesadelo.

Eu vou contar essa história porque não quero viver sob o constrangimento da vergonha. Uma história que me provoca pesadelos quarenta anos depois é uma história que precisa ser contada. Quero regurgitar o que vivemos, devolver ao mundo o que ao mundo pertence. Não vou deixar essa experiência trancada dentro do peito, no cárcere da dúvida e do ridículo. Não vou ser cúmplice do sistema que demonizou os que contra ele resistiram, apesar do absurdo desequilíbrio de forças.

Vou contar essa história para levantar uma bandeira contra a avalanche massificadora da crença que sustenta que bom é quem sabe 'se dar bem'. Bom é o individualista, o puxassaquista, o que encontrou um nicho em meio ao lixo cultural e moral no qual vivemos e venceu a vida por entorpecimento do cérebro e do coração. Não quero e não vou apoiar a crença que bom é o marqueteiro, o espertalhão, o flibusteiro. A isso se reduziu boa parte do ideal social do país. Não o meu. Nem hoje nem amanhã.

O Brasil está ainda tomado pela mentalidade promovida e fortalecida pela ditadura. Nela, os valores estão todos invertidos. Os que assumiram a resistência a um regime opressor são 'terroristas', os que massacraram corpos, amputaram braços e torturaram jovens e adultos, mulheres e homens são anistiados. E a impunidade reina soberana.

Vou abrir minha voz e cantar minha verdade. Não quero manter escondida uma parte de mim, minhas raízes, aquele meu começo que produziu tantas consequências importantes. Tantas coisas das quais tenho orgulho. Não vou respirar da núvem tóxica do esquecimento coletivo, tão infantil quanto míope. Não há nada do que se envergonhar, a não ser da crueldade cometida.

Para mim, que trabalho com humanização, não tem como deixar de trazer à luz as origens do meu interesse vital em humanizar o mundo. Não quero mais esconder quem sou, quem somos e por que somos o que somos. Porque é assim que tivemos que viver por todo esse tempo".

SERVIÇO
O QUE: lançamento do livro Acorda, amor (Desaventuras de uma família e de seu país)
QUANDO: sábado, 30 de agosto de 2014
HORÁRIO: das 12 às 14 horas
ONDE: estande F698 da Bienal Internacional do Livro de São Paulo 
QUEM: Adriana Tanese Nogueira, autora (estará presente Celso Lungaretti, veterano da luta armada)
LANÇAMENTO COMPLEMENTAR: livro infantil O flamingo e os pombos
MARCAÇÃO DE ENTREVISTAS / MAIS INFORMAÇÕES: aqui e aqui

É prematuro pensar em acordo de paz ainda neste ano, dizem FARC

É prematuro pensar em acordo de paz ainda neste ano, dizem FARC

Vitor Taveira | Bogotá - 28/08/2014 - 06h00
Em entrevista exclusiva a Opera Mundi, negociadores da guerrilha nos diálogos de paz analisam diferenças com governo colombiano e expõem objetivos do grupo agora e depois de um eventual cessar-fogo

Para ler entrevista no link:
 Leia mais: Mujica diz que não aceitaria Nobel da Paz caso fosse premiado
Vitor Taveira
Periodista y Máster en Estudios Latinoamericanos

Director Institucional - Expedición Abya Yala
Director de Relaciones Internacionales - CALLES 

O candidato Mauro Ribeiro não foi. As emissoras de TV: QueremosUm debate para TODOS e com TODOS:


'Eleição é um meio e não um fim'. Corroboro , enquanto cidadã, com os protestos diante de violações a um dos direitos fundamentais do Povo, que é o de INFORMAÇÃO. 


O candidato ao governo do ES, Mauro Ribeiro, ficou fora do debate da BAND( Tv Capixaba) ontem a noite.

A emissora nos negou assistir a um debate ampliado no campo das ideias.

chamo aos militantes , aos formadores de opiniões , aos candidatos que não acatam manipulações, a corroborarem protestando contra essa violação.

Só seremos cidadão se  participarmos de debates. Posso não concordar com ideias, mas não quero ficar a margem de um debate amplo.

