Como participar da campanha pela DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA?

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LEI DA MÍDIA DEMOCRÁTICA KIT COLETA Todo cidadão/cidadã pode buscar voluntariamente as assinaturas para o projeto. Disponibilizamos abaixo um kit com o material necessário para o diálogo nas ruas.

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Drogas Uma Guerra Perdida? Para que esta realidade sujeita a todos nós tenha fim ou redução Assista

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A Primeira condição para se mudar a realidade é conhece-la - Eduardo Galeano. -' Só a Participação Cidada é Capaz de Mudar o paí'. Betinho . Não fique fora desta, participe, UM OUTRO MUNDO É POSSIVEL e Juntos Somos Fortes. Este PPS faz parte do PROJETO COMPAIXÃO E Cidadania que agora abraçamos e divulgamos sugerindo a todos repetir o feito.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

"América Latina hoy en día está marcando el parteaguas de una renovación del socialismo, de un renacimiento del socialismo en el mundo"

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    segunda-feira, 1 de setembro de 2014

    Gilson Carone: Nova Política Oferece desemprego e Pão com Bolor

    Gilson Caroni Filho, professor e jornalista, tentando acender a luz para os jovens com sua sabedoria e vivência.

    Pros Estados e Municipios NADA?


    Há um desconhecimento generalizado que somos, em tese, uma Federação. Ou seja, uma república federativa constituída de 26 estados. E na mesma medida esse desconhecimento se aplica às responsabilidades dos estados e dos municípios que formam os estados. Vira lugar comum, por isso, atribuir ao governo federal, qualquer que seja, responsabilidades que são dos estados e dos municípios. E a mídia faz coro deliberado a essa confusão. No caso da saúde, por exemplo, vamos tomar Minas para efeito de análise. O governo federal repassa as verbas, o governo de Minas desvia e os municípios ídem. A não realização de concursos públicos para médicos e todo o pessoal necessário à saúde pública de boa qualidade é negligência e muitas vezes corrupção dos governos municipais. Preferem terceirizar e prefeitos embolsam propinas das terceirizadas que prestam serviços de péssima qualidade. A falta de medicamentos também. O governo de Minas é um descalabro desde Aécio, que responde no Tribunal de Justiça, como réu, por um desvio de 4,3 bilhões de reais. Outro ítem, a segurança pública, é competência dos estados e as verbas federais são repassadas. Hoje a polícia civil é um espectro do que deveria ser. Sucateada ao extremo. Preferem usar verbas em negócios na Polícia Militar, como por exemplo, contrato de leasing para veículos, criando a sensação que a força está aparelhada. Está sim, para reprimir manifestações. A polícia militar paulista mata mais que toda a polícia norte-americana num ano. Dado público e revelado por jornais e noticiários na semana passada. As UPPs começam a fracassar no Rio, seja pela violência (onde está Amarildo?), seja pela corrupção. É um modelo importado de Israel. Lá, se volta contra palestinos, aqui contra negros, pobres e prostitutas. Esse desconhecimento gera votos equivocados, pois é alienação. A midia cumpre o papel de alienar sempre. Todas as vezes que o governo federal se viu compelido a participar do processo de policiamento numa situação de crise aguda o crime diminuiu. São dois exemplos, saúde e segurança, poderia incluir educação de primeiro e segundo graus. E outros. No Paraná, agora, o governador corrupto Beto Richa aumentou as tarifas de luz e diz que não foi ele. Foi desafiado por Requião e Gleisi, os outros dois candidatos a provar que não. Nem toca no assunto, olha para o lado. Na prática a Federação brasileira precisa ser conhecida e construída a partir de exigências populares. Do contrário vai continuar Pimenta da Veiga o mineiro que mora em Goiânia e é candidato ao governo de Minas, prometendo investimentos numa cidade e citando uma cidade de São Paulo. Não sabe nada. Nem tem interesse em saber, quer ser governador para manter o atual estado de caos. E, na propaganda criar o que não existe, como fizeram Aécio e Anastasia e fazem quase todos. É duro um trem desses. Não se conhece a Constituição do País e uma Marina da Silva pode, como esses que citei e outros, falar as bobagens que fala.
    Laerte Braga 
    Laerte Braga
    - Jornalista - Juiz de Fora- Minas Gerais

    MARINA SILVA: A "FACE HUMANA" DO SISTEMA FINANCEIRO

    Enviado por Marluzio Ferreira Dantas  

    MARINA SILVA: A "FACE HUMANA" DO SISTEMA FINANCEIRO

    Por Elias Jabbour.

    Com muita tranquilidade a taxa de juros chegaria a 30% durante um governo capitaneado por ela. É como tenho dito: “Marina Silva vai fazer o serviço sujo na maior limpeza”. Ela pode. Ela não é do PSDB!

    Tenho combatido a tendência de relativização de amplos setores da classe média encantados com a possibilidade de eleição de Marina Silva. Com um estilo que agrada o povo de tipo cult, poucos percebem o fundo político falso desta alternativa. E o pior, o que faria para angariar base política institucional, ou não, para poder governar.

    Não sei o que ela pensa da vida com relação a certas coisas. Imagino que se ache uma pessoa tão especial que foi capaz de ver algo como um “destino” na morte de Eduardo Campo e sua assunção ao posto de candidata. Posta candidata, rapidamente sai às ruas. E seu primeiro compromisso foi justamente na Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN) ao lado de Jorge Bornhausen. Não me surpreendeu nem um pouco o compromisso dela com a “independência do Banco Central”, com a retomada radical do “tripé macroeconômico”. A nota promissória assinada à grande finança foi a promessa de colocar os juros no centro da meta de 4,5% e reduzi-la a 3% nos próximos três anos.

