Como participar da campanha pela DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA?

Como participar da campanha pela DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA?
LEI DA MÍDIA DEMOCRÁTICA KIT COLETA Todo cidadão/cidadã pode buscar voluntariamente as assinaturas para o projeto. Disponibilizamos abaixo um kit com o material necessário para o diálogo nas ruas.

Seguidores

Drogas Uma Guerra Perdida? Para que esta realidade sujeita a todos nós tenha fim ou redução Assista

Drogas Uma Guerra Perdida? Para que esta realidade sujeita a todos nós tenha fim ou redução Assista
A Primeira condição para se mudar a realidade é conhece-la - Eduardo Galeano. -' Só a Participação Cidada é Capaz de Mudar o paí'. Betinho . Não fique fora desta, participe, UM OUTRO MUNDO É POSSIVEL e Juntos Somos Fortes. Este PPS faz parte do PROJETO COMPAIXÃO E Cidadania que agora abraçamos e divulgamos sugerindo a todos repetir o feito.

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Quando um motorista de ônibus pega a bandeira da História

Quando um motorista de ônibus pega a bandeira da História

Quando um motorista de ônibus pega a bandeira da História. Foto: Filipe Mendes
O motorista e as bandeiras. Foto: Filipe Mendes

Quando um motorista de ônibus pega a bandeira da História

Por Ana Helena Tavares, jornalista, editora do QTMD? e colunista do “novo Direto da Redação”
Um ônibus foi parado pela multidão durante comício com a presença de Dilma e Lula, realizado na cidade de Recife, em Pernambuco, na noite de terça-feira, 22 de outubro de 2014. O motorista poderia ter reagido com agressividade. Em vez disso, saiu do ônibus e pegou uma bandeira com o nome de Dilma. Depois subiu no teto do veículo e começou a tremulá-la gritando que faz faculdade graças ao PROUNI. O que isso tem a dizer sobre o Brasil de hoje?
O que está em jogo no Brasil, enquanto ninguém se empenha numa reforma política? É a guerra para descobrirmos quem é mais corrupto ou a guerra para manter aquele motorista no teto do ônibus? Devemos ficar sempre medindo o tamanho do mar de lama de cada candidato a cargos públicos ou devemos deixar isso a cargo da polícia e nos concentrarmos em qual deles tira e qual coloca as pessoas na lama?
Embora muitos façam vista grossa e outros tantos nem tenham tido oportunidade de tomar conhecimento, é fato, corroborado pela ONU, que o Brasil saiu do mapa relativo a países que têm a fome como problema estrutural. Não que ela tenha sumido de vez, mas concentra-se agora em casos isolados. Só por isso Betinho e Josué de Castro, dois grandes brasileiros que dedicaram sua vida à luta contra a fome, já devem estar tremulando bandeiras no céu.
Como levantar uma bandeira se você não tiver força nos braços? Tremulá-la então nem pensar. É isso o que está em jogo no Brasil. É isso o que diferencia o país de hoje do país da década de 90. Certa vez, em um de seus inflamados discursos, Lula disse: “Democracia não é apenas ter o direito de gritar que está com fome. Democracia é comer”! Como negar isso? Afinal, se você não come, de que adianta ter uma democracia que te dá o direito de gritar se você não terá forças para gritar?
Outro dia, alguém fez um comentário em meu Facebook defendendo a eleição de Aécio Neves com o argumento da “alternância de poder” e dizendo que é preciso fazer “experiências”. Exausta desta história, ironizei: “Experimentemos, então, colocar os descendentes de Hitler para governar o mundo”. Escandalizado, ele disse: “Não exagere! Os tucanos nunca metralharam ninguém”. Na hora, rebati de pronto: “Talvez algumas pessoas preferissem morrer metralhadas do que de fome”, eu disse. Afinal, não é só metralhando que se mata. Por isso, o medo que a elite tem de perder privilégios não pode vencer a felicidade de ver todos comendo.
Não sei o nome do motorista, mas, vença quem vencer, a imagem dele ficará marcada na minha memória como um símbolo destes “tempos interessantes”, em que classes historicamente excluídas podem tomar as rédeas de suas próprias bandeiras. Na China, desejar a alguém que “viva tempos interessantes” é uma maldição. No Brasil, se conseguirmos que estes tempos perdurem será o maior grito de independência que poderemos dar.
http://quemtemmedodademocracia.com/2014/10/23/quando-um-motorista-de-onibus-pega-a-bandeira-da-historia/ 

Por que os negros não votam no candidato Aécio Neves?