OU BAILAM TODOS, ou NÃO TEREMOS BAILE.
PUNIÇÃO aos violadores. Abaixo a mídia manipuladora.





quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Nota de esclarecimento sobre a declaração da candidata Marina Silva no debate da Rede Bandeirantes

Nota de esclarecimento sobre a declaração da candidata Marina Silva no debate da Rede Bandeirantes


em poucos exemplos de heresia maior que essa comparação .
Chico, perdoai-a ela n sabe nem oq fala
Foto: Chico, perdoai-a ela n sabe nem oq fala

Leia a nota divulgada pelo Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Xapuri (Acre)


Diante da declaração da candidata à Presidência da República para as próximas eleições, Marina Silva, onde esta coloca o companheiro Chico Mendes junto a representantes da elite nacional, o Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Xapuri (Acre), legítimo representante do legado classista do companheiro Chico, vem a público manifestar-se nos seguintes termos:
Primeiramente, o companheiro Chico foi um sindicalista e não ambientalista, isso o coloca num ponto específico da luta de classes que compreendia a união dos Povos Tradicionais (Extrativistas, Indígenas, Ribeirinhos) contra a expansão pecuária e madeireira e a conseqüente devastação da Floresta. Essa visão distorcida do Chico Mendes Ambientalista foi levada para o Brasil e a outros países como forma de desqualificar e descaracterizar a classe trabalhadora do campo e fortalecer a temática capitalista ambiental que surgia.
Em segundo, os trabalhadores rurais da base territorial do Sindicato de Xapuri (Acre), não concordam com a atual política ambiental em curso no Brasil idealizada pela candidata Marina Silva enquanto Ministra do Meio Ambiente, refém de um modelo santuarista e de grandes Ong’s internacionais. Essa política prejudica a manutenção da cultura tradicional de manejo da floresta e a subsistência, e favorece empresários que, devido ao alto grau de burocratização, conseguem legalmente devastar, enquanto os habitantes das florestas cometem crimes ambientais.
Terceiro, os candidatos que compareceram ao debate estão claramente vinculados com o agronegócio e pouco preocupados com a Reforma Agrária e Conflitos Fundiários que se espalham pelo Brasil, tanto isso é verdade, que o assunto foi tratado de forma superficial. Até o momento, segundo dados da CPT, 23 lideranças camponesas foram assassinadas somente neste ano de 2014. Como também não adentraram na temática do genocídio dos povos indígenas em situação alarmante e de repercussão internacional.
Por fim, os pontos elencados, são os legados do companheiro Chico Mendes: Reforma Agrária que garanta a cultura e produção dos Trabalhadores Tradicionais e a União dos Povos da Floresta.
Xapuri, 27 de agosto de 2014
José Alves – Presidente
Waldemir Soares – Assessor Jurídico

Honduras URGENTE: Assassinaram a co-fundadora da Frente de Resistencia

Via Rosa Baez

Agencia de Noticias Nueva Colombia, ANNCOL
Web: https://anncol.eu/Redacción: anncol@anncol.eu,


https://ci4.googleusercontent.com/proxy/NVMeJyDHNa893ZXiPtQ56WTvksOI5qMp9d0i87NsPQvVFVrrs-KnQd4by9uc-HN50pOU_lsYGorqcOnBrLry58rEfV7N_8FA-I5KErlWT79qbDckF06wgQ0Q6PY=s0-d-e1-ft#http://anncol.eu/images/Latinoamerica/Honduras/personas/IMG_7403_6.jpg
Margarita Murillo es entrevistada por el reportero Dick Emanuelsson en la Asamblea de la Resistencia en febrero 2011 .

¡Asesinaron a la co fundadora de la Resistencia hondureña y del Partido Libre!

Por Dick & Mirian Emanuelsson
TEGUCIGALPA / 2014 / La dirigenta popular y campesina Margarita Murillo fue asesinada esta mañana cuando hombres encapuchados y fuertemente armados llegaron a una parcela donde se encontraba Margarita y la ultimaron, nos informa el diputado de Partido Libertad y Refundación (LIBRE), Bartolo Fuentes.
A Margarita la entrevistamos varias veces durante estos años desde el golpe de estado militar el 28 de junio de 2009, por ser una fuente muy seria y firme en sus convicciones políticas.
Era una veterana en la lucha popular tanto en Honduras como en Centroamérica. Durante la sangrienta década de los 80´ encabezó grandes acciones en solidaridad con el pueblo nicaragüense al mismo tiempo que era una incansable luchadora por la causa campesina hondureña, siendo dirigenta en la Central Nacional de Trabajadores del Campo, CNTC. Por eso fue apresada y fuertemente torturada por las fuerzas militares hondureñas.
https://ci4.googleusercontent.com/proxy/DUjCso8WclJDk2C6NReL_he2SX5AV-8ObXfbBSencKFu620YeM28ylMAzWMZ-GKpELqnk2wsfmyXfF8mj_2p5Uf_N-pkiNCpHn3MJ0jM6Gq_uS3V3AwPdjKVYCE=s0-d-e1-ft#http://anncol.eu/images/Latinoamerica/Honduras/personas/IMG_7387_4.jpg
Cuando el Poder Fáctico en Honduras ejecutó el golpe de estado en junio de 2009, Margarita no vaciló un minuto para encabezar nuevamente la causa popular, organizar las masas en el departamento de Cortés con la segunda ciudad de Honduras, San Pedro Sula, como centro de la lucha. Fue elegida coordinadora departamental tanto por la Resistencia en esta parte de la nación como el naciente partido Libre donde fue una integrante en su Comisión Política en los primeros años.