    Assim, Marina entra no jogo da “grande política”, e toma lado entre os dois campos postos. Deixou de ser a anticandidata de 2010 com suas propostas difusas e imensa confusão. Logo, Marina Silva demonstra que não existe terceira via nesta história. Para um país como o Brasil, a alternativa liberal resiste desde 1930 quando foi proscrita por uma Revolução Nacional. A outra alternativa é uma combinação entre o desenvolvimentismo getulista e a revolução democrática de Lula e Dilma. A outra via, simplesmente não existe. E Marina Silva é prova disso. Tomou lado numa história que se arrasta desde 1930.

    Por que acho perigosa Marina Silva? Primeiro essa questão macroeconômica toda já está documentada em seu recém-lançado Programa de Governo. Vai além, ainda, ao propor a entrada do setor financeiro privado na oferta de crédito. Impossível, contraditório. Sendo cumprida a risca as metas de inflação, como garantir a entrada da finança privada no mercado de crédito de curto prazo? A taxa de juros poderá alcançar a casa dos 25% em menos de um ano. Não se trata de terrorismo. É o concreto que o básico da ciência econômica nos ensina.
    Para onde vai se esgueirar na busca de uma base social de poder? Na classe média cult? Sim, também. Mas principalmente no sistema financeiro. Neste aspecto, ela é muito mais letal do que Aécio Neves. Como candidato neoliberal escrachado, certamente Aécio encontraria grandes dificuldades de implantar uma versão “puro sangue” do Plano Real. Marina Silva, não. Aclamada nas rodas da banca interna e externa, lastreada por uma história de luta e sobrevivência e de defesa do meio ambiente, o mercado financeiro assim encontrou alguém com um “rosto humano” para implantar seu programa.

    Seu ar de anti-política, “Messias enviada pelos céus”, acima do bem e do mal. Aparência e essência não se confundem. Com muita tranquilidade a taxa de juros chegaria a 30% durante um governo capitaneado por ela. É como tenho dito: “Marina Silva vai fazer o serviço sujo na maior limpeza”. Ela pode. Ela não é do PSDB!
    _______________
    *Professor Adjunto da Faculdade de Ciências Econômicas da UERJ. Membro do Comitê Central do PCdoB.
    Foto: MARINA SILVA: A "FACE HUMANA" DO SISTEMA FINANCEIRO

Por Elias Jabbour.

Com muita tranquilidade a taxa de juros chegaria a 30% durante um governo capitaneado por ela. É como tenho dito: “Marina Silva vai fazer o serviço sujo na maior limpeza”. Ela pode. Ela não é do PSDB!

Tenho combatido a tendência de relativização de amplos setores da classe média encantados com a possibilidade de eleição de Marina Silva. Com um estilo que agrada o povo de tipo cult, poucos percebem o fundo político falso desta alternativa. E o pior, o que faria para angariar base política institucional, ou não, para poder governar.

Não sei o que ela pensa da vida com relação a certas coisas. Imagino que se ache uma pessoa tão especial que foi capaz de ver algo como um “destino” na morte de Eduardo Campo e sua assunção ao posto de candidata. Posta candidata, rapidamente sai às ruas. E seu primeiro compromisso foi justamente na Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN) ao lado de Jorge Bornhausen. Não me surpreendeu nem um pouco o compromisso dela com a “independência do Banco Central”, com a retomada radical do “tripé macroeconômico”. A nota promissória assinada à grande finança foi a promessa de colocar os juros no centro da meta de 4,5% e reduzi-la a 3% nos próximos três anos.

Assim, Marina entra no jogo da “grande política”, e toma lado entre os dois campos postos. Deixou de ser a anticandidata de 2010 com suas propostas difusas e imensa confusão. Logo, Marina Silva demonstra que não existe terceira via nesta história. Para um país como o Brasil, a alternativa liberal resiste desde 1930 quando foi proscrita por uma Revolução Nacional. A outra alternativa é uma combinação entre o desenvolvimentismo getulista e a revolução democrática de Lula e Dilma. A outra via, simplesmente não existe. E Marina Silva é prova disso. Tomou lado numa história que se arrasta desde 1930.

Por que acho perigosa Marina Silva? Primeiro essa questão macroeconômica toda já está documentada em seu recém-lançado Programa de Governo. Vai além, ainda, ao propor a entrada do setor financeiro privado na oferta de crédito. Impossível, contraditório. Sendo cumprida a risca as metas de inflação, como garantir a entrada da finança privada no mercado de crédito de curto prazo? A taxa de juros poderá alcançar a casa dos 25% em menos de um ano. Não se trata de terrorismo. É o concreto que o básico da ciência econômica nos ensina.
Para onde vai se esgueirar na busca de uma base social de poder? Na classe média cult? Sim, também. Mas principalmente no sistema financeiro. Neste aspecto, ela é muito mais letal do que Aécio Neves. Como candidato neoliberal escrachado, certamente Aécio encontraria grandes dificuldades de implantar uma versão “puro sangue” do Plano Real. Marina Silva, não. Aclamada nas rodas da banca interna e externa, lastreada por uma história de luta e sobrevivência e de defesa do meio ambiente, o mercado financeiro assim encontrou alguém com um “rosto humano” para implantar seu programa.

Seu ar de anti-política, “Messias enviada pelos céus”, acima do bem e do mal. Aparência e essência não se confundem. Com muita tranquilidade a taxa de juros chegaria a 30% durante um governo capitaneado por ela. É como tenho dito: “Marina Silva vai fazer o serviço sujo na maior limpeza”. Ela pode. Ela não é do PSDB!
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*Professor Adjunto da Faculdade de Ciências Econômicas da UERJ. Membro do Comitê Central do PCdoB.