Nos doze anos de governo do PSDB em Minas nenhum quilombo foi titulado e a taxa de assassinato de jovens de periferia teve um crescimento de 51 % de 2002 a 2012, ao contrário da região Sudeste na qual ela retrocedeu 47 %. A história dessa terra de herança escravista mostra que a mudança não virá pela ação de governos comprometidos com os senhores da escravidão.

http://www.cartamaior.com.br/?/Editoria/Politica/Por-que-os-negros-nao-votam-em-Aecio-Neves-/4/32079

Foco!! A pergunta é:

por MVMeireles

FOCO!!
A PERGUNTA É: 
SUA VIDA MELHOROU? 
SIM? 
ENTÃO PonTo!
É 
‪#‎Dilma13‬! É PT DE NOVO!
AMOR, COMPAIXÃO E SOLIDARIEDADE.


Imagem inline 1

Abraço e felicidade, sempre.

A veja TUMULTUA A ELEIÇÃO COM O FANTASMA DO IMPEACHMENT DE DILMA

O risco contra o qual venho há tempos alertando acaba de se materializar: a veja antecipou em um dia a distribuição da edição 2.397, de forma a colocar a eleição presidencial sob a lâmina de uma guilhotina: a do impeachment da presidenta Dilma Rousseff. 

É manipulação às escâncaras, um óbvio crime eleitoral. 

A revista normalmente entra em bancas no sábado e tem sua capa e resumo das principais matérias divulgada na noite de 6ª feira. Todo o cronograma foi adiantado em 24 horas, só cabendo uma explicação: o objetivo foi permitir que Aécio Neves aproveitasse a munição nova no debate final da Globo, além de aumentar estrategicamente o prazo para a bomba repercutir, produzindo consequências nas urnas. 

E qual é esta bomba, afinal? Trata-se da atribuição, ao delator premiado Alberto Youssef, da seguinte afirmação, ao ser interrogado por um delegado da Polícia Federal:
— O Planalto sabia de tudo!
O delegado teria perguntado a quem no [Palácio do] Planalto o doleiro aludia, recebendo como resposta: "Lula e Dilma".

Reinaldo Azevedo, o blogueiro mais reacionário da revista mais reaça do Brasil, duas semanas atrás já antecipara que a direita poderia partir para o impeachment, neste parágrafo de sua coluna semanal na Folha de S. Paulo:
Reinaldo Azevedo é o principal arauto do impeachment
"Prestem atenção! Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef mal começaram a falar. A depender do rumo que as coisas tomem e do resultado das urnas, o país voltará a flertar, no próximo quadriênio, com o impeachment, somando, então, a crise política a uma economia combalida".
Só perfeitos ingênuos acreditarão que ele já não soubesse qual seria a derradeira cartada da veja

Agora, ao trombetear a nova denúncia no seu blogue, ele é mais explícito ainda:
"Se as acusações de Youssef se confirmarem, é claro que Dilma Rousseff tem de ser impedida de governar caso venha a ser reeleita, mas em razão de um processo de impeachment, regulado pela Lei 1.079..."
E, para martelar bem a ideia, ele a repetiu no final do seu post, grifando a ameaça para torná-la ainda mais ribombante:
"Se Dilma for reeleita e se for verdade o que diz o doleiro, DEVEMOS RECORRER ÀS LEIS DA DEMOCRACIA — não a revoluções e a golpes — para impedir que governe".
Evidentemente, os grãos petistas falarão em terrorismo eleitoral, minimizando a possibilidade de os acontecimentos se encaminharem em tal direção.

Mas, se precedentes valem alguma coisa, a permanência de Getúlio Vargas no poder foi duas vezes interrompida por manobras semelhantes:
  • em 1945, os Estados Unidos jogaram todo seu peso de bastidores para forçá-lo (da mesma forma que o argentino Juan Domingo Perón) a deixar o poder; 
  • e, como o ciclo varguista persistiu, com a eleição do poste que ele apadrinhou (Eurico Gaspar Dutra) seguida por sua volta ao Palácio do Catete em 1951, a direita militar exigiu que renunciasse para não ser deposto, tendo ele preferido uma outra opção, o suicídio.
Outro precedente agourento é o de 1964: o PCB subestimou o risco de golpe de estado, não montando nenhum dispositivo militar próprio para defender o mandato legítimo de João Goulart, daí os golpistas terem derrubado o governo com a facilidade de quem tira doce da boca de uma criança.