La muerte de Murillo es quizás el más grave asesinato de un dirigente en la resistencia y Libre. Hasta ahora han sido asesinados dirigentes de base o medio nivel pero la guerra sucia no ha tocado hasta ahora un dirigente de estas alturas de la estructura orgánica de la Resistencia Popular Hondureña.
El asesinato se hace en unos momentos cuando el Partido Libre también pasa por una crisis interna debido a la concentración del poder en pocas manos, en donde la base de miles de militantes, tanto de la Resistencia como de Libre siente que la democracia interna se ha reducido a un mínimo. Margarita fue una dura crítica de esas maniobras y criticó duramente las tendencias de caudillismo.
Entrevista con Maragrita Murillo en la Asamblea de la Resistencia el 27 de febrero de 2011
Honduras: “Los partidos tradicionales están felices por la decisión del Frente de no ir a elecciones”
Por Dick y Mirian (cámaras) Emanuelsson | Para Kaos en la Red |

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Asesinan a dirigenta campesina y de FNRP Margarita Murillo en Villanueva 
Esta mañana fue asesinada en la zona rural del municipio de Villanueva fue asesinada la dirigenta campesina y del Frente Nacional de Resistencia Popular, Margarita Murillo. 
Según informes de sus hijas Margarita se encontraba en una parcela cuando llegaron hombres armados y encapuchados que acabaron con su vida a eso de las once de la mañana. 
En el Congreso Nacional de la República se guardó un minuto de silencio a solicitud de la relatora especial de la Organización de las Naciones Unidas, ONU, quien llegó para hacer una disertación ante los y las diputadas sobre la discriminación contra la mujer. 
El Diputado Rafael Alegría presentó una manifestación en la cual señaló que el campo se vuelve a enlutar, recordó que hay cerca de 200 campesinos asesinados, unas 700 campesinas están acusadas en los tribunales por reclamar un pedazo de tierra. 
Reclamó Alegría que desde hace cinco meses se ha presentado la Ley de Reforma Agraria Integral y la misma aún no se discute en la comisión de agricultura. 
Margarita Murillo fue la primera coordinadora del FNRP en San Pedro Sula y el Departamento de Cortés y fue fundadora de partido Libertad y Refundación, Libre. 
En la década de los ochenta Margarita fue parte de la directiva central de la Central Nacional de Trabajadores del Campo, CNTC. 
En las elecciones de noviembre de 2013, Margarita fue candidata a diputada por el partido Libre en el Departamento de Cortés. 
Bartolo Fuentes
Secretario de Comunicación, Colectivo Parlamentario Libre
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Asesinan a Margarita Murillo
A través de un espacio informativo de la capital y confirmado por amistades que viven en San Pedro Sula, hemos sido informados que el día de anoche en su casa de habitación en El Calán, Villanueva, asesinaron a la compañera y líder del movimiento campesino y Coordinadora del Frente Nacional de Resistencia Popular, FNRP, en el departamento de Cortés, Margarita Murillo.
Con Margarita Murillo fuimos compañeros de lucha dentro del movimiento agrario, concretamente con la CNTC, después participamos muy activamente en el FNRP.
Siempre admiré en ella su espíritu de lucha y sus altas convicciones sobre la lucha popular. En los años 80s. por su protagonismo agrario fue capturada por la seguridad del Estado, siendo vilmente torturada y desaparecida por algún tiempo.
Margarita, tu ejemplo inclaudicable vivirá siempre en nuestros pensamientos y en las luchas del pueblo al que entregaste tu vida.
27 de agosto 2014
Rodolfo Cortés Calderón


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Marina e o contrato dos tempos do fio de bigode


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Marina acaba de se associar a um crime eleitoral


27 de agosto de 2014 | Autor: Fernando Brito

Independente do resultado “marquetológico” da entrevista de Marina Silva ao Jornal Nacional – e eu acho que foi desastroso – há um elemento gravíssimo nas declarações da nova candidata do PSB.

Marina confessou o conhecimento de um crime eleitoral e a participação nos benefícios desta transgressão.