Se as agora coisas chegarem a tal extremo, a História certamente se repetirá, pois inexiste dispositivo militar autônomo ou contingentes populares preparados para reagirem à altura. O PT não fez a lição de casa.

OUTROS POSTS RECENTES DO BLOGUE NÁUFRAGO DA UTOPIA (clique p/ abrir):

Seguro morreu de Velho: Olho nas Urnas


OPINIÃO: A CAMPANHA DO ÓDIO, DA MENTIRA E DOS RISCOS DA FRAUDE

 OPINIÃO 23 OUTUBRO 2014
 LAERTE BRAGA
O documentário A REVOLUÇÃO NÃO SERÁ TELEVISIONADA, que mostra a farsa do golpe contra Hugo Chávez em abril de 2002 foi desmantelada pela reação popular. Em agosto do mesmo ano, debaixo de pressões internacionais Chávez venceu um referendo popular sobre sua permanência ou não no governo. Levou Jimmy Carter, ex-presidente dos EUA e um dos observadores a dizer de público que “os venezuelanos de fato querem Chávez”.
Na preparação do golpe, numa reunião em uma das casas de um dos bairros mais luxuosos de Caracas, um dos coordenadores recomenda cuidado com os empregados domésticos e os trabalhadores que moram em favela, pois funcionam como espiões de Chávez. Uma senhora brilhando com suas jóias diz que a Venezuela vivia em paz antes de Chávez, com todos trabalhando e outra, mais jovem, declara que os “pobres não sabem quanto custa ser rico”. Sugere que enriqueceu pelo trabalho.
O ódio e disseminado pelas redes privadas de tevê e a cada cena do documentário vai se desmontando todo o esquema preparado em Washington e com os lacaios do empresariado, dos banqueiros e dos latifundiários daquele país.
Montam o referendo e importam as urnas eletrônicas brasileiras, a empresa encarregada da totalização e Chávez e o Comitê Eleitoral liquidam a fraude em curso com a exigência do voto impresso.
Desde que Nelson Jobim, então presidente do STF – Supremo Tribunal Federal – pede a Eduardo Azeredo (renunciou por corrupção ao mandato de deputado e à época era senador) um projeto eliminando a hipótese  do voto impresso no Brasil, considerando as máquinas infalíveis, as denúncias de fraudes se avolumam.
Especialistas no assunto demonstraram no TSE, à época, as vulnerabilidades das urnas.
E antes disso, em 1982, uma empresa montada por agentes do antigo SNI – Serviço Nacional de Informações -, a PROCONSULT, programa a totalização dos votos nas eleições do estado do Rio de Janeiro para transformar votos brancos e nulos em favor de Moreira Franco, com o objetivo de derrotar Leonel Brizola. A fraude é desmascarada e Brizola vence as eleições.

Podre e venal, a mídia de mercado não noticia as denúncias, por exemplo, do deputado e delegado de Polícia Federal Protógenes Queiroz (prendeu o banqueiro Daniel Dantas) nas eleições desse ano. Omite-se por representar interesses dos fraudadores.
Aécio Neves, traficante drogas e usuário, corrupto, acusado em vários processos e candidato tucano a presidente, só não babou e espumou no debate da TEVÊ BANDEIRANTES, pois a vacina contra raiva deve ter tido um efeito parcial. Mas, mesmo assim, com os olhos esgazeados de quem não enxerga nada, chamou a presidente da República e sua adversária, Dilma Roussef, de “leviana” e “mentirosa”.
Acostumado a bater em mulheres que não o obedecem, a demitir e prender jornalistas mineiros que não publicam o que deseja, começa a se derreter ali, na violência e no ódio que reflete, a construção da mídia e das elites que, no Brasil, são bem mais que tacanhas e bisonhas.
Um jovem que não tem a menor idéia da História do País, diz num vídeo que é um absurdo “os negros pretenderem o poder, pois o País foi colonizado por brancos e somos superiores”. É eleitor de Aécio e pede a volta da ditadura miitar. O mesmo faz aos berros uma jovem, que não tem a menor idéia dos porões ensanguentados da ditadura.
A campanha do PSDB, partido paulista e das elites brasileiras, é isso. Ódio, mentiras e fraudes.
É preciso estar atento até o último minuto, pois sabem que estão derrotados e vão tentar tudo, principalmente na sexta-feira, no debate da REDE GLOBO, principal veículo de comunicação do País, e porta voz da mentira. Capaz de distorções e fraudes, como fez em 1989, no debate entre Lula e Collor.
É uma eleição em que a escolha é óbvia. A da sobrevivência do Brasil como nação soberana, livre, senhora de si e de outro lado o tráfico, a barbárie capitalista dos norte-americanos e suas corporações. O Brasil diz respeito a toda a América Latina e hoje é uma voz mundial. Querem nos calar, derrotando Dilma.
Querem secar os trabalhadores, como secaram São Paulo com ódio, mentiras e fraudes.

Cultura e Intelectuais em Resistencia HONDURAS COM DILMA

Fuerza Dilma!

Ante las próximas elecciones, los intelectuales y artistas  del Partido Libertad y Refundación de Honduras, le expresamos nuestro más solidario apoyo a su candidatura presidencial, unida a la convicción de que el pueblo de ese gran país la ratificará en la Presidencia para continuar el gran proceso de transformación social e histórica que merece el reconocimiento de todo el continente.
Por el futuro de América Latina, Adelante Dilma, adelante Brasil!

Comisión de Cultura de LIBRE

-- 
Anarella Vélez Osejo
Académica

Los estudiantes del IPN necesitan asesores en conferencias, asambleas y mesas de "dialogo"

OPINIÓN - MEXICO / Web del autor:
23/10/14
 
Los estudiantes del IPN necesitan asesores en conferencias, asambleas y mesas de "dialogo"
Por Pedro Echeverría V.
Artículo relacionado:
Argentina:Movilización estudiantil en México - Por Matías Oberlin
Rebanadas de Realidad - Distrito Federal, 17/10/14.-
1. Las funestas autoridades de Gobernación y de la SEP tienen a su derredor a miles asesores en política, economía, educación, a quienes pagan salarios millonarios. Los estudiantes y profesores llegan a las mesas con "puro valor mexicano", sólo pensando que tienen la razón. Los nefastos gobernantes incluso exigen que no haya influencia externa de la UNAM, UAM o sindicatos, mientras ellos como gobierno representan la mayoría de veces, los intereses empresariales y del imperio de los EEUU. Hay que decirles que "no mamen" y que los estudiantes y trabajadores no tienen patria porque son los mismos oprimidos y explotados de todo el mundo.
2. En 1986 los estudiantes de la UNAM contaron en sus "mesas de diálogo" con decenas de asesores "externos", sean profesores, escritores o periodistas. No porque las autoridades se traguen a los estudiantes, sino porque la presencia de mayores de edad siendo personas con cierto prestigio les da respeto y fuerza. Imagínense a los camaleones de la política, a los viejos carcamanes de los acuerdos y los negocios, a los funcionarios que sirven a la embajada yanqui, valerse de todas las presiones y amenazas contra jóvenes de 20 o 25 años que no saben cómo mueven la cola y abren las fauces esos lagartos hambrientos. No olviden que en las "mesas de diálogo" se han quedado muchos movimientos.
3. El gobierno yanqui, por medio de su embajada, ha prohibido a sus ciudadanos solidarizarse con las marchas de los estudiantes y profesores de Guerrero o en las del Politécnico porque "los extranjeros no pueden participar en política". Son tan cínicos estos gobiernos que tratan de esconder que en México hay alrededor de un millón de miembros de la CIA, FBI, DEA (dirigidos por la embajada) que han penetrado como espías en todos los niveles para el control policiaco. ¿No se conoce acaso en el plano mundial las denuncias de Assange, Snowden y Manning que han demostrado las asesinas intervenciones de los EEUU en todos los países?
4. Se informó que la Asamblea General Politécnica (AGP) del jueves 16 votó a favor de "dialogar públicamente con el gobierno federal, siempre y cuando se garantice la organización de un congreso nacional politécnico (CNP) con carácter refundacional, cuya conformación y resoluciones sean reconocidas oficialmente"; además pondrán los estudiantes sus propias reglas para el desarrollo del acercamiento con el gobierno. Ese congreso se encargaría de transformar la vida en el IPN, se encargará de elegir al nuevo director e impulsar la participación de los maestros y trabajadores del Poli deslindándose de sus dirigentes charros del SNTE.
5. Los acuerdos están bien y debe continuarse por ese camino; sin embargo no olviden que el Poli vive en medio de una política y una economía nacional y por tanto debe construir relaciones con otros estudiantes, con trabajadores, con lo que sucede a nivel nacional e internacional. ¿Por qué la UNAM, la UAM, los estudiantes normalistas, los profesores de la CNTE, los van apoyar en su lucha si ellos no se solidarizan con los demás? El gobierno, los empresarios, los medios de información, incluso la iglesia, son instituciones con apoyo internacional; incluso aplican políticas impuestas por otros países. ¿Serán tan tontos los estudiantes y trabajadores que se cierran y no buscan ayuda y solidaridad?
6. La AGP no puede desanimarse porque profesores o trabajadores no participen; sin duda lo importante son los estudiantes que conforman más del 90 por ciento. Gobernación y la SEP apuestan -contratando opositores y provocadores- a que los asambleístas se dividan. Por ello es muy importante que se organicen conferencias, círculos de estudio, asambleas por salón, especialidad, cine-debate, boletines informativos. En la medida en que los estudiantes estén mejor informados y formados las asambleas generales serán más representativas. Los profesores de la CNTE, los dirigentes sindicales de oposición, muchos dirigentes en la UNAM y la UAM deben ser invitados a participar.
7. Las asambleas generales son desgastantes si no se hacen con la mayor agilidad posible y si no se toman acuerdos y determinaciones. Dado que el gobierno siempre tendrá "orejas" al interior para preparar sus estrategias, los educandos deben ejercer mucha más vigilancia para tratar de evitar policías en las reuniones. ¿Puede olvidarse que desde gobernación se les controla y que el mismo Chuayffet de la SEP fue jefe de Gobernación? De todas maneras las AGP tienen que funcionar, los invitados "externos" deben estar presentes y las conferencias y demás actividades de formación deben extenderse. En este momento Chuayffet está recibiendo asesoría "externa" para tragarse a los estudiantes.V
8. Este movimiento estudiantil del Poli vive una buena coyuntura para avanzar y consolidarse. Las grandes batallas en Guerrero y toda la República exigiendo la presencia con vida de los 43 normalistas desaparecidos el pasado 26 de septiembre, así como el castigo a los asesinos intelectuales y materiales de 23 campesinos de Tlatlaya y muchas más muertes que a diario se anotan, ayudan a que los politécnicos puedan lograr mucho. Lo más importante es que sean la base para el resurgimiento de un movimiento estudiantil nacional que es lo único que puede poner en picota a la burguesía gobernante y a sus medios de información. Y como dicen los estudiantes en muchas mantas: los polis, por su mascota son burros, pero no son pendejos y están dispuestos a demostrarlo.
 
Rebanadas de Realidad - Buenos Aires, Argentina

Los financistas del mundo y la elección en Brasil

. Discuto los cortos márgenes de maniobra impuestos por la lógica de los financistas en la política económica brasileña y como los medios oficiosos del casino financiero ya han apuntalado su favorito. Aguardo las críticas, gracias por la atención, Bruno Lima Rocha facebook: blimarocha@gmail.com)

por Bruno Lima R..Los financistas del mundo y la elección en Brasil : La segunda vuelta de las elecciones brasileras tiene relación directa con: la proyección del país, la alianza estratégica del bloque político del Mercado Común del Sur (MERCOSUR) y el alineamiento del Brasil dentro de la globalización corporativa: La política exterior de Lula extendida por Dilma (con algunas correcciones en su pragmatismo) es estructuralmente distinta de la del período de Fernando Henrique Cardoso. Se cambiaron el eje y el enfoque. A escala mundial nuestro país refuerza las relaciones Sur-Sur, priorizando específicamente las inversiones en infraestructura y cadenas productivas de América Latina y África. Brasil es hoy un motor del capitalismo mundial. Quien gane en las urnas comandará la 7ª economía mundal. En el Hemisferio Norte, el diario Financial Times (FT) ya decretó su sentencia. En editorial del 27 de septiembre de 2014 el periódico “económico”, auténtico portavoz del capital financiero, anunció la tragedia de las economías emergentes.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

redecastorphoto: Soros e a CIA agora investem em Neves-neto tentand...

redecastorphoto: Soros e a CIA agora investem em Neves-neto tentand...: 21/10/2014,  [*] Wayne Madsen , Strategic Culture “ Soros and the CIA Now Banking on Neves to Defeat Rousseff ” Traduzido pelo pess...

QUARTA-FEIRA, 22 DE OUTUBRO DE 2014

Soros e a CIA agora investem em Neves-neto tentando derrotar Rousseff


21/10/2014, [*] Wayne MadsenStrategic Culture
Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

Ver também:  
O pré-sal na mira dos apoiadores de Aécio, 18/10/2014, GGN (trad. de Bloomberg)


Soros manipula políticos. Obama é exemplo.
Depois que manipuladores na imprensa-empresa brasileira, a CIA e empregados de George Soros tentaram inventar Marina Silva, candidata-de-Partido-Verde-convertida-em-socialista-repentina, para concorrer à presidência do Brasil, depois de um acidente aéreo clássico “de manual” da CIA, em que morreu o candidato do verdadeiro Partido Socialista, Eduardo Campos, todas essas mesmas forçar voltam a atacar, favorecendo agora o candidato do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), Aécio Neves.

Embora Neves estivesse em 2º lugar, atrás só da atual presidenta brasileira Dilma Rousseff, antes do 1º turno das eleições de outubro, a comoção gerada pela morte de Campos e de vários de seus assessores, dia 13 de agosto de 2014, empurrou Neves para o 3º lugar nas pesquisas.

Depois de afastado Eduardo Campos, Marina Silva, favorita de Soros e de sua rede internacional de dinheiro para ONGs, foi então catapultada para o 2º lugar. Felizmente, graças ao trabalho de inúmeros jornalistas blogueiros investigativos, as conexões de Marina Silva com Soros e sua equipe de intervencionistas e magnatas operadores de hedge funds foram descobertas e expostas.

Com os eleitores brasileiros já cientes dos cordões de marionete que ligavam Marina Silva a Soros e a outros banqueiros brasileiros e globais, ela afinal apareceu em 3º lugar nas urnas, dia 5 de outubro de 2014, fora, portanto, do segundo turno eleitoral. Adiante, a mesma Marina “socialista” Silva, derrotada nas urnas, declarou apoio ao neoliberal Neves – segunda aposta de Soros para tentar assumir as rédeas do poder presidencial no Brasil.

O principal conselheiro econômico de Neves e o homem que seria ministro das Finanças numa eventual presidência de Neves é Armínio Fraga Neto. Amigo próximo e ex-sócio de Soros e de sua empresa Quantum, de hedge funds. Fraga conta com a presidência de Neves para abrir o Brasil às “forças de mercado”, as mesmas que declararam guerra econômica à Venezuela e estão tentando derrubar a Argentina servindo-se de amigos de Soros que comandam fundos-abutres em Wall Street. Fraga, freqüentador habitué do Fórum Econômico Mundial em Davos, Suíça, é também ex-empregado de Salomon Brothers e ex-presidente do Banco Central do Brasil. Fraga também é ligado a Goldman Sachs, através de uma corretora imobiliária em Manhattan.

Armínio Fraga e George Soros
Fraga é também membro do elitista Conselho de Relações Exteriores [orig. Council on Foreign Relations] e do Grupo dos 30 [orig. Group of 30], o que o põe no mesmo campo que outros vilões de Wall Street como Alan Greenspan, David Rockefeller, Jacob Frenkel, ex-presidente do Banco de Israel e o colunista Paul Krugman, apologista de Wall Street [e colunista da Folha de S.Paulo, onde no começo da semana em curso escreveu que “O que o mercado está dizendo, na verdade, é que o Fed está imprimindo dinheiro de menos” (sic)] e do ex-secretário da Fazenda dos EUA, Larry Summers.

A vitória fácil de Rousseff no primeiro turno das eleições de 5 de outubro de 2014 pôs em modo de propaganda frenética toda Wall Street e seus operadores-jornalistas no Brasil que fazem oposição aos planos de Rousseff de ampliar o banco de desenvolvimento  Banco dos BRICS) que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, para competir com o Banco Mundial.

Pesquisas muito questionáveis sugerem que Rousseff e Neves estariam correndo pescoço a pescoço (em “empate técnico”, como se diz no Brasil) agora que se aproxima o 2º turno das eleições, dia 26 de outubro de 2014. Mas esses resultados só são apresentados como confiáveis e rigorosos pelos sempre patéticos “estenógrafos” de Wall Street fantasiados de jornalistas, cujos textos enchem as páginas de The Wall Street Journal, Financial Times,Bloomberg News e Forbes.

Presidente Getúlio Vargas trabalhando...
O avô de Aécio Neves, Tancredo Neves [foi ministro da Justiça de Getúlio Vargas de junho de 1953 até o suicídio do presidente, tempos de extrema dificuldade; foi primeiro-ministro no final da ditadura; e] foi eleito presidente do Brasil dia 15/3/1985, em eleições ainda indiretas, depois de derrotada no Parlamento a campanha histórica pelas “Diretas Já”. Mas Tancredo foi eleito nas primeiras eleições que elegiam presidente civil, depois de já 20 anos de ditadura no Brasil. Na véspera de tomar posse, solenidade marcada para o dia 15/3/1985, Tancredo Neves caiu gravemente doente. Com a doença do presidente eleito, foi empossado o vice-presidente, bem mais conservador, José Sarney. Tancredo nunca se recuperou e morreu, ao que se sabe, de diverticulite, dia 21/4/1985. Depois se divulgou que Tancredo sofreria de um câncer não descoberto, senão depois de já se ter alastrado. Essa semana, dia 16 de outubro corrente (2014), na saída de um debate televisionado com o candidato Aécio Neves, a presidenta Dilma teve um ligeiro mal-estar, o que muito assustou muitos brasileiros, que lembraram do que acontecera a Tancredo Neves.

O que se sabe com certeza é que na CIA havia gente, além dos que sabiam preparar convenientes acidentes de avião, como os que mataram o primeiro-ministro português Francisco Sá Carneiro, o líder panamenho Omar Torrijos e o presidente do Equador Jaime Roldós, todos num período de seis meses, entre dezembro de 1980 e abril de 1981 [depois da eleição de Ronald Reagan à presidência dos EUA e da volta para dentro da CIA dos pistoleiros infames que haviam trabalhado para George H W Bush e William Casey], que servia na Divisão de Serviços Técnicos, que continuava a desenvolver armas químicas, inclusive agentes cancerígenos, para assassinar alvos políticos.

Néstor Kirchner e Hugo Chávez assassinados?
Em anos recentes, vários líderes latino-americanos foram atingidos ou por cânceres ou por ataques cardíacos. As duas vítimas mais notáveis foram os presidentes da Venezuela Hugo Chávez, e da Argentina, Nestor Kirchner. Noticiou-se que a esposa de Kirchner e atual presidenta da Argentina Cristina Fernandez de Kirchner teria um câncer na tireoide, o que adiante foi desmentido por seus porta-vozes. Mas uma “onda” de cânceres em diferentes graus atingiu vários outros líderes latino-americanos, como o ex-presidente do Paraguai Fernando Lugo (que foi deposto por golpe arquitetado pela CIA); o presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos (depois de haver assinado um acordo de paz com o movimento guerrilheiro revolucionário das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, FARC); o ex-presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva; e o recentemente re-eleito presidente da Bolívia, Evo Morales.

O presidente da Guiana, Forbes Burnham, morreu de câncer na garganta; e o presidente de Nauru, Bernard Dowiyogo, morreu de um ataque cardíaco fulminante, quando eram atendidos em hospitais em Washington. Muitas suspeitas cercaram essas duas mortes, acontecidas nos hospitais da Georgetown University e George Washington, respectivamente.

Sidney Gottlieb
O macabro cientista-chefe da CIA, o judeu húngaro Dr. Sidney Gottlieb, desenvolveu várias armas biológicas para o programa MK-ULTRA da CIA, durante os mais de 20 anos de serviços que prestou à agência. Uma delas foi uma toxina biológica metida no tubo de pasta de dentes a ser usado pelo primeiro-ministro do Congo, Patrice Lumumba; outra, um lenço contaminado com bactérias de botulismo, a ser oferecido ao líder iraquiano general Abdul Karim Kassem.

Mas o movimento de Aécio Neves distanciar-se das credenciais democráticas do avô, é manifestação de outro aspecto das operações da CIA para influenciar governos estrangeiros. Aécio Neves representa os interesses de Wall Street, o que se vê claramente pela presença de Fraga como conselheiro econômico. 

Os abutres de Wall Street, inclusive outros sócios de Soros e Fraga em New York, querem privatizar a empresa estatal de petróleo brasileira, Petrobras. Por isso, Aécio Neves foi imediatamente “encampado” pelos mesmos interesses financeiros globais que tentaram inventar Marina Silva para pô-la na presidência do Brasil. Com ela derrotada nas urnas, aquelas mesmas forças rapidamente se realinharam para tentar eleger o Neves-neto [desfrutável]. Para a CIA, o sangue não é mais espesso que a água. 

Mas tampouco parece fazer qualquer diferença, também aos olhos do Neves-neto, que haja alta probabilidade de a CIA ter tido parte ativa no assassinato de seu avô. Um filho de Omar Torrijos, Martin Torrijos, tornou-se presidente do Panamá, exclusivamente para assinar um acordo de livre-comércio pró-Wall Street entre seu país e Washington. Martin Torrijos também obedeceu festivamente as ordens dos banqueiros globais, para que aumentasse a idade mínima para aposentadorias no Panamá e reformasse toda a seguridade social. E esse Torrijos-filho também foi aliado íntimo do presidente George W. Bush, sem se incomodar com o fato de o Bush-pai, presidente George H W Bush, ter, muito provavelmente, autorizado a operação da CIA que assassinou o Torrijos-pai.

A líder asiática de oposição preferida de George Soros, Aung San Suu Kyi, tampouco parece incomodada pelo fato de amigos de Soros no Gabinete de Serviços Estratégicos/CIA terem ordenado à inteligência britânica que assassinassem o pai dela, Aung San.

Aung San Suu Kyi à frente do retrato de seu pai
Aung San, fundador do Partido Comunista da Birmânia foi escolhido para tornar-se o primeiro presidente de Burma independente, imediatamente depois da independência. Mas Aung San foi assassinado por terroristas a serviço do ex-primeiro ministro pró-Grã Bretanha, U Saw. As armas para os assassinos chegaram diretamente pelo capitão do exército britânico David Vivian, que conseguiu, com “ajuda” de alto nível dentro do governo de Burma, escapar de uma prisão local, em 1949.

O líder do Partido Liberal do Canadá Justin Trudeau, filho do ex-primeiro-ministro Pierre Elliott Trudeau, sempre agradou muito, ao contrário de seu pai, aos EUA, a Wall Street e à causa da globalização.

Justin Trudeau e Aécio Neves são claros exemplos de como águia da CIA opera tentando tomar debaixo da asa, para usar como seus instrumentos, filhos e netos de políticos populares importantes e representativos em todo o mundo, mas filhos e netos já esvaziados de qualquer conteúdo efetivamente histórico representativo de forças da maioria da população.

Dilma Rousseff vitoriosa!
As políticas da presidenta Rousseff criaram-lhe inimigos poderosos por trás das paredes da CIA em Langley, Virginia, e nas salas de reunião de Wall Street e das mais poderosas empresas do ocidente. No primeiro turno de 5 de outubro de 2014, a presidenta Rousseff conseguiu provar que pesquisas e “especialistas” erraram. Mas 26 de outubro de 2014 é outra eleição.

Dia 26 de outubro de 2014, o povo brasileiro votará pela própria vida.

Para os pobres do Brasil e para a emergente classe média, uma vitória de Neves destruirá os meios que afinal encontraram, para viver melhor, sim, mas também destruirá a própria vida que, afinal, conheceram, nos governos Lula-Dilma.
_____________________________

[*] Wayne Madsen é jornalista investigativo, autor e colunista. Tem cerca de vinte anos de experiência em questões de segurança. Como oficial da ativa projetou um dos primeiros programas de segurança de computadores para a Marinha dos EUA. Tem sido comentarista frequente da política de segurança nacional na Fox News e também nas redes ABC, NBC, CBS, PBS, CNN, BBC, Al JazeeraStrategic Culture e MS-NBC. Foi convidado a depor como testemunha perante a Câmara dos Deputados dos EUA, o Tribunal Penal da ONU para Ruanda, e num painel de investigação de terrorismo do governo francês. É membro da Sociedade de Jornalistas Profissionais (SPJ) e do National Press Club. Reside em Washington, DC.