Ela confessou saber que o avião era produto de um “empréstimo de boca” que seria “ressarcido” – se é ressarcido, tem preço – ao final da campanha.

Poderia, se fosse o caso, dizer que não sabia dos detalhes da contratação do serviço, feita por Eduardo Campos. Mas está amarrada de tal forma no assunto que teve de se acorrentar à fantasiosa versão do PSB.

Que é uma aberração jurídica e contábil, que não pode prevalecer – e não prevalece – em qualquer controle de contas eleitorais.

Até no Acre de Marina Silva, o TRE distribui um formulário onde o dono de um veículo, mesmo que seja um Fusca 82, tem de assinar a cessão e atribuir o valor em dinheiro do bem.

O que dirá para um jato de R$ 20 milhões!

Não há um contrato sequer, não há preço estabelecido e, sobretudo, as empresas (ou o laranjal) que tinham o controle do avião não se dedicam à locação de transporte aéreo.

É um escândalo de proporções amazônicas.

Só menor do que o escândalo que é, depois de tantas confissões, o silêncio do Ministério Público.

Todos se lembram da Procuradora Sandra Cureau, que por um nada partia para cima do Presidente Lula e da candidata Dilma Rousseff.

Está mudo, quieto, silente.

Acovardado diante dos novos santos da mídia.

A partir de agora, prevalecendo isso, se podem emprestar prédios, frotas, aviões, até uma nave espacial para Marina ir conversar com Deus.

De boca, sem recibo, sem contrato, sem papel.
Na fé.

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AVIÃO FANTASMA DO PSB TEM ATÉ PEIXARIA FALSA


Brasil 247 - Inquérito da Polícia Federal apura que Citation PR-AFA em que Eduardo Campos morreu foi objeto de pagamentos de R$ 1,7 milhão à usina AF Andrade por seis CNPJs, em 16 transferências; no grupo de empresas, aparece a Geovane Pescados, que seria uma peixaria na periferia de Recife, mas é fantasma; doação foi de R$ 15, 5 mil; já a Leite Imobiliária, que pertenceria ao dono de factoring Eduardo Ventola, fez pagamento de R$ 710 mil; ele seria o principal pagante pelo avião, usado pelo PSB na campanha eleitoral; candidata Marina Silva também viajou na aeronave; procedimento é irregular e fere lei eleitoral

LEIA MATÉRIA COMPLETA...


Foto: AVIÃO FANTASMA DO PSB TEM ATÉ PEIXARIA FALSA

Brasil 247 -  Inquérito da Polícia Federal apura que Citation PR-AFA em que Eduardo Campos morreu foi objeto de pagamentos de R$ 1,7 milhão à usina AF Andrade por seis CNPJs, em 16 transferências; no grupo de empresas, aparece a Geovane Pescados, que seria uma peixaria na periferia de Recife, mas é fantasma; doação foi de R$ 15, 5 mil; já a Leite Imobiliária, que pertenceria ao dono de factoring Eduardo Ventola, fez pagamento de R$ 710 mil; ele seria o principal pagante pelo avião, usado pelo PSB na campanha eleitoral; candidata Marina Silva também viajou na aeronave; procedimento é irregular e fere lei eleitoral

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http://www.brasil247.com/pt/247/poder/151416/Avi%C3%A3o-fantasma-do-PSB-tem-at%C3%A9-peixaria-falsa.htm

10 coisas sobre o debate da Band


QUARTA-FEIRA, 27 DE AGOSTO DE 2014

5) Marina mostrou quanto respeita Neca. Os óculos vermelhos com os quais se apresentou no debate chamaram a atenção de todos.
Neca não parece ter apreciado muito. Da plateia, acenou para que Marina os tirasse, e foi obedecida.

Leia completo no blog do Dr. CARLOS ALBERTO SARAIVA, Juiz de Direito Aposentado pelo TJ/RJ


Foto: 10 coisas sobre o debate da Band
QUARTA-FEIRA, 27 DE AGOSTO DE 2014

5) Marina mostrou quanto respeita Neca. Os óculos vermelhos com os quais se apresentou no debate chamaram a atenção de todos.
Neca não parece ter apreciado muito. Da plateia, acenou para que Marina os tirasse, e foi obedecida.

Leia completo no blog do Dr. CARLOS ALBERTO SARAIVA, Juiz de Direito Aposentado pelo TJ/RJ

http://saraiva13.blogspot.com.br/2014/08/10-coisas-sobre-o-debate-da-band.html

Manter tudo que foi conquistado a duras penas... 

Foto: Manter tudo que foi conquistado a duras penas...

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Ilustração: AIPC – Atrocious International Piracy of Cartoons
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PressAA